Motocar se destaca na venda de food tuks

Empresa já conta com três pontos de vendas em MG e faturou R$ 2,5 milhões no ano passado

José Oswaldo Costa* (Publicado no Diário do Comércio – Edição: 26/05/2016)

A Motocar é a primeira indústria do Brasil especializada na produção de veículos de três rodas e foi fundada em 2009. Sua sede fica na Zona Franca de Manaus (AM).

Os triciclos da empresa são produzidos nacionalmente e são os únicos, de acordo com a Motocar, homologados pelo Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) e pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

Vei25 - Divulgação Motocar

Os triciclos são destinados ao transporte de pequenas cargas (MCA-200 e MCF-200) e de passageiros (MTX-150). Normalmente, são adquiridos por micro e pequenos empreendedores. A maior parte deles está ligada à gastronomia e adquiriram os chamados food tuks, uma variação mais barata da “febre” do momento, os food trucks.

Vei26 - Divulgação Motocar

Nós temos uma opção de veículo que é bastante adaptável as necessidades das empresas, independentemente de seu tamanho ou do ramo de atuação, e isso que fez com que a empresa conquistasse, de forma rápida, novos clientes e possibilitasse uma solução de melhor custo beneficio para o mercado mineiro”, disse Carlos Araújo, diretor comercial da Motocar.

Por falar em mercado mineiro, a empresa está presente em três cidades do Estado: Betim, Montes Claros e Uberlândia. Em 2015, Minas Gerais foi responsável por R$2,5 milhões em faturamento e 135 unidades vendidas, sendo um dos estados com maior destaque para a Motocar.

A empresa pretende, em 2016, abrir mais três pontos de vendas em Minas Gerais, superar os R$4 milhões em faturamento e vender 240 unidades. “Nós conseguimos uma crescente nos veículos para transporte de passageiros, mas ainda temos como carro chefe os utilizados por empresas e isso demonstra como todos buscam uma opção com conforto e pouco gasto com manutenção e combustível”, completou Araújo.

Vei28 - Divulgação Motocar

De acordo com o diretor comercial, o objetivo é continuar a expansão para cidades menores e, posteriormente, chegar as capitais.“Estamos com uma estratégia muito bem consolidada, onde buscamos centros de, no mínimo, 100 mil habitantes, que possuam um polo forte de microempresários, varejistas e até mesmo indústrias. Isso é parte da nossa meta de chegar a 6.000 triciclos vendidos em todo país até 2018”.

Vei27 - Divulgação Motocar

Fotos: Divulgação / Motocar

*Colaborador

HondaJet recebe certificado da European Aviation Safety Agency

Da Redação

Vei29 - Divulgação Honda

Foto: Divulgação / Honda

A Honda Aircraft Company, divisão da Honda Motor Co. responsável pelo desenvolvimento de tecnologias em aviação, recebeu da Agência Europeia de Segurança Aérea (EASA) a certificação em reconhecimento à aeronavegabilidade do HondaJet. A obtenção do certificado valida a segurança e qualidade da aeronave e abre caminho para o início dos voos na região.

O anúncio ocorreu durante a Convenção e Mostra de Aviação Executiva Europeia (EBACE) e contou com a presença de Michimasa Fujino, presidente da Honda Aircraft, e Steven Higgins, Gerente de Aeronaves de Alta Performance e Turboélices da EASA.

Estamos felizes em iniciar as operações nesse importante mercado. A certificação da EASA mostra o cumprimento aos rigorosos padrões de segurança europeus. Nossos clientes já perceberam que o HondaJet não apenas estabelece um novo padrão de performance no segmento, mas também oferece uma série de tecnologias agregadas que o tornam inteligente, prazeroso e muito sofisticado”, disse Fujino.

O diretor de vendas da Líder Aviação, representante exclusiva da marca no Brasil, Philipe Figueiredo, ressaltou que a entrada no mercado europeu é mais um marco que atesta a qualidade e segurança da aeronave. “Com as certificações nos EUA e na Europa, ficamos ainda mais otimistas com a chegada do HondaJet ao mercado brasileiro”, disse.

TecnologiaO HondaJet é o jato executivo mais avançado do mundo em sua categoria e seu design distinto incorpora tecnologias e conceitos avançados. A disposição de motores sobre o topo das asas Over-The-Wing Engine Mount (OTWEM), o fluxo natural laminar da asa e a fuselagem foram desenvolvidos após um longo processo de pesquisa. Esses atributos tornam o HondaJet o jato mais rápido, espaçoso e de melhor performance em consumo de combustível em relação às aeronaves convencionais com as quais compete diretamente.

