Recall – BMW realiza chamamento por defeito no sistema ISOFIX

Da Redação

A BMW do Brasil está convocando os proprietários dos veículos BMW modelos X3 xDrive35i e X3 xDrive20i, fabricados entre 10 de maio de 2016 e 1º de setembro de 2016, a entrarem em contato com um concessionário autorizado para agendarem gratuitamente a realização do reparo do sistema de fixação ISOFIX, responsável pela fixação da cadeira de criança localizada nos assentos traseiros desses veículos.

O sistema de fixação da cadeira de criança desses veículos poderá não apresentar a resistência adequada para suportar o movimento habitual da cadeira, podendo gerar a quebra do aro de fixação da peça. Ocorrendo a falha, em caso de quebra do aro de fixação da peça, a cadeira de criança desses veículos poderá se desprender do assento.

Nesse caso, não se descarta a possibilidade de ocorrência de danos físicos e materiais à criança e aos demais ocupantes do veículo.

A primeira etapa desta campanha de Recall envolveu os modelos X3 sDrive20i, X3 xDrive20d, X3 xDrive20i, X3 xDrive28i, X3 xDrive35i, X4 xDrive20i, X4 xDrive28i e X4 xDrive35i, fabricados entre 13 de setembro de 2010 e 6 de maio de 2016.

Essa nova convocação, por sua vez, envolve apenas os proprietários dos veículos modelos X3 xDrive35i e X3 xDrive20i, fabricados entre 10 de maio de 2016 e 1 de setembro de 2016. Assim, se você possui um veículo envolvido na primeira etapa e já efetuou o reparo, não há necessidade de nenhuma outra providência.

O tempo gasto na realização do serviço é de aproximadamente 1 hora e 35 minutos.

Para mais informações, por favor, ligue para o Serviço de Atendimento ao Cliente BMW (0800 707 3578), de 2ª a 6ª-feira, das 8 às 19 horas, ou acesse www.bmw.com.br/recall.

Chassis envolvidos:

MODELO DE ATÉ
X3 xDrive35i                             4A15614
X3 xDrive20i 4A24477 4A24624

Volkswagen apresenta nova linha de bicicletas

Da Redação

A Volkswagen do Brasil passa a oferecer dois modelos de bicicletas que podem ser encomendados e retirados em sua rede de concessionárias. São peças exclusivas, versáteis e com linhas diferenciadas, alinhadas com os padrões de design da marca Volkswagen.

Disponível em duas versões, de aro 27.5″ e aro 29″, as bicicletas Volkswagen têm freio a disco, conjunto de câmbio de última geração e um quadro em alumínio hidro formado, desenvolvido pelos designers da marca.

A versão aro 27.5” possui o câmbio Shimano Deore de 27 velocidades e está disponível na cor preta. Já a aro 29”, tem câmbio Shimano XT de 30 velocidades  e está disponível na cor preto/azul.

“Nosso objetivo é oferecer aos clientes bicicletas exclusivas, com os atributos da marca Volkswagen: alta qualidade, inovação, robustez e paixão pelo detalhe. As bicicletas Volkswagen são perfeitas para pessoas que buscam uma opção divertida e aventureira de mobilidade e lazer”, disse Daniel Morroni, gerente executivo de Operações Comerciais de Pós-Vendas da Volkswagen do Brasil

Os preços das não foram informados pela montadora.

Fichas Técnicas:

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Mountain Bike Volkswagen – aro 27,5″
Cor: Preta/Azul
Freios: dianteiros e traseiros hidráulicos a disco
Coroa: Shimano CS-HG 200-9
Câmbio: 27-speed Shimano Deore
Alavanca de Câmbio : Shimano SL-M 370
Pedivela : Shimano FC-M 371
Corrente: CN-HG 53
Derailleur: Shimano
Aro: Multicâmeras alumínio
Pneus: Schwalbe Smart Sam
Garfo: Suntour, hidráulico
Quadro: Alumínio hidro formado

