Diablo Rosso III é o novo pneu superesportivo de motos da Pirelli

Da Redação

110411_broadcast57 (800x533) (2)O DIABLO ROSSO™ III é o sucessor direto do DIABLO ROSSO™ II e redefine o conceito de pilotagem esportiva, levando-a a um novo patamar, fortalecendo suas características em termos de aderência e dirigibilidade com performance duradoura.

Desenhado e desenvolvido para equipar a mais nova geração de motos potentes de rua equipadas com sistemas de controle eletrônicos e outros equipamentos tecnológicos, o DIABLO ROSSO™ III é um pneu nascido nas pistas de corrida e levado para as ruas, trazendo como vantagem toda a pesquisa e know-how adquiridos pela Pirelli no FIM Superbike World Championship, nos últimos 12 anos de participação como fornecedora oficial de pneus da competição.

A evolução do segmento de superesportivos

O lançamento de novas motos naked vem aumentando, mostrando sinais encorajadores de crescimento mesmo dentro deste setor de desempenho historicamente alto. O segmento, junto com o de motos superesportivas, mantém sua constante evolução. Nos últimos anos, veem-se muitas mudanças em desenho e tecnologia aplicados em motos que estão se tornando cada vez mais potentes, mais dependentes de gerenciamento eletrônico e equipadas com sistemas de segurança mais avançados, tais como controle de tração.

A gama DIABLO: uma família de números um

A marca DIABLO™ sempre representou a excelência alcançada pela Pirelli no mundo dos pneus esportivos para motocicletas. Depois da sua introdução no segmento de superesportivos em 2002, a família DIABLO™ evoluiu rapidamente até estar presente em muitos outros segmentos de mercado com até 16 modelos, calçando motocicletas de competição e superesportivos. A marca DIABLO™ acumula 15 anos de experiência, tecnologia e vitórias em testes comparativos de pneus realizados por diversas revistas especializadas e em corridas de reputação internacional. Por mais de uma década, os mais importantes fabricantes de motos vêm escolhendo os pneus da gama DIABLO™ como equipamento original, enquanto a imprensa internacional considera os produtos DIABLO™ como referência no segmento.

A Pirelli é a fornecedora Oficial de Pneus de todas as categorias do FIM Superbike World Championship desde 2004 e, no ano passado, confirmou que continuará sendo fornecedora até o fim da temporada 2018. Tendo chegado ao seu 12º ano, a parceria técnica estabelecida entre a Pirelli e os times e pilotos do FIM Superbike World Championship já pode confirmar o recorde de mais longo fornecedor de pneus da história dos esportes a motor no mundo. A Pirelli transformou o campeonato que usa motos derivadas das de produção como um benchmark para testes e para desenvolver não apenas os seus produtos lá utilizados, mas, também, muitos dos pneus usados diariamente por motociclistas em todas as partes do mundo.

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O projeto do novo DIABLO ROSSO™ III é o resultado da longa experiência da Pirelli com o FIM Superbike World Championship: a tecnologia do desenho sobre o qual o novo produto foi feito, os materiais, a estrutura e o processo de mistura dos compostos são os mesmos usados para as Superbikes.

O DIABLO ROSSO™ III melhora de maneira significativa a dirigibilidade, a aderência e a performance na chuva, para garantir a durabilidade e desempenho consistente durante todo o ciclo de vida do pneu.

O pneu apresenta novos perfis, materiais de última geração, estruturas inovadoras, novos compostos e um padrão de banda de rodagem que é derivado diretamente do DIABLO™ Supercorsa.

As principais características técnicas do DIABLO ROSSO™ III são:

1)Duplo-composto no pneu traseiro com grandes porcentagens de sílica que fornece aderência em todas as condições e que confere durabilidade de referência no segmento de pneus superesportivos;

2)Os perfis derivados das pistas de corrida;

3)O desenho da banda de rodagem apresenta a evolução do símbolo de raio já presente no DIABLO™ Supercorsa.

Estas características são traduzidas nas seguintes vantagens que são oferecidas aos motociclistas pelo novo DIABLO ROSSO™ III:

1)A dirigibilidade vinda de um cenário esportivo transmite para o motociclista um sentimento de forte segurança e confiabilidade na motocicleta. Isso é possível graças à combinação de características do perfil e da estrutura que são derivadas diretamente do mundo das competições de Superbike, na qual a habilidade de se apoiar na borda do pneu com estabilidade durante as curvas é fundamental.