Produzido na sede da Honda Aircraft Company, em Greensboro, Carolina do Norte (EUA), a aeronave é comercializada na América do Norte, América do Sul e Europa, por intermédio de uma robusta rede mundial de representantes.

Sobre a Líder AviaçãoA Líder Aviação é a maior empresa de aviação executiva da América Latina. Fundada 57 anos, conta com 1.700 colaboradores e uma frota de mais de 90 aeronaves. Com 21 bases operacionais, nos principais aeroportos brasileiros, a empresa atua em cinco unidades de negócio: fretamento e gerenciamento de aeronaves; vendas de aeronaves; manutenção; atendimento aeroportuário e operações de helicópteros. A Líder também oferece serviços de corretagem de seguro aeronáutico, treinamentos em simulador de voo e reparos em pás de helicópteros.

Mitsubishi Motorsports desbrava trilhas mineiras

Rally aconteceu na cidade de Tiradentes, no último fim de semana, e reuniu cerca de 200 participantes

José Oswaldo Costa*  (Publicado no Diário do Comércio – Edição: 26/05/2016)

de Tiradentes (MG)

Vei16 - Divulgação Mitsubishi MotorsportsO Mitsubishi Motorsports, rally de regularidade, é organizado pela montadora japonesa há 22 anos. A quarta etapa do calendário 2016 foi disputada na charmosa e histórica Tiradentes, localizada a cerca de 190 quilômetros da capital mineira, no último fim de semana. Foram cerca de 200 carros inscritos, reunindo famílias, casais e amigos. A prova percorreu uma região com estradas vicinais dentro de fazendas, áreas de reflorestamento e estradas com muito cascalho e erosões. Como moldura do belo cenário, as montanhas mineiras.

O percurso total chegou a quase 200 quilômetros. A categoria Turismo Light, para duplas iniciantes, foi aquela para a qual o DC Auto foi convidado à participar. Na verdade, participamos de uma “sub-categoria”, a Turismo Light Imprensa, que contou com cinco duplas, todos jornalistas. Utilizamos uma picape Mitsubishi L200 HPE, que recebeu a numeração 122. Acostumados a fazer test drive dos veículos, qualquer que seja ele, no asfalto ou (no máximo) em piso de terra batida, foi uma ótima oportunidade de ver a picape-média em ação.

GEDSC DIGITAL CAMERA
Foto: José Oswaldo Costa

E ela não fez feio. Enfrentou muito bem todas as condições de terreno que o percurso oferecia, mesmo os mais acidentados. O nosso modelo era o único que utilizava câmbio manual, com engates precisos. O acionamento da tração 4×4 era fácil – por meio de uma alavanca menor ao lado do câmbio – e não exigia a parada total do veículo. Bastava reduzir a velocidade, tirar um pouco o pé do acelerador, e engatar. A parada total da picape só é exigida para utilizar a 4×4 reduzida, que não foi necessária em nenhum momento da prova.

O motor era um 3.2 16V diesel, com potência de 180 cv e torque máximo de 38,0 kgfm a 2.000 rpm. Ele conta com injeção eletrônica direta Common-Rail, turbocompressor e intercooler. Chamou nossa atenção, ao fim do percurso, sua eficiência energética. Afinal, após os quase 200 quilômetros de prova, o ponteiro do marcador de combustível pouco tinha se movimentado. E o rally exigia constantes trocas de marcha, muitas reduções e acelerações bruscas com “pé embaixo”. Algo que, normalmente, sacrifica o consumo.

As medidas da L200 HPE são as seguintes: entre eixos: 3 metros; comprimento: 5,12 metros; altura: 1,78 metro; altura livre do solo: 0,22 metro; largura: 1,80 metro e carga útil: 1.015 kg. A capacidade do tanque é para 90 litros.

Ao fim da prova, por erros de percurso que cometemos na análise da planilha, que nos custou tempo e penalidades, acabamos ficando em 5º lugar na nossa categoria (leia-se: último!). Mas, até que o resultado não foi de todo ruim. Entre os quase 200 participantes, muitos deles já contando com outras participações no rally, ficamos em 117º lugar no geral.

Na realidade, o resultado é o que menos importa, para todos. O que realmente vale a pena é o fim de semana ao lado da família, da(o) namorada(o) e a oportunidade de fazer novas amizades. Além, claro, de curtir todo o charme e delícias da bela Tiradentes. Muitos competidores disseram que estavam ali somente para se divertir e aliviar o estresse do dia a dia. Esse é o verdadeiro espírito.