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Mountain Bike Volkswagen – aro 29″
Cor: Preta
Freios: dianteiros e traseiros hidráulicos a disco
Coroa: Shimano CS-HG
Câmbio: 30-speed Shimano XT
Alavanca de Câmbio: Shimano
Pedivela: Shimano FC-M 522
Corrente: CN-HG54
Derailleur: Shimano FD-M 610
Cubo dianteiro: Shimano HB-M 3050
Cubo traseiro: Shimano FH-M 3050
Aro: Multicâmeras alumínio
Pneus: Schwalbe Smart Sam
Garfo: Suntour XCR c/ trava no guidão
Quadro:  Alumínio hidro formado

Fotos: Divulgação / Volkswagen

Fiat Mobi Way pode encarar estradas ruins

Amintas Vidal*  (Publicado no Diário do Comércio – Edição: 08/12/2016)

vei1-amintas-vidalAtual modelo de entrada da linha Fiat no Brasil, o Mobi foi projetado para atender aos anseios dos novos motoristas e das gerações que ainda virão. Analisando rapidamente, tanto por fora como por dentro, suas principais características atingem em cheio o interesse destes jovens: apesar de ser um hatch subcompacto, seu design remete aos SUVs, o estilo mais desejado do momento.

Por dentro, o que se destaca é a interatividade que as centrais multimídia oferecem, bem ao gosto deste público cada vez mais conectado. Não por acaso, este casamento de imagem e tecnologia tem rendido bons números de mercado ao caçula “italiano”.

Desde 16 de abril, dia do início da sua comercialização, até o fechamento de novembro, ele registrou 24.178 unidades, uma média 3.223 emplacamentos por mês. Mesmo bem abaixo das expectativas inicias da Fiat em vender 60 mil unidades neste ano, em um mercado recessivo, principalmente neste segmento de entrada, o mais atingido pela crise, os resultados são considerados bons.

É importante destacar que suas vendas vêm aumentando progressivamente. Se no acumulado do ano ele figura na vigésima posição entre os automóveis, em novembro, ele foi o décimo primeiro modelo mais emplacado no Brasil, segundo os dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).

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Fotos: Amintas Vidal

Versão Way – Recebemos para avaliação o Mobi Way On. Essa versão, a aventureira e topo de linha, é a que mais combina com seu design inspirado em utilitários esportivos. Além da suspensão elevada, a Way se difere das demais por detalhes comuns em modelos com visual fora de estrada: para-choques dianteiro e traseiro que simulam chapas protetoras inferiores e molduras nas caixas de rodas e sob as portas, tudo em plástico preto e fosco.

O teto recebe um rack exclusivo da versão e a tampa da porta do porta-malas, feita em peça única de vidro, tem em sua base a assinatura WAY.

Por dentro ele é igual à versão Like, a intermediária. Os bancos são em tecido com dois tons de cinza, textura no encosto e no assento e costuras com linha clara. Mas os revestimentos param por aí.

Todas as outras peças do interior são em plástico duro, monocromático, apenas com algumas texturas para melhorar a aparência. Bons encaixes entre as peças e nenhuma parte da carroceria à mostra ajudam a não deixar o interior tão simples assim.

GEDSC DIGITAL CAMERAAlgumas peças são compartilhadas com o Uno, como volante, painéis das portas, comandos do ar-condicionado, entre outras. Tanto o desenho do painel quanto os instrumentos de navegação são mais simples que os do irmão mais velho.

A vantagem fica por conta da central multimídia Live On, exclusiva do Mobi. Apesar de o modelo testado estar equipado com a outra central, a Rádio Conect B7, a Live On é bem mais interessante, pois foi projetada para os usuários de smartphones com sistemas Android ou iOS.

GEDSC DIGITAL CAMERANela, o próprio celular é fixado no meio do painel através de garra com engate rápido e prático e se torna o display deste sistema que, por intermédio de um aplicativo, passa a ser comandada por botões localizados no volante.