2)A aderência, não apenas no seco onde a Pirelli já é historicamente referência para todos os competidores, mas também no molhado, graças aos novos materiais e a experiência adquirida pela marca em outros segmentos. Qualidades excelentes apenas no seco não são mais suficientes porque os motociclistas buscam maior desempenho em todos os tipos de condições climáticas e em um espectro maior de temperaturas de operação.

3)Consistência de performance ao longo do tempo porque as qualidades do pneu são duradouras o que as tornam uteis em sua total capacidade durante toda sua vida útil.

O DIABLO ROSSO™ III é dedicado em particular para motociclistas que amam pilotar suas motos em estilo entusiástico e esportivo para sentir nas ruas as mesmas emoções das pistas de corrida.

Ele é destinado não apenas para os donos de motos naked e supersport, mas, também, para as supertourer que são usadas em todos os contextos, desde estradas com vento até passagens em montanhas, sempre buscando elevados ângulos de inclinação. São motociclistas que usam as motos tanto para viagens curtas com duração de apenas um dia ou para viagens médias e longas no fim de semana com bagagem e, às vezes, passageiro, mas sempre buscando alto desempenho.

Finalmente, o DIABLO ROSSO™ III não se acanha mesmo nas condições de uso mais extremas: apaixonados ocasionais pelas pistas de corrida também podem apreciar ótima dirigibilidade de um produto nascido e desenhado para as ruas, mas derivado das pistas.

Os compostos

Os compostos do novo DIABLO ROSSO™ III atendem as necessidades de performance cada vez maiores das novas motos e dos motociclistas que buscam pneus versáteis e capazes de garantir excelência de desempenho no seco e no molhado com grande durabilidade. Este é o motivo pelo qual os compostos do novo DIABLO ROSSO™ III possuem sílica em sua composição.

Graças, também, ao exclusivo e patenteado processo de mistura, a Pirelli desenvolveu compostos inovadores com alta porcentagem de sílica combinada com a última geração de óleos, resinas e polímeros que ajudam na coesão dos elementos, assim como para alcançar um nível sem precedentes de uniformidade.

O pneu traseiro possui dois compostos com uma larga faixa lateral de alta aderência e, no centro uma faixa mais estreita, para garantir maior quilometragem. Mas especificamente, o perfil é dividido em proporção de 40-20-40 no qual o composto lateral, mais performático, cobre o total de 80% de toda a faixa enquanto os 20% restantes, na sessão central, são feitos de um composto funcional para estabilidade e quilometragem.

Com esta configuração, o composto lateral garante aderência que entra em ação no exato instante em que o apoio lateral da moto começa oferecendo ao motociclista grande confiança nas curvas. Isso é possível pelo fato do composto usado na lateral ser formulado 100% com sílica, garantindo aderência no seco e no molhado. O composto lateral é suportado no seu substrato por um composto mais duro que garante características de estabilidade e precisão nas curvas.

O mesmo composto também é usado na parte central cobrindo aproximadamente 45 milímetros da banda de rodagem. Esse composto também possui uma alta porcentagem de sílica (porém menos de 100%) que é empregada para garantir estabilidade em altas velocidades e durabilidade que é referência para o segmento de pneus superesportivos.

O pneu dianteiro é feito de apenas um composto com 100% de sílica. A decisão de não usar a solução de dois compostos para o pneu dianteiro foi feita após estudos e a experiência direta dos engenheiros da Pirelli que chegaram à conclusão que esta é a melhor escolha, já que só assim poderiam oferecer ao motociclista boa qualidade de resposta e alto nível de estabilidade.

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Os perfis

O perfil do pneu dianteiro é caracterizado pelo desenvolvimento de múltiplos raios que aprimoram a dirigibilidade, oferecendo ao motociclista apoio lateral imediato e facilitado, ao mesmo tempo, rápidas mudanças de direção. Comparado com o usado no DIABLO ROSSO™ II, o perfil é mais alto na parte central e mais largo nas laterais para garantir maior área de contato com o solo e, por consequência, garantir mais estabilidade no apoio.