Vei17 - Divulgação Mitsubishi Motorsports

Além de promover um fim de semana de aventuras e paisagens de tirar o fôlego, a Mitsubishi aproveita o Motorsports para a prática social. Em todas as provas do calendário, pilotos e navegadores participantes têm que contribuir com alimentos não perecíveis. Em Tiradentes foram arrecadadas 6 toneladas, que foram entregues para a Associação Beneficente Elifaz (ABEL) e para a Secretaria Municipal de Assistência Social da cidade mineira.

Para participar do Mitsubishi Motorsports os interessados devem entrar no site (mitsubishimotors.com.br) e preencher um cadastro. As inscrições abrem 12 dias antes de cada etapa, às 8h da manhã, e as vagas, limitadas, são rapidamente preenchidas.

*o colaborador viajou a convite da HPE Automotores do Brasil

Fotos: Divulgação / Mitsubishi Motorsports

Vei18 - Divulgação Mitsubishi Motorsports

*Calendário 2016 – Mitsubishi Motorsports

11/06 – São José do Rio Preto (SP)
02/07 – Curitiba (PR)

06/08 – Natal (RN)
20/08 – Autódromo Velo Città – Mogi Guaçu (SP)
03/09 – Goiânia (GO)

17/09 – Fortaleza (CE)
08/10 – Ribeirão Preto (SP)

05/11 – João Pessoa (PB)
26/11 – Campos do Jordão (SP)

*Calendário sujeito a alterações

Mercedes-Benz participa da 22ª edição do Brazil Classics Show

Da Redação (Publicado no Diário do Comércio – Edição: 26/05/2016)

OLYMPUS DIGITAL CAMERA
Foto: José Oswaldo Costa

Para marcar os 130 anos da invenção do automóvel, a Mercedes-Benz é patrocinadora do Brazil Classics Show 2016, tradicional evento do calendário do antigomobilismo brasileiro organizado pelo Instituto Cultural Veteran Car – MG. O encontro acontece na cidade de Araxá, no Tauá Grande Hotel, entre os dias 26 e 28 de maio e tem expectativa de público de mais de 40 mil pessoas. O objetivo é ressaltar a importância histórica do segmento automotivo, proporcionando aos convidados uma verdadeira imersão ao universo do antigomobilismo.

Como apoiadora do evento, a Mercedes-Benz consolida a relevância histórica da marca e reforça o constante investimento na inovação de seus veículos, sempre ligada às novas tendências de mercado. “Um amplo leque de modelos muito importantes para a história da Mercedes-Benz e que foram pioneiros em tecnologia à sua época será apresentado durante o evento. Essa diversidade reflete as inovações propostas pela marca ao longo de sua existência oferecendo produtos cada vez mais seguros e tecnológicos”, afirma Holger Marquardt, diretor geral Automóveis América Latina e Caribe.

“Cerca de 300 automóveis raros e preciosos de colecionadores de todo o País serão exibidos durante o evento. Estima-se que, no Brasil, o antigomobilismo tenha aproximadamente 10 mil praticantes e a cada ano milhões de pessoas são atraídas pelos diversos encontros de modelos clássicos que ocorrem em todos os estados. O Brazil Classics Show é referência por aliar um grande número de belíssimos e muito bem conservados automóveis a um cenário cinematográfico”, destaca o presidente do Instituto Cultural Veteran Car – MG, Otávio Pinto de Carvalho.

Além da exposição dos clássicos automotivos, o evento conta com o famoso passeio dos automóveis pelas ruas de Araxá, Leilão de Veículos e a Feira de Peças, que oferecerá diversos produtos raros e originais voltados para a restauração dos veículos de colecionadores. O concessionário Mercedes-Benz Minasmáquinas oferece também a oportunidade de os visitantes realizarem test-drive com dois de seus best-sellers, o sedã Classe C e o SUV compacto GLA.

Brazil Classics Show 2016 – Realizado há 32 anos, o evento nasceu da paixão de amigos colecionadores que resolveram criar uma data para celebrar o encontro e a exposição de seus veículos. Passados todos esses anos, o evento hoje reúne colecionadores de todo o Brasil. “O objetivo é a congregação dos antigomobilistas de todo o País para mostrar o trabalho realizado nas restaurações e incentivar a preservação deste importante segmento da história mundial”, sintetiza o Presidente do Instituto Cultural Veteran Car – MG, Otávio Pinto de Carvalho.