Versão topo de linha tem pacote único de equipamentos

O Mobi Way On é vendido em pacote único de equipamentos e seu preço sugerido no site da montadora é R$44,46 mil.

De série ele traz ar-condicionado, direção hidráulica, travas e vidros dianteiros elétricos, retrovisor externo elétrico com luz de direção e sistema tilt down (ao engatar a marcha ré, o espelho do lado direito abaixa-se para o motorista ver o passeio ao estacionar), cargo box (uma caixa com divisória e tampa que fica no porta-malas e pode ser retirada para levar compras para a casa), rodas em liga leve, sensor de estacionamento traseiro, faróis de neblina, ABS e airbag duplo, banco traseiro bipartido e com duas posições de encosto (para maior capacidade de carga no porta-malas ou maior conforto dos passageiros), ESS (sistema que ativa o pisca alerta em frenagens de emergência), lane change (recurso que ativa a seta por 5 vezes com um curto movimento na alavanca), quadro de instrumentos com conta giros, iluminação em LED e display digital de 3,5 polegadas (indicador de trocas de marcha, computador de bordo, relógio digital, indicação nível combustível e temperatura do motor), entre outros.

Seu motor é o de quatro cilindros Fire Evo Flex 1.0 que ainda equipa o Palio – a única versão do Mobi que é equipada com o motor Firefly flex de três cilindros é a Drive. Sua potência é de 73/75 cv aos 6.250rpm e o torque 9,5/9,9 Kgfm aos 3.850 rpm, sempre com gasolina e etanol, respectivamente. O câmbio também é o mesmo de 5 marchas.

Rodamos aproximadamente 1.000 km com o subcompacto. Por ser um modelo mais leve que o Uno, no Mobi este motor garante boas acelerações e retomadas, mesmo não sendo dos mais modernos.

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Fotos: José Oswaldo Costa

Circulando apenas com gasolina, e praticamente só em estradas, o consumo foi bom, 16 km/l, mas poderia ser melhor, considerando sua categoria. Aos 110 Km/h e em quinta marcha o motor trabalha em 3.500 rpm, mas o bom isolamento acústico deixa o seu barulho quase imperceptível.

Nesta situação foi interessante observar que o barulho do vento sobre a carroceria era mais audível que o motor ou mesmo os pneus, preço que o modelo paga por ter um “formato de jeep” e, não, um perfil mais aerodinâmico.

O acerto da suspensão privilegia o conforto e foi o ideal para circular em trechos mal conservados das rodovias. Apesar de a carroceria inclinar um pouco em curvas, o Mobi Way apresentou boa estabilidade, mesmo em velocidades maiores.

Apenas para um casal com pouca bagagem o modelo atende, pois o porta-malas é muito pequeno e o espaço para os passageiros do banco de trás, idem. Sua praia é mesmo o dia a dia das grandes cidades, pois, com 3.566 mm de comprimento, apenas 2 mm a mais que o Fiat 500, encontra-se vaga para ele em qualquer lugar.

Por falar em praia, foi neste ambiente que a suspensão mais alta fez a diferença. Quase todos os acessos às melhores praias do sul da Paraíba são em areia e com muitas erosões.

Foi possível vencer todos os desníveis sem bater o fundo do carro uma única vez e, nas partes com mais areia, ele também passou sem atolar. É bom explicar que o Mobi Way não tem aptidão para o fora de estrada e a suspensão elevada apenas ajudou nestes trechos que foram vencidos em baixíssima velocidade e sempre buscando o trajeto menos deteriorado.

Nessa semana em companhia com pequeno Fiat, pudemos comprovar que o Mobi way é uma boa opção para circular em cidades e também em ruas e estradas mal conservadas. Para quem não tem essa necessidade da suspensão mais alta, a versão Drive. por R$ 44,52 mil, que vem equipada com o motor Firefly e a central Live On, também é uma ótima opção.