Ao mesmo tempo, a altura da parede lateral diminuiu em três milímetros para aprimorar a flexibilidade da lateral ao sair de apoios em aceleração, com grande benefício em termos de tração. O pneu traseiro segue o mesmo esquema de geometria que o dianteiro, garantindo balanço perfeito e comportamento sincronizado do par.

A estrutura

A superfície radial do novo DIABLO ROSSO™ III é bastante rígida para manter o perfil e possibilitar ao composto aderir ao asfalto. Muito similar ao usado no DIABLO™ Supercorsa, é feito de Rayon de alta performance, capaz de conservar a sua forma mesmo quando exigido de forma intensa em aceleração e carga.

A densidade da cintura radial foi ajustada para equilibrar rigidez com propriedades de absorção da aspereza do asfalto, garantindo melhor resposta ao contato e confiabilidade.

Disponibilidade e medidas

Dianteiro

120/70 ZR 17 M/C (58W) TL

Traseiro

160/60 ZR 17 M/C (69W) TL

180/55 ZR 17 M/C (73W) TL

180/60 ZR 17 M/C (75W) TL

190/50 ZR 17 M/C (73W) TL

190/55 ZR 17 M/C (75W) TL

200/55 ZR 17 M/C (78W) TL

O novo pneu da Pirelli já está sendo comercializado no Brasil.

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Fotos: Divulgação / Pirelli

Estudos da Bosch apontam que sistemas de assistência ao condutor estão em ascensão

Da Redação

EA07097Os sistemas de assistência ao condutor estão se tornando itens cada vez mais comuns na Alemanha, como o dispositivo de assistência de faixa de rolagem de frenagem automática de emergência. Segundo estudos da Bosch, baseados em estatísticas de vendas, um em cada cinco de um total de três milhões de veículos licenciados na Alemanha em 2014 estavam equipados com tais sistemas – em 2013 essa relação era de um para cada 10 veículos.

Os sistemas de assistência ao condutor podem tornar o trânsito seguro se forem amplamente adotados. Dados apontam que apenas na Alemanha, cerca de 72% das colisões traseiras com ferimentos poderiam ser evitadas se todos os automóveis fossem equipados com o dispositivo de frenagem de emergência. Segundo pesquisas conduzidas pela Bosch, o sistema de permanência na faixa de rolagem pode prevenir até 28% dos acidentes causados por motoristas que mudam de faixa acidentalmente.

Mais segurança com Frenagem Automática de Emergência
As colisões traseiras estão entre os piores incidentes, especialmente quando envolve pedestres ou ciclistas. O sistema Frenagem Automática de Emergência (AEB – Automatic Emergency Braking) pode prevenir tais colisões totalmente ou, pelo menos, atenuar consideravelmente o impacto desses acidentes. Se o radar ou a câmera de vídeo detectar obstáculo à frente do veículo, o sistema é preparado para realizar uma frenagem de emergência e o motorista é notificado. Se o condutor não responder, o sistema realiza uma frenagem parcial e, logo que o motorista pise no freio, o dispositivo aumenta a potência da frenagem a fim de evitar o acidente.

Caso o motorista não responda à manobra de frenagem parcial e o sistema detecta que a colisão é inevitável, o dispositivo executa de forma autônoma a manobra de frenagem de emergência. Em velocidades de até 40 quilômetros por hora em circuito urbano, o sistema Frenagem Automática de Emergência pode até evitar por completo as colisões em veículos parados.

O grau adicional de segurança que os sistemas de assistência ao condutor oferecem é mais uma das razões para a crescente popularidade da tecnologia. A partir de 2016, os novos veículos na Europa devem estar equipados com o sistema preditivo, ou seja, que evita o atropelamento de pedestres, se quiserem obter cinco estrelas no ranking Euro NCAP.

O s Estado s Unidos também estão atuando para tornar seus veículos ainda mais seguros. Recentemente o governo americano firmou um acordo com 20 montadoras, que representam mais de 99% do mercado americano, para que até 1º de setembro de 2022, a maioria dos carros do país possua o sistema de frenagem automática de emergência. Para as picapes o prazo será até 2025.