 

PROGRAMAÇÃO BRAZIL CLASSICS SHOW 2016

DIA 26 DE MAIO – Quinta-feira

15h – Assembleia da Federação Brasileira de Veículos Antigos (FBVA)

18h – Abertura oficial do evento

DIA 27 DE MAIO – Sexta-feira

Manhã – Passeio pela cidade de Araxá

19h – Leilão de automóveis antigos no pátio de exposição

21h – Teatro “Os Sem Vergonhas”, de Daniel Botti.

DIA 28 DE MAIO – Sábado

19h30 – Festa de Premiação

22h – Festa de Encerramento

Informações pelo site www.brazilclassics.com.br.

 

Nissan lança a linha 2017 do Sentra

Objetivo é se manter na terceira colocação de vendas entre os sedans-médios

José Oswaldo Costa* (Publicado no Diário do Comércio – Edição: 26/05/2016)

de São Paulo (SP)

A Nissan lançou a reestilização do sedan-médio Sentra. Na apresentação para a imprensa especializada, o vice-presidente de Vendas e Marketing, Ronaldo Znidarsis, deixou clara a visão que a montadora tem sobre o que pensa o público brasileiro a respeito da marca. De acordo com Znidarsis, falta notoriedade à Nissan, O consumidor brasileiro precisa conhecê-la melhor e, daí, surgiu a ideia de ser uma das marcas patrocinadoras das Olimpíadas do Rio de Janeiro 2016.

O primeiro passo foi a apresentação, ao público brasileiro e mundial, do novo SUV Kicks, que acompanha o revezamento da tocha olímpica. Outro passo diz respeito à consolidação do Sentra como o terceiro sedan.médio mais vendido do país, ficando atrás, somente, dos (até esse momento) imbatíveis Toyota Corolla e Honda Civic.

Para a Nissan, essa posição do Sentra significa muito, uma vez que o seu modelo está a frente de concorrentes que pertencem à montadoras que estão há muito mais tempo instaladas no Brasil, como a Ford, com o Focus, a General Motors, como o Cruze, e a Volkswagen, com o Jetta. É com o objetivo de ratificar essa posição que a montadora japonesa lançou a nova linha 2017.

Em 2015, o segmento dos sedans-médios encerrou o ano com o seguinte ranking: 1º – Toyota Corolla (67.339 unidades); 2º – Honda Civic (31.240 unidades); 3º – Nissan Sentra (12.529 unidades); 4º – Chevrolet Cruze (11.538 unidades) e 5º – Ford Focus (9.311 unidades). E os cinco primeiros meses de 2016 não mostraram alteração no quadro dos três líderes. Até a última terça-feira, o Corolla liderava com 25.144 unidades comercializadas, o Civic mantinha a segunda colocação com 6.766 unidades emplacadas e o Sentra permanecia em terceiro, com 3.654 unidades. Números da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).

Hoje no Brasil, o segmento dos sedans-médios representa 7% das vendas totais de veículos. Mesmo com a quedas nas vendas dos novos e a chegada dos utilitários esportivos, que conquistaram muitos clientes dos sedans, esse percentual vem se mantendo estável desde 2014.

A primeira geração do Nissan Sentra foi lançada, nos Estados Unidos, em 1982. Hoje o modelo é vendido em mais de 50 países. Por aqui, o primeiro Sentra que recebemos pertencia à quinta geração e isso ocorreu em 2004. Em 2007 a montadora apresentou a sexta geração e, em 2013, a sétima.

Mudanças – A linha 2017 do sedan-médio apresenta uma dianteira totalmente modificada e está alinhada com a versão norte-americana dele. Tudo nela é novo: capô, faróis, grade do radiador e para-choque. O capô possui vincos que acompanham as linhas da parte cromada da grade. Isso deu uma aparência mais esportiva e moderna ao modelo.

As luzes diurnas de LED, que anteriormente estavam fixadas na base dos faróis, agora acompanham o contorno interno deles e, assim como o capô, as linhas da grade do radiador. O miolo dela deixa de ser cromado, passando a ser na cor preta.

Vei8 - Divulgação - Nissan

Na traseira as mudanças foram bem mais discretas. Basicamente, se resumem ao novo desenho do para-choques. As lanternas passaram por alteração bem sutil, quase imperceptível, ficando a parte translúcida (aonde estão alojadas as setas e a luz de ré) com tamanho bem reduzido em relação à versão anterior.

Vei9 - Divulgação - Nissan

No interior, destaque para o novo volante, com novo desenho, bem mais moderno, esportivo e funcional. O quadro de instrumentos passa a utilizar TFT (Thin Film Transfer), o que melhora muito a visualização. A versão topo de linha, SL, traz ainda um display de LCD 5 polegadas colorido e de alta resolução. Agora, todo o painel central, inclusive a parte aonde está localizada a alavanca de mudanças, recebeu acabamento em black piano, que traz mais requinte.