*Colaborador

Volvo Cars lança o XC90 com motor diesel

Da Redação

xc90Depois de apresentar o XC60 D5 em agosto e estrear a motorização diesel no Brasil, a Volvo Cars reforça sua presença no segmento de luxo com o utilitário esporte XC90 equipado com o propulsor D5 Drive-E.

Trata-se de um motor biturbo de 2 litros e quatro cilindros. A potência máxima de 235 hp é também acompanhada de muita força: são 480 Nm de torque máximo, alcançados entre 1.750 e 2.250 rpm. O XC90 diesel sai da imobilidade e chega a 100 km/h em 7,8 segundos e tem velocidade máxima de 230 km/h.

A Volvo Cars encontrou uma solução pioneira para eliminar o atraso na resposta do motor ao pisar no acelerador, conhecido como turbo lag. O que o PowerPulse faz é entregar um desempenho significativo no arranque do veículo por meio de um sistema de ar comprimido.

O PowerPulse atua por meio de um pequeno compressor elétrico que, ao receber ar fresco do filtro de ar, o comprime para armazená-lo num depósito. Quando o acelerador é pressionado com o automóvel parado ou com o motor abaixo dos 2.000 rpm, na primeira ou segunda marcha, o ar pressurizado é liberado para o coletor de escape, alimentando o turbo compressor.

Esse rápido impulso de potência cria justamente a reação instantânea do motor. O ar no depósito é substituído automaticamente, fazendo com que o PowerPulse esteja sempre apto a despejar um novo impulso ao toque no acelerador.

xc90-4O XC90 diesel está equipado com sistema de tração AWD, que distribui a força do motor para as quatro rodas em qualquer circunstância e condição de uso. No caso de perda de aderência, por exemplo, o torque enviado às rodas varia de acordo com a necessidade, mantendo a dirigibilidade de referência do modelo.

O powertrain do utilitário esporte da Volvo conta com transmissão automática de oito marchas.

De acordo com a Volvo, modelo mais inovador e seguro já produzido em sua história, o XC90 diesel completa a linha 2017 do SUV topo de gama, que passa a oferecer o Pilot Assist de segunda geração.

É o único utilitário esporte de luxo vendido no Brasil com tecnologia de direção semiautônoma, recurso no qual sensores e câmeras monitoram as faixas das vias e um sistema comanda a aceleração, a frenagem e a movimentação do volante em velocidades até 130 km/h.

xc90-5Como o sistema anterior era limitado a 50 km/h, a nova geração do Pilot Assist passa a atuar não somente em situações de tráfego intenso nas grandes cidades, mas também oferece conforto e segurança na condução do veículo em rodovias.

O sistema pode ser ativado a qualquer momento pelo motorista e seu pleno funcionamento depende de faixas bem demarcadas na superfície da pista. Quando possível, o assistente de direção auxilia na correção do deslocamento do veículo, por exemplo, ao contornar curvas abertas em rodovias.

Apesar de não necessitar de um veículo à frente como referência, o assistente de direção faz uso das funcionalidades do Controle de Cruzeiro Adaptativo (ACC) para controlar a distância em relação ao carro adiante ou a velocidade configurada.

O motorista deve estar sempre no controle do automóvel, com as mãos no volante, para manter o sistema funcionando. O condutor tem ainda a possibilidade de intervir no Pilot Assist via acelerador, freio e volante, de acordo com sua vontade. Caso ele queira mudar de faixa, a seta indicadora aborta temporariamente o assistente de direção.

Duas versões de acabamento

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O XC90 D5 chega ao mercado brasileiro em duas configurações: Momentum e Inscription.

O XC90 é o primeiro carro no mundo com tecnologia que aciona automaticamente os freios caso o motorista tente virar à frente de outro carro que venha em sentido contrário. É uma situação comum em cruzamentos nas cidades, bem como em estradas, nas quais os limites de velocidade são maiores.

O SUV detecta um potencial choque e freia automaticamente, tanto para evitar a colisão como para reduzir as consequências do acidente.