No Brasil, os sistemas de assistência ao condutor, como a Frenagem Automática de Emergência, também estão cada vez mais próximos dos usuários brasileiros, visto que o controle eletrônico de estabilidade, que é a base tecnológica para muitos desses dispositivos, se tornará obrigatório em todos novos projetos de veículos fabricados ou importados a partir de 2020. Os modelos já comercializados no mercado nacional serão obrigados a incorporar o item apenas em 2022.

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Imagens: Divulgação / Bosch

Nissan anuncia o desenvolvimento do primeiro veículo do mundo com sistema SOFC, que utiliza bioetanol para gerar energia elétrica

Da Redação

A Nissan Motor Co., Ltd. anunciou hoje que está realizando pesquisas para desenvolver um sistema de Célula de Combustível de Óxido Sólido (SOFC, ou Solid Oxide Fuel Cell, em inglês) que funciona com energia elétrica gerada por bioetanol. O novo sistema – pioneiro para uso automotivo – integra uma célula de combustível e-Bio com um gerador de força. SOFC é uma célula de combustível que utiliza a reação de múltiplos combustíveis, incluindo etanol e gás natural, com oxigênio para produzir eletricidade com alta eficiência.

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Foto: Divulgação / Nissan / Riedler Peter

Sobre a célula de combustível e-Bio

A célula de combustível e-Bio produz eletricidade por meio da SOFC como geradora de força, utilizando o bioetanol armazenado no veículo. A célula de combustível e-Bio utiliza hidrogênio transformado em combustível por meio de um oxigênio reformado e atmosférico, com a subsequente produção de eletricidade da reação eletroquímica para alimentar o veículo.

Diferentemente dos sistemas convencionais, o e-Bio integra a SOFC como sua fonte própria de energia, proporcionando maior eficiência de energia para dar ao veículo autonomias similares às dos carros movidos a gasolina (mais de 600 km). Além disso, as características de condução elétrica distintas dos carros com a célula de combustível e-Bio – que incluem condução silenciosa, partida linear e aceleração ativa – permitem aos usuários ter benefícios e confortos de um veículo puramente elétrico (EV, ou Electric Vehicle, em inglês).

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Imagem: Divulgação / Nissan

Sistemas de células de combustível utilizam químicas que reagem com o oxigênio, gerando energia sem a liberação de subprodutos. Combustíveis bioetanol, incluindo aqueles derivados da cana-de-açúcar e do milho, estão amplamente disponíveis em países da Europa, Américas do Norte e do Sul e Ásia. A célula de combustível e-Bio utilizando o bioetanol pode oferecer um transporte ecologicamente correto e criar oportunidades na produção regional de energia, enquanto dá suporte à infraestrutura existente.

Quando a energia é produzida por meio de um sistema de célula de combustível, CO2 é geralmente emitido. Com o sistema de bioetanol, as emissões de CO2 são neutralizadas a partir do processo de cultivo da cana-de-açúcar que compõe o biocombustível, permitindo que haja um “ciclo neutro de carbono”, com aproximadamente nenhum acréscimo de CO2.

O futuro da célula de combustível e-Bio

No futuro, a célula de combustível e-Bio vai se tornar cada vez mais fácil de ser utilizada. O etanol misturado com água é mais fácil e mais seguro de ser manuseado que outros combustíveis. Ao mesmo tempo que removerá os limites para criação de uma infraestrutura totalmente nova, há enorme potencial de crescimento de mercado.

Os custos de funcionamento são notavelmente baixos, beneficiando tanto o público, quanto as empresas, pois a célula de combustível e-Bio é um ajuste ideal para todos, desde carros de passeio até veículos pesados.

Jaguar Land Rover inaugura sua fábrica no Brasil

Da Redação

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Foto: Divulgação / Jaguar Land Rover

A Jaguar Land Rover abre hoje em Itatiaia, sul do estado do Rio de Janeiro, sua nova fábrica totalmente própria fora do Reino Unido. No local, também foi inaugurado o primeiro Centro Educacional (Education Business Partnership Centre – EBPC) da empresa fora da matriz.

Autoridades dos governos federal, estadual e municipal estiveram na cerimônia de abertura da nova fábrica, a primeira de uma fabricante britânica de automóveis na América Latina. A unidade recebeu um investimento total de R$ 750 milhões.