Outra novidade, também exclusiva da versão topo de linha, é o banco do motorista com ajustes elétricos.

Vei10 - Divulgação - Nissan

Vei11 - Divulgação - Nissan

Fotos: Divulgação / Nissan

Motorização e equipamentos – O Nissan Sentra continua utilizando o motor 2.0 16V, bicombustível, capaz de render 140 cv e torque de  20 kgfm a 4.800 rpm. A alteração mecânica fica por conta do câmbio. Na verdade, somente para a versão de entrada, a S. Agora, todas as três (S, SV e SL) são equipadas com a transmissão CVT de nova geração. Não há mais opção por câmbio manual na nova linha.

De acordo com a Nissan, essa nova transmissão “é 13% mais leve e produz 30% menos atritos na comparação com a geração anterior. A redução veio também da diminuição do diâmetro das polias, da adoção de uma bomba de óleo mais compacta, que necessita de baixa viscosidade para lubrificação, e da redução das perdas de lubrificante e de pressão”.

Todas as versões do Sentra passam a ser equipadas com os controles de estabilidade e tração. Os itens de série também passam a incorporar o retrovisor eletrocrômico, o sistema de som com display de 5 polegadas, o sistema start/stop para partida do carro (dispensa o uso da chave), o sensor de estacionamento traseiro e os faróis com sensor crepuscular.

A versão intermediária SV recebeu novas rodas em liga leve de 17 polegadas, câmera de ré, GPS e sistema multimídia com tela de 5,3 polegadas. Já a versão SL, além do já mencionado banco do motorista com regulagens elétricas, incluiu sistema de som da marca Bose (primeiro sedan fora da categoria Premium a contar com esse tipo de refinamento) com quatro alto-falantes, dois tweeters e dois subwoofers e quadro de instrumentos Fine Vision com TFT. As rodas tem design esportivo e o retrovisor interno traz bússola.

Outra novidade da versão mais cara é o pacote de segurança que a Nissan denominou de Safety Shield, e que inclui três sistemas: Alerta de Ponto Cego (Blind Spot WarningBSW), Alerta de Colisão Frontal (Forward Colision WarningFCW) e Alerta de Tráfego Cruzado Traseiro (Rear Cross Traffic Alert RCTA).

Os preços sugeridos pela Nissan para a linha 2017 do seu sedan-médio são os seguintes: Sentra S – R$79,99 mil; Sentra SV – R$84,99 mil e Sentra SL – R$95,99 mil. As vendas da nova linha iniciaram no último dia 20 de maio. De acordo com a diretoria da montadora, o mix de vendas deverá ficar da seguinte forma: S – 10%; SV – 70% e SL – 20%.

*o colaborador viajou a convite da Nissan Brasil

Fiat Toro Freedom 4×4: sucesso explicado

Rodamos, entre MG e o RJ, mais de 2.000 quilômetros com a nova picape da montadora italiana

 José Oswaldo Costa* (Publicado no Diário do Comércio – Edição: 26/05/2016)

A Toro, picape média-compacta da Fiat, chegou para abalar o mercado. As vendas do modelo vêm crescendo e se aproximando da expectativa da montadora quando do lançamento dela, em fevereiro desse ano. Naquele momento, os diretores informaram que, a partir de 2017, podendo-se contabilizar o ano “cheio”, esperavam que fossem vendidas cerca de 50 mil unidades/ano, algo em torno de 4.165 unidades/mês.

GEDSC DIGITAL CAMERA

Certo é que a picape já ocupa a 4ª colocação no ranking dos comerciais leves, com 10.716 unidades vendidas até a última terça-feira. Isso não é pouco levando-se em conta que em janeiro, quando ainda não havia sido lançada oficialmente, contabilizou 31 emplacamentos e, em fevereiro, quando foi lançada, 1.113 comercializações. De fevereiro para cá as vendas aumentaram e, em abril, a Toro (3.954 unidades) se tornou a segunda picape mais vendida do Brasil, ficando atrás, somente, da Fiat Strada (5.427 unidades).

No acumulado do ano, de acordo com os números apurados pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), o ranking dos comerciais leves está da seguinte forma – até o dia 24 de maio: 1º – Fiat Strada (22.192 unidades); 2º – VW Saveiro (14.969 unidades); 3º – Toyota Hilux (13.547 unidades); 4º – Fiat Toro (10.716 unidades); 5º – Chevrolet S10 (7.857 unidades); 6º – Renault Duster Oroch (4.895 unidades); 7º – VW Amarok (4.725 unidades); 8º – Ford Ranger (4.518 unidades); 9º – Fiat Fiorino (3.599 unidades) e  10º – Chevrolet Montana (3.582 unidades).