O modelo dispõe, também, da última geração do controle eletrônico anti-capotamento e do City Safety, que agrupa todos os sistemas de frenagem automática da Volvo Cars. Esse recurso tem visão noturna e auxilia o motorista no caso de alto risco de colisão com outro veículo, pedestre, ciclista e animais de grande porte, com uma estratégia de alerta e de ajuda na frenagem.

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Fotos: Divulgação / Volvo Cars / Mario Villaescusa

O modelo conta ainda com o Volvo On Call, serviço de segurança, proteção e conveniência que oferece assistência 24h, auxílio de emergência e localização, em caso de roubo ou furto.

O XC90 D5 chega à rede de concessionárias com os seguintes preços promocionais de lançamento: R$369,95 mil (Momentum) e R$419,95 mil (Inscription).

Nissan lança sistema de reboque autônomo na fábrica de Oppama, no Japão

Da Redação

Nissan introduces driverless towing system at Oppama PlantA Nissan Motor Co., Ltd. anunciou hoje que está implementando em sua fábrica japonesa de Oppama um sistema inteligente de reboque de veículos totalmente automatizado e sem motorista, chamado de Intelligent Vehicle Towing (IVT), ou Reboque Inteligente de Veículos.

O sistema IVT utiliza um carro elétrico Nissan LEAF modificado para rebocar, de forma autônoma, veículos que saíram da linha de produção entre pontos específicos de carga e descarga dentro da unidade industrial.

Ao contrário dos sistemas veiculares convencionais guiados automaticamente utilizados no transporte de componentes durante a fase de produção, que frequentemente exigem a instalação de trilhos ou o emprego de fitas magnéticas em larga escala, este sistema não exige qualquer infraestrutura especial para funcionar: o carro de reboque é equipado com uma série de câmeras e escâneres a laser que detectam as marcações no piso, além de meios-fios, obstáculos ou perigos em potencial em torno do veículo.

Ao cruzar estas informações com os dados provenientes de mapas e sistemas de geolocalização, o carro-reboque calcula sua própria localização e avança pela via até o seu destino sem qualquer intervenção humana.

Nissan testa reboque autônomo no JapãoO carro de reboque se locomove pela fábrica respeitando os limites de velocidade próprios às vias internas, parando automaticamente se detectar um obstáculo ou perigo à frente e continua o percurso somente se detectar que o caminho está livre novamente.

O trajeto percorrido pelo veículo de reboque pode ser facilmente alterado caso haja modificações nos processos de produção ou nos itinerários de transporte de veículos finalizados. Todos os carros autônomos de reboque são conectados a um sistema de controle central do tráfego, que monitora a localização, velocidade de deslocamento, carga da bateria disponível e status de funcionamento de cada veículo.

Quando dois carros autônomos de reboque se encontram em um cruzamento, o algoritmo do sistema de controle determina qual deles deve ter prioridade de passagem e, em caso de emergência, o sistema pode parar os veículos remotamente.

O atual sistema de logística da fábrica de Oppama requer que os veículos acabados sejam transportados por uma equipe de motoristas desde o final da linha de produção até a plataforma de embarque específica, onde são então embarcados em navios. A introdução do sistema IVT permitirá aumentar a eficiência e produtividade da Nissan.

Nissan testa reboque autônomo no Japão

Fotos: Divulgação / Nissan

Desde o início dos testes do sistema, há aproximadamente um ano, mais de 1.600 corridas de teste foram feitas. Os dados armazenados foram utilizados para garantir a confiabilidade do funcionamento do sistema dentro das instalações industriais da Nissan.

Os dados e aprendizados obtidos por meio deste projeto ajudarão a expandir ainda mais as tecnologias de condução autônoma, com o objetivo de oferecer outras soluções à sociedade.