A data marca uma nova fase da empresa em sua estratégia de expansão global. Operações a partir de fábricas internacionais permite à Jaguar Land Rover oferecer aos seus clientes modelos ainda mais desejados, além de proteger-se contra flutuações cambiais e criar negócios globalmente competitivos.

A unidade brasileira fabricará os dois modelos da Land Rover mais vendidos no Brasil: o Range Rover Evoque e o Discovery Sport, com produção voltada para a demanda de consumidores brasileiros. Os primeiros veículos nacionais começam a chegar já neste mês à rede de concessionários da empresa, presente nas cinco regiões do País.

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Foto: José Oswaldo Costa

Durante o evento de inauguração da fábrica, Wolfgang Stadler, diretor-executivo de manufatura global, disse: “A abertura de novas instalações de alta tecnologia da Jaguar Land Rover no Brasil representa o mais recente e emocionante marco na nossa expansão global”.

“A Land Rover já é líder de mercado no Brasil na categoria de utilitários esportivos (SUVs) premium respondendo por 33% de todas as vendas nesse segmento. O Range Rover Evoque e o Discovery Sport serão agora produzidos pela primeira vez na América Latina, escolhidos com base na popularidade já existente com clientes no Brasil”.

A planta também inclui o primeiro Centro Educacional (EBPC) da Jaguar Land Rover fora do Reino Unido, que irá fornecer uma série de atividades em sala de aula para até 12 mil crianças de escolas locais por ano.

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Foto: Divulgação / Jaguar Land Rover

Fábrica no Brasil

A fábrica foi concebida para apoiar os planos futuros da empresa, portanto é totalmente flexível na sua produção. Assim, ela representa o quanto a Jaguar Land Rover acredita no potencial do mercado brasileiro, especialmente no segmento premium, que hoje conta com apenas 2,5% de representatividade do mercado total de automóveis, enquanto em mercados maduros este percentual pode chegar a aproximadamente 10%, mostrando que há espaço para a Jaguar Land Rover continuar crescendo no País.

A fábrica inclui uma série de projetos ambientais, como o recolhimento de águas pluviais e o plantio de mais de 1,2 mil árvores nativas para ajudar a preservar e melhorar o ecossistema do entorno. A Jaguar Land Rover almeja alcançar a mundialmente reconhecido ouro no certificado LEED de sustentabilidade – tornando-a a primeira fábrica de automóveis no Brasil a conquistar o selo.

A planta possui tecnologias avançadas de fabricação e possui instalações de Certificações e Conformidade de Emissões referência na América do Sul.

Como parte do comprometimento com a indústria automotiva brasileira, a Jaguar Land Rover recebe componentes como bancos, sistema de escapamento, chassi e conjunto motor de fornecedores locais como Benteler e IAC. Além disso, a Jaguar Land Rover tem investido em serviços de assistência técnica para ajudar os fornecedores a aumentar o nível de nacionalização no futuro.

Nissan lança o March e o Versa com câmbio CVT

José Oswaldo Costa*

de Itatiba / SP

March e Versa - Linha ProduçãoA Nissan lançou uma boa novidade para sua linha de compactos, que engloba o hatch March e o sedan Versa. A partir de agora, os dois modelos passam a contar com a opção pelo câmbio automático CVT. Esse tipo de transmissão estará disponível para a motorização 1.6 16V (111 cv).

Até então, o câmbio automático era comercializado pela Nissan, no Brasil, somente para o Sentra e para o Altima. A montadora tomou a decisão de equipar os modelos compactos com ele a partir de pesquisa feita por ela que mostrou que 40% dos consumidores desse segmento querem um veículo com câmbio automático. Dos entrevistados, 95% dos motoristas que já contam com um modelo que utiliza esse tipo de transmissão, pretende manter a escolha.

March - Câmbio CVT 3

Fotos: Divulgação / Nissan

E o mercado nacional mostra um grande potencial de crescimento nessa área. Do total da nossa produção, 41% são de hatches compactos e 17% de sedans compactos. Desses 58%, apenas 23% saem da fábrica com algum tipo de câmbio automático.

O Diário do Comércio da próxima sexta-feira (17/06) trará matéria completa sobre o March e o Versa com câmbio CVT.