DC Auto recebeu para avaliações a versão Freedom 4×4 da Toro. A unidade que recebemos contava com motor 2.0 16V turbodiesel de 170 cv e câmbio manual de 6 marchas. Tivemos a excelente oportunidade de viajar com a picape por mais de 2 mil quilômetros, em viagens realizadas à Região dos Lagos (RJ) e ao interior de Minas Gerais. Depois de tanta quilometragem acumulada, percebemos perfeitamente o por quê do seu sucesso.

GEDSC DIGITAL CAMERAConsumo – Na viagem ao Rio de Janeiro, percorremos cerca de 1.180 quilômetros. Sempre sem aliviar o pé, mas dentro das velocidades máximas permitidas, alcançamos a média de 11,8 km/l (11,5 km/l na ida e 12,1 km/l na volta). Bons números para um veículo de 1.788 kg.

Já no trecho percorrido até a cidade de Itambacuri, no Vale do Mucuri (MG), com muitas subidas de serra e estradas que exigiam constantes reduções de marcha para efetuar ultrapassagens, o consumo também foi bom, praticamente o mesmo, com média de 11,6 km/l (11,5 km/l na ida e 11,7 km/l na volta). O trecho total percorrido foi de 1.060 quilômetros. Os números de consumo foram medidos através do computador de bordo da picape.

Um fato marcante da Fiat Toro é o conforto ao rodar. Não são poucas as pessoas que se incomodam com o sacolejar constante das picapes “tradicionais”, de maior tamanho. Realmente, dependendo do piso pelo qual se trafega, são extremamente desconfortáveis. Menos ruim para o motorista, pois conta com o volante para se apoiar. Mas, para os demais acompanhantes…

Isso não ocorre com a nova picape média-compacta da Fiat. O rodar, em qualquer tipo de irregularidade, é macio e confortável. O conjunto da suspensão assimila de forma surpreendente as imperfeições. Além disso, a Toro é bastante competente para contornar curvas, mesmo as mais fechadas.        Ajudam, nesse quesito, o controle de estabilidade e a tração integral. O botão seletor dessa última, localizado no painel, fica na posição de modo automático, ou seja, a tração passa a ser nas quatro rodas sempre que for preciso, mas permanece a maior parte do tempo em 4×2 (até para economia de combustível). Quando necessário, o condutor pode alterar para o 4×4 permanente ou para o 4×4 reduzido.

Na traseira a suspensão é do tipo Multi-link com rodas independentes, links transversais e longitudinais e barra estabilizadora. Já na dianteira, é do tipo MacPherson com rodas independentes, braços oscilantes em aço estampado fixados ao subchassis e barra estabilizadora.

GEDSC DIGITAL CAMERANão por acaso a montadora denominou a Toro como sendo uma Sport Utility Pick-up (SUP).  O motivo para essa designação, ainda segundo a Fiat, se deu pelo fato do modelo reunir o porte, a altura e a ergonomia de um utilitário esportivo (SUV), a robustez de um fora de estrada com o conforto de um automóvel e a praticidade e espaço de uma picape cabine dupla de quatro portas.

Certo é que, tirando a altura em relação ao solo (e a visualização da capota marítima pelo retrovisor interno), o condutor é levado sempre a crer que está dirigindo um grande sedan, tal a estabilidade e a maciez da Toro.

Conforto – Além da maciez ao rodar, ajuda na sensação de conforto o bem resolvido interior da nova picape.  Os bancos e a parte da porta destinada ao apoio dos braços, bem como o volante (multifuncional), utilizam couro sintético. O pomo da alavanca de mudanças de marcha é em alumínio.

O painel traz bom acabamento e não apresenta rebarbas. Porém, um importante detalhe deveria ter sido “copiado” do Jeep Renegade. Ao contrário do utilitário compacto, o material utilizado não é macio ao toque, é em plástico rígido. Pode-se alegar o uso fora de estrada que muito proprietários darão à picape e que essa rigidez, bem como o material escolhido, facilitam a limpeza interna. Mas, o Renegade também não foi feito para o uso off-road, podendo enfrentar as mesmas condições adversas (e sujas)?