Montadoras apresentam novidades no LA Auto Show

Rogério Machado* (Publicado no Diário do Comércio – 02/12/2016)

de Los Angeles

vei1-rogerio-machadoO Salão do Automóvel de Los Angeles (LA Auto Show), nos Estados Unidos, acontece desde 1907 e tem um significado importante para os fabricantes no mundo todo. Na Califórnia estão concentrados grandes negócios e o parque circulante é gigantesco.

Para se ter uma ideia, circulam no Brasil cerca de 50 milhões de carros, enquanto aqui são 30 milhões. Estes números mostram que o mercado californiano representa muito e daí a importância de cada marca ter seus produtos aprovados nesse evento.

Este ano as SUVs foram o modelo em evidência e as novidades atenderam a praticamente todas as faixas do mercado. Podemos perceber certa desaceleração do crescimento das opções de propulsão híbrida e elétrica com relativamente poucos modelos novos, ou propostas, para fugir da dependência dos combustíveis fósseis.

Esta queda numérica não significou retardo científico. Montadoras e fornecedores elevaram a qualidade das soluções apresentadas provando que mantém os objetivos nas novas tecnologias. Nesse aspecto, o preço baixo da gasolina nos postos é um fator fundamental que não motiva a busca de elétricos. Além disso, existe no ar a incerteza de todos quanto à próxima gestão presidencial já que o candidato eleito, Donald Trump, deixou dúvidas sobre o seu compromisso com a redução de CO2 e isto pode desaquecer ainda mais o quadro no futuro.

Finalmente o sedan Alfa Romeo Giulia chega às revendas

A Alfa Romeo expôs o sedan Giulia, que já havia sido apresentado à imprensa, e cujo lançamento sofreu diversos atrasos. Parece que, agora, deve estar finalmente disponível nas concessionárias. O sedan apresenta um visual muito interessante com alguma convergência de formas para as marcas alemãs, porém, mantendo sua identidade com o grande triângulo dominando a parte anterior.

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Alfa Romeo Giulia

A Giulia é equipada com motor quatro cilindros turbo de 2 litros Multiair de 280 hp. A tração é traseira ou, opcionalmente, integral. Na versão Quadrifoglio, mais atrativa para os entusiastas, recebe motor biturbo V-6 de 2,9 litros com 505 hp (baseado no motor da Ferrari California T com dois cilindros a menos) e a tração é somente traseira.

Assim como nas demais versões, a Alfa Romeo reduziu bastante o peso da nova família e para isso recorreu ao uso de alumínio e fibra de carbono em alguns pontos da carroceria. A suspensão também recebeu componentes em alumínio e o eixo cardan é de fibra de carbono fabricado pela japonesa Hitachi. Ele é 40% mais leve que um eixo convencional. Seu alvo são os clientes das marcas alemãs Audi, Mercedes e BMW.

 Stelvio – No mesmo estande foi apresentado o SUV Stelvio. A estrela da festa é o primeiro utilitário da marca italiana e está disponível em três versões. Tem o Stelvio e o Stelvio Ti (quatro cilindros turbo de dois litros com 280 hp).

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Alfa Romeo Stelvio

Além deles, a terceira versão, o esportivo Stelvio Quadrifoglio foi o centro das atenções. O motor V-6 de 2,9 litros com 505 hp (torque de 61,25kgm) é o mesmo da Giulia Quadrifoglio, mas toda a família Stelvio oferece a tração nas quatro rodas de série e diferencial com vetorização de torque que permite a dosagem da força para cada roda, individualmente, em tempo real. O SUV é realmente belo e suas linhas equilibradas revelam a esportividade da marca.

Jaguar I-Pace, o primeiro SUV elétrico da montadora britânica

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Jaguar I-Pace

Outro SUV que despertava curiosidade era o conceito da Jaguar,o I-Pace. Ele assume a posição de ser o primeiro utilitário totalmente elétrico da marca e aponta para os caminhos futuros da montadora de origem britânica e que, hoje, pertence ao grupo indiano Tata.

Ian Callum, diretor de design da Jaguar, fez questão de enfatizar que: “Este não é apenas um conceito. É uma antecipação de um carro de produção de cinco lugares que estará na estrada em 2018.”