Enquanto isso, já podemos informar os preços sugeridos pela Nissan para as novas versões:

March SV 1.6 16V CVT – R$54,09 mil

March SL 1.6 16V CVT – R$58,39 mil

Versa SV 1.6 16V CVT – R$57,99 mil

Versa SL 1.6 16V CVT – R$64,69

Versa Unique 1.6 16V CVT – R$66,29 mil

* o colaborador viajou a convite da Nissan

Toyota lança a 4ª geração do híbrido Prius no Brasil

José Oswaldo Costa* (Matéria publicada no Diário do Comércio – Edição: 10/06/16)

de Brasília / DF

Malagrine

A Toyota apresentou para a imprensa especializada a quarta geração do modelo híbrido Prius. Ele estreou no Brasil em 2012, sendo trazida para a terceira geração. Desde então, foram comercializadas 783 unidades no país. No mercado externo o sedan-médio, pioneiro ao se tornar o primeiro híbrido produzido em série do mundo, foi lançado em 1997. Comercializado em mais de 90 países, acumula cerca de 5,6 milhões de unidades vendidas.

Interessante destacar que o Prius não é o único veículo da montadora a contar com a tecnologia híbrida. Levando-se em conta esses outros modelos, a Toyota já comercializou, no mundo, cerca de 9 milhões de unidades. Tanto que, em setembro do ano passado, a empresa anunciou que tem como meta que 100% de sua produção seja de modelos equipados com algum tipo de tecnologia “verde”: híbridos, elétricos ou alimentados com célula de combustível. Esse objetivo deve ser alcançado até o ano de 2050 e representa uma mitigação de até 90% de emissão de CO2 originados por seus novos veículos.

O Prius combina um motor a gasolina 1.8 VVT-i de ciclo Atkinson – 98 cv e 14,2 kgfm de torque a 3.600 rpm – com outro elétrico de 72 cv e 16,6 kgfm de torque. A potência combinada estimada é de 123 cv. De acordo com a montadora, em testes realizados no Japão, o modelo levou 11 segundos para sair da imobilidade e atingir os 100 km/h. A prioridade é a economia de combustível, algo comprovado por testes realizados pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (INMETRO). Neles o Prius alcançou 18,9 km/l em ciclo urbano e 17 km/l em estradas. A autonomia pode chegar a 812,7 km.

O motor à gasolina passou por redução de tamanho e peso em comparação com a geração anterior (menos 11% no peso e redução de 33% no tamanho). Além disso, a transmissão – do tipo CVT – e o motor elétrico foram redesenhados. O sistema híbrido da Toyota foi desenvolvido para que o motor elétrico seja o principal propulsor. Sempre que há um aumento pela demanda de potência e torque, ou necessidade de recarga da bateria, o motor à combustão entra em operação. Outra forma de recarga ocorre através das frenagens, quando a energia cinética gerada por elas é transformada em energia elétrica. Ou seja, o Prius não é um veículo do tipo plug-in, que precisa ser ligado à rede elétrica para recarga da bateria.

Malagrine

Por falar em bateria, segundo a montadora, a vida útil da que estão presentes no motor elétrico pode variar entre oito e dez anos, dependendo das condições de uso e da realização das revisões periódicas. A garantia da Toyota é de três anos, sem limite de quilometragem, para o uso particular e de três anos, ou 100 mil quilômetros ( o que ocorrer primeiro), para uso comercial.

De acordo com a Toyota, quando comparado com modelos do mesmo porte, movidos à gasolina, o Prius é até 52% mais econômico na cidade e 42% em rodovias. Em sua quarta geração, o modelo passou por profundas mudanças de design e está com aparência mais agressiva e moderna. No interior, são novos o painel de instrumentos e os bancos. Os materiais utilizados internamente são mais macios e, portanto, mais agradáveis ao toque.

O novo Prius é o primeiro veículo da marca a ser montado na nova plataforma TNGA (Toyota New Global Architecture ou Nova Arquitetura Global da Toyota). Com isso, o coeficiente aerodinâmico foi reduzido para 0,24 o que significa dizer, de acordo com a montadora, que trata-se do menor coeficiente do mundo no segmento de sedans-médios. A nova plataforma melhorou a rigidez estrutural em 60%.