GEDSC DIGITAL CAMERAO ar-condicionado digital de duas zonas fez bonito nas duas viagens, quando temperaturas na casa dos 36/37 graus eram a tônica. O sistema multimídia inclui telefonia (Bluetooth), rádio, entradas USB e auxiliar, câmera de ré (muito útil para manobras de estacionamento tendo em vista a altura da caçamba) e GPS. Utilizamos bastante esse último, sempre fornecendo informações precisas quanto ao trajeto. Com a presença do botão seletor da tração 4×4, aliado às entradas USB e auxiliar, no console central nota-se a falta de um local mais apropriado para se colocar, por exemplo, o telefone celular, o iPod e o controle do portão elétrico.

O banco traseiro acomoda perfeitamente três adultos que contam, todos eles, com encostos de cabeça e cintos de segurança de três pontos. Interessante que esses passageiros também têm a conveniência da presença de uma entrada USB e de uma tomada de 12V, localizadas entre os bancos dianteiros.

GEDSC DIGITAL CAMERA

Desempenho – O motor 2.0 16V turbodiesel de 170 cv casou muito bem com o câmbio manual de 6 marchas. O torque máximo é de 35,7 kgfm a 1.750 rpm. As trocas são macias e precisas. Como o torque máximo surge em baixos regimes de rotação, as trocas de marcha não são constantes. O condutor deve estar sempre atento para manter os giros acima dos 1.500 rpm, faixa na qual o turbo é acionado. De acordo com a Fiat, a velocidade máxima alcançada pela Toro 4×4 turbodiesel, manual, é de 188 km/h.

Dentre outros, a versão avaliada da Toro era equipada com 6 airbags (frontais, laterais e do tipo cortina), controles de estabilidade e tração, assistente de partidas em rampas, direção assistida, cintos de três pontos e encostos de cabeça para todos os ocupantes, sensor de estacionamento traseiro, câmera de ré, sistema multimídia, retrovisores com setas integradas, ar-condicionado digital de duas zonas, volante multifuncional com regulagens de altura e profundidade, trio elétrico (vidros, travas e retrovisores), teto solar panorâmico, faróis de neblina e rodas em liga leve de 17 polegadas.

Na tabela da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), o preço da Fiat Toro Freedom 4×4 (manual) é R$107,14 mil. Depois dessa “aventura” de mais de 2 mil quilômetros com a Toro percebemos que aqueles compradores que estão optando por ela estão fazendo um bom negócio.

A picape é extremamente confortável no rodar, algo raro no segmento, bem equipada, interior agradável, farto pacote de acessórios tecnológicos, desempenho mais do que suficiente e um design inspirado. Aliás, por onde passamos viramos “notícia”. Não havia pessoa, sem importar idade ou gênero, que não virasse o pescoço para acompanhar sua passagem. Em todos os postos de combustível nos quais paramos, elogios eram ouvidos sempre.

Certo é que, assim como aconteceu (e acontece) com o Jeep Renegade, um enorme sucesso, o Grupo FCA (Fiat Chrysler Automobiles), ao qual pertencem tanto a Fiat quanto a Jeep, acertou a mão em cheio com a bela Toro. Ela não chegou ao mercado para ser mais uma. No seu segmento, ela deve servir de exemplo para a concorrência.

Recall – Como qualquer novo projeto está sujeito, não importando a qual montadora pertença, a Toro apresentou um defeito quanto a fixação do estepe e o mesmo já está sendo sanado pela montadora. Publicamos, a seguir, o comunicado divulgado no último dia 19 de maio: “A FCA convoca os proprietários dos veículos Fiat Toro, nas versões Freedom 4×4, 2.0 diesel e Volcano 4×4, 2.0 diesel, ano 2015/2016 para, a partir de 23 de maio de 2016, agendarem seu comparecimento em uma das concessionárias Fiat para que seja providenciada, gratuitamente, a substituição do dispositivo de trava do suporte do pneu estepe. Foi detectado que o dispositivo de trava do suporte pode se destravar, provocando a queda do estepe, situação que poderá causar acidentes com consequentes danos físicos e materiais aos consumidores ou terceiros. Em caso de dúvidas, consulta dos números dos chassis envolvidos e/ou mais informações, basta entrar em contato através dos telefones 0800 707 1000, ou acessar www.fiat.com.br. Com esta iniciativa, a FCA visa assegurar a satisfação de seus clientes, garantindo a qualidade, a segurança e a confiabilidade dos veículos da marca Fiat”.