A Jaguar deu liberdade ao departamento de engenharia para desenvolver algo novo e o resultado foi um conjunto pensado para a motorização elétrica e, não, uma adaptação de uma plataforma existente.

O veículo possui baterias Litio-Ion. O baixo peso específico do lítio faz com que ele leve vantagem sobre todas as outras baterias em aplicação na atualidade e praticamente todos os elétricos seguem esse caminho.

Seu potencial eletroquímico também é excelente, mas requer cuidados quanto à temperatura. Por isso, as baterias do I-Pace são refrigeradas a água e tem a capacidade de 90 Kwh. O calor gerado é usado para aquecimento do habitáculo.

São dois motores do tipo de imã permanente (PMAC – Permanent Magnet AC) com muito mais eficiência que os motores convencionais. Cada um deles é ligado a um eixo, produzindo 200 cavalos.

As baterias podem levar o I-Pace a percorrer 354 km até a próxima recarga, cujo ciclo leva 90 minutos. Toda esta tecnologia está ancorada a um acabamento sofisticado, típico da Jaguar, com interior em couro, revestimentos amadeirados e alumínio nas áreas de contato.

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Jaguar I-Pace

Utilitários esportivos para todos

Embora os SUV`s da Alfa Romeo e da Jaguar tenham roubado a cena, outros representantes desse segmento não ficaram muito atrás. A Mazda, com o novo CX-5, refrescou um modelo que é responsável por nada menos do que 25% das vendas globais da empresa japonesa. Ele será oferecido, também, na versão diesel.

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Mazda CX-5

A Toyota, com o C-HR, usou a força da marca para buscar a atenção dos consumidores de SUVs compactos. Na Subaru, o conceito Viziv-7 marca a entrada da empresa no mercado de utilitários esportivos grandes, chamados aqui de full-size, com venda prevista a partir de 2018.

A Volkswagen apresentou o SUV médio Atlas que, de médio, só tem a classificação. O modelo busca reparar o estrago que o escândalo das emissões causou na companhia neste ano.

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VW Atlas

A Ford lançou o Ecosport, que já enche as ruas do Brasil, a opção da montadora para brigar pelo mercado de utilitários subcompactos nos EUA. Para nós, o destaque é a ausência do estepe, substituído por um compressor de emergência.

Na Jeep se destacava o novo Compass, que fez sua avant-première no Brasil, que chega bem recebido pelas formas que evidenciam sua inspiração nas linhas do Grand Cherokee. Ele tem tudo para ampliar o sucesso do grupo FCA (Fiat Chrysler Automobiles) com a Jeep.

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Jeep Compass

Fotos: Rogério Machado

*Colaborador

Nova Amarok chega às concessionárias Volkswagen

Da Redação

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Foto: Divulgação / Volkswagen /Holger Wild

Uma das novidades apresentadas pela Volkswagen no Salão do Automóvel de São Paulo de 2016, a nova Amarok começa a chegar às concessionárias.O modelo, agora, traz os sistemas de infotainment capazes de espelhar o celular com as plataformas MirrorLink, Google Android Auto e Apple Carplay.

Disponível em seis versões, a Amarok tem preços sugeridos que partem de R$ 113,99 mil, para a versão S Cabine Simples.

A picape média oferece, entre outros, bancos com ajustes elétricos, hastes de troca de marcha atrás do volante (shift paddles) e sistema de freios Post- Collision Braking (sistema de frenagem automática pós-colisão). Fora isso, mantém uma série de itens que continuam exclusivos na categoria, como a tração 4×4 permanente, o ABS off-road e a transmissão automática de oito velocidades.

A Volkswagen anunciou a chegada da série inédita Extreme para a Amarok, com componentes mais ousados e diferenciados. Posicionada acima da versão Highline, a nova configuração topo de linha tem preço sugerido de R$177,99 mil.