Em sua quarta geração, o Prius está maior: mais 60 mm no comprimento e 15 mm na largura. O novo modelo é 20 mm mais baixo e o entre-eixos foi mantido. O porta-malas tem capacidade para 412 litros e, o tanque de gasolina, 43 litros. As medidas totais são as seguintes: comprimento – 4,54 metros; largura – 1,76 metro; altura – 1,49 metro e entre-eixos – 2,70 metros.

Dentre as novidades da nova geração, destaque para a presença de faróis e lanternas em LED, do head-up display colorido (que projeta no para-brisa informações como as do velocímetro, por exemplo), do carregador para celular sem fio (é necessário que o aparelho apresente a tecnologia compatível com esse sistema), do ar-condicionado de duas zonas com sistema chamado de S-Flow (concentra o fluxo de ar nas áreas da cabine onde há ocupação) e do sistema multimídia denominado Toyota Play (tela sensível ao toque de 7 polegadas com sistema de áudio da marca JBL) que inclui telefonia, GPS, DVD player, câmera de ré e TV digital.

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Fotos: Divulgação / Toyota / Malagrine

No quesito segurança, o Prius conta com controle de estabilidade, controle eletrônico de tração, 7 airbags (frontais, laterais, do tipo cortina e para os joelhos do motorista), freios a disco nas quatro rodas com sistemas ABS e EBD e sensor de chuva. O sedan apresenta quatro modos para condução: Normal, EV (exclusivamente elétrico), Eco (econômico) e Power (potência combinada).

A Toyota informou no evento de apresentação que hoje, no Brasil, São Paulo é o estado que mais se destaca quando o assunto é incentivo governamental para a compra de modelos híbridos. Em agosto do ano passado foi oficializada a devolução de parte da taxa do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) o que garante, na prática, 50% de desconto para o proprietário. Já em setembro, a prefeitura de São Paulo aprovou decreto que regulamenta a isenção do rodízio municipal para veículos movidos por energia de propulsão híbrida, elétrica ou hidrogênio.

No âmbito Federal, desde outubro de 2015 os modelos elétricos e movidos a hidrogênio passaram a ser isentos do imposto de importação. Já os híbridos, contam com alíquotas que variam entre zero e 7%, dependendo da cilindrada do motor e da eficiência energética. Certo é que o estado de Minas Gerais não conta, hoje, com qualquer tipo de incentivo ao modelos chamados de “verdes”. Algo que deve ser repensado e debatido com extrema urgência. A nova geração do Prius chegou ao mercado na última quarta-feira (8 de junho) e o preço sugerido pela Toyota é R$119,95 mil.

*o colaborador viajou a convite da Toyota do Brasil

 

Honda convoca proprietários do modelo GL 1800 Gold Wing para substituição preventiva do sistema de airbag

Da Redação

Campanha afeta 324 unidades em todo o Brasil

A Moto Honda da Amazônia, pautada por seu princípio de respeito aos clientes, convoca os proprietários do modelo GL 1800 Gold Wing a comparecerem, a partir de 31 de outubro de 2016, a uma concessionária Dream para substituição preventiva do sistema de airbag.

Caso o veículo seja submetido a uma colisão primordialmente frontal de intensidade moderada ou severa, situação em que o acionamento do sistema de airbag é esperado, poderá haver o rompimento da estrutura do insuflador, permitindo a projeção de fragmentos metálicos. O defeito pode causar ainda, em situações extremas, danos materiais, lesões graves ou até mesmo fatais aos ocupantes e/ou terceiros.

O procedimento será feito gratuitamente, conforme a data de início do atendimento. Para comodidade, antes de se dirigirem a uma concessionária os clientes devem confirmar a necessidade de reparo no site honda.com.br/recall/motos ou na Central de Atendimento, pelo 0800-055-2221 (segunda a sexta-feira, das 09h às 17h – horário de Brasília). Os endereços das concessionárias Honda Dream em todo o Brasil podem ser consultados em: http://www.honda.com.br/concessionarias.

Opcionalmente, o sistema de airbag poderá ser desativado temporariamente até a data do reparo definitivo informada acima. Para mais orientações, entre em contato com a nossa Central de Atendimento.

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