 *Colaborador

**Mais fotos da Fiat Toro no http://www.flickr.com/photos/detalhauto

 

Ficha Técnica:

✔ Velocidade máxima — 188 km/h

✔ 0 a 100 km/h — 9,5 segundos

✔ Potência — 170 cv

✔ Consumo Médio — 8,8 km/l (cidade) e 11,7 km/l (estrada)

✔ Distância entre eixos — 2,99 metros

✔ Comprimento — 4,92 metros

✔ Largura — 1,84 metro

✔ Altura — 1,69 metro

✔ Capacidade da caçamba — 820 litros

✔ Capacidade do tanque — 60 litros

✔ Pneus/ Rodas — 225/65 R17  / Liga leve 17 polegadas

GEDSC DIGITAL CAMERA
Fotos: José Oswaldo Costa

Ford apresenta o novo motor 1.0 Ecoboost que vai equipar o New Fiesta no Brasil

Da Redação

Ford EcoBoost
Foto: Divulgação / Ford

 

A Ford fez a primeira exibição do novo motor 1.0 EcoBoost com turbocompressor, um dos mais avançados e premiados do mundo. Essa nova tecnologia global da marca foi apresentada em um workshop em São Paulo e em breve vai equipar uma das versões do New Fiesta no Brasil.

Além de ser até 20% mais econômico no consumo de combustível, o motor EcoBoost 1.0 reduz em até 15% as emissões de CO2. Tudo isso, com a maior potência da categoria, de 125 cv – superior à de blocos de maior cilindrada – e um desempenho forte e suave. Para atingir essa eficiência ele combina três tecnologias: turboalimentação, injeção direta de combustível e comando de válvulas variável, além de outras inovações.

O Fusion 2.0 EcoBoost foi o primeiro carro no Brasil a contar com essa tecnologia, que estará acessível a mais consumidores brasileiros com a chegada ao New Fiesta. A linha hoje faz sucesso nos principais mercados do mundo e é considerada um marco de inovação da Ford no desenvolvimento de motores.

“Dizemos que o EcoBoost é uma das soluções mais inteligentes que a Ford já incorporou em seus veículos”, destacou Rogelio Golfarb, vice-presidente de Estratégia, Comunicação e Relações Governamentais da Ford América do Sul. Segundo ele, o investimento em tecnologia representa uma grande vantagem competitiva para a marca.

Família completa

A família global EcoBoost é formada por sete modelos de motores: 1.0 de três cilindros; 1.5, 1.6, 2.0 e 2.3 de quatro cilindros; e os poderosos V6 2.7 e 3.5. Além dos veículos de produção, ela equipa também modelos esportivos e de competição, em versões com preparação especial, como o Focus RS, a F-150 Raptor e o novo Ford GT, mostrando a versatilidade da tecnologia quando se deseja privilegiar a performance.

O desenvolvimento do motor EcoBoost gerou mais de 275 patentes para a Ford – além de outras 200 pendentes. A marca tem hoje o maior número de patentes de tecnologia de motores turbo a gasolina com injeção direta que qualquer outro fabricante nos Estados Unidos.

EcoBoost 1.0

O 1.0 EcoBoost de três cilindros é considerado o principal representante da filosofia e do sucesso da família EcoBoost. Ele estreou nos Estados Unidos em 2014 e também se tornou um item central da marca na Europa: um em cada cinco veículos vendidos pela Ford no mercado europeu são equipados com esse motor.

Ele conseguiu também o fato inédito de vencer o prêmio de “Motor Internacional do Ano” por três anos consecutivos, além de ser o campeão por quatro anos seguidos na categoria abaixo de 1.0 litro. Suas inovações incluem uma estratégia diferenciada de balanceamento do motor, bomba de óleo variável, correia banhada em óleo, coletor de escape integrado no cabeçote e sistema de arrefecimento dividido.

Sucesso global

A família Ford EcoBoost é um sucesso global e cresceu rapidamente. Atingiu a produção 2 milhões de unidades em 2013. No começo de 2015, comemorou 5 milhões de unidades. A expectativa é chegar a 20 milhões de unidades no mundo até 2020.

Na América do Norte, desde 2015 toda a linha Ford tem a opção de motores EcoBoost. Na Europa, um em cada quatro veículos da marca é equipado com eles. No mundo, essa tecnologia já está disponível em mais de 80% dos modelos. Na China, a Ford acaba de atingir o marco de 1 milhão de carros vendidos com motores EcoBoost, que estão em um de cada três carros da marca.

A engenharia da Ford continua a pesquisar novos caminhos para aprimorar ainda mais as qualidades dos motores EcoBoost. Para isso, são estudadas ao mesmo tempo várias estratégias, focadas principalmente em novos materiais e designs para redução de peso e atrito, além de avanços nas tecnologias de turbocompressor e injeção de combustível.