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Foto: Divulgação / Volkswagen / Ingo Barenschee

A linha 2017 da picape Volkswagen será oferecida no mercado brasileiro nas versões S (cabine simples e cabine dupla – esta com preço de R$126,99 mil), SE (R$130,99 mil), Trendline (R$148,99 mil), Highline (R$167,99 mil) e Highline Série Extreme (estas sempre com carroceria de cabine dupla). A versão S conta com o motor 2.0 turbodiesel com 140 cv de potência e 34,7 kgfm (340 Nm) de torque, sempre associado ao câmbio manual de seis marchas.

As demais configurações são equipadas com o motor 2.0 diesel com dois turbocompressores com potência de 180 cv e torque de 40,8 kgfm (400 Nm) com câmbio manual (versão SE) e 42,8 kgfm (420 Nm) com transmissão automática de oito velocidades (item de série nas demais versões).

Todas as versões da Nova Amarok contam com sistema de alarme acústico e visual para os cintos de segurança não afivelados nos bancos dianteiros. Uma nova tomada de 12V posicionada atrás do apoia braço dos bancos dianteiros equipa as versões Highline e Highline Série Extreme.

A versão Highline passa a contar (de série) com o indicador de perda de pressão dos pneus. Esse sistema (composto de 4 sensores instalados nas válvulas de enchimento dos pneus) mede diretamente a pressão de cada pneu e aciona um alerta no quadro de instrumentos se um deles tiver a pressão abaixo do valor recomendado. Resultado: maior segurança – aumentando a vida útil dos pneus – e menor consumo de combustível.

Outra novidade é que airbags laterais de tórax e de cabeça para motorista e passageiro e faróis bixenônio com luz de condução diurna (DRL) em LED passam a ser equipamentos de série nessa versão.

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Foto: Divulgação / Volkswagen / Hasselblad H5D

O para-choque dianteiro traz linhas retilíneas, destacando as bordas laterais com aparência 3D em torno dos faróis de neblina. As novas tomadas de ar em formato de colmeia seguem as linhas retangulares que moldam toda a parte frontal.

A grade do radiador passa a contar com frisos cromados (dependendo da versão), conferindo um ar mais refinado à picape. Na versão Trendline, por exemplo, a grade do radiador é em preto fosco, com um friso cromado duplo na parte inferior.

Na versão Highline, a grade do radiador passa a ser em preto brilhante. Há dois frisos cromados duplos e seis frisos cromados verticais, em sintonia com os novos faróis de neblina, que também têm moldura cromada na versão de topo.
Nas laterais o destaque fica por conta da nova família de rodas de liga-leve de 16, 17, 18, 19 e 20”.

A Série Extreme traz rodas de 20 polegadas e pneus 255/50, uma exclusividade no segmento no mercado nacional. O adesivo “4MOTION“ nas laterais da caçamba (está em todas as versões, desde a cabine simples) e o santantônio esportivo na cor da carroceria realçam a esportividade da picape.

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Foto: Divulgação / Volkswagen

O novo painel de instrumentos chama a atenção. O quadro de instrumentos com iluminação vermelha, nas versões S e SE, dá lugar a um novo conjunto com iluminação branca, de leitura ainda mais fácil. As saídas de ar passam a ter formas retangulares.

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Foto: Divulgação / Volkswagen

Freios com ABS off road, que otimizam a ação do ABS em solo solto (por exemplo, pedras e areia), sistemas ISOFIX para fixação de cadeiras para criança no banco traseiro, de auxílio ao motorista como o BAS (Sistema de Assistência à Frenagem), ASR (Controle de Tração) e EDS (Bloqueio Eletrônico do Diferencial) são equipamentos de série da picape Volkswagen.

Juntamente com o Controle Eletrônico de Estabilidade (ESC), a Nova Amarok dispõe para o motorista os sistemas HDC (Hill Descent Control ou Controle Automático de Descida) e HSA (Hill Start Assist ou Assistente para Partida em Subida).