Um Porsche para o seu pai…da LEGO

Da Redação

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Foto: vn-thanh.vo / LEGO /Divulgação

Se o sonho do seu pai sempre foi ganhar um Porsche, a LEGO pode ajudá-lo. O modelo 911 GT3 RS já está disponível no Brasil, e chegou justo no mês em que comemoramos o dia dele.

Pela primeira vez, os elementos de montagem individuais estão embalados separadamente, com instruções para cada um, proporcionando uma experiência única de montagem. E, o manual com informações  abrangentes do colecionador informam como se deu o desenvolvimento do modelo.

A engenharia e o design inovadores desse lançamento da linha Technic são de surpreender. Desenvolvido em parceria com a Porsche, conta com detalhes e funções que replicam o modelo original: linhas aerodinâmicas, spoiler traseiro ajustável e carroceria laranja.

Ao abrir as portas, os fãs encontrarão um cockpit elaborado, com bancos de corrida, caixa de câmbio, volante com seleção de mudança de marchas, painel e um porta-luvas com número de série exclusivo.

Ao levantar a tampa traseira, terão acesso a um motor e, embaixo do capô, a uma área reservada para bagagem.

Para finalizar, as molas de suspensão vermelhas, as pinças de freio e aros originais com pneus de aderência são um convite para a brincadeira em família!

A réplica, com 2.704 peças, pode ser encontrada nas dez LEGO Stores do país e no e-commerce (www.legobrasil.com.br) da marca, pelo valor de R$2.199,99.

Ducati lança nova cor para a Multistrada

Da Redação

MULTISTRADA 1200 S Volcano Grey (3_4)A nova cor na tonalidade cinza chamada de Volcano Grey chega como nova opção de escolha para os consumidores da Ducati Multistrada S.

O modelo traz detalhes na cor vermelha em destaque no chassi e maletas laterais na cor da moto.

Na cor Volcano Grey a Multistrada 1200 S tem preço sugerido ao consumidor de R$ 82,90 mil.

A Ducati Multistrada 1200 S 2017 vem equipada com um pacote tecnológico de última geração, tornando o modelo um dos mais completos do mercado. São quatro opções de pilotagem: sport, touring, urban e enduro.

 Entre os diferenciais está o motor Ducati Testastretta DVT (Desmodromic Variable Timing), que dispõe de um sistema variável de sincronização de válvula com controle independente da entrada de admissão e do eixo de comando, que otimiza o desempenho do motor e garante a máxima potência em altas rotações.

O modelo possui a tecnologia IMU (Unidade de Medição Inercial), desenvolvida para medir com os ângulos de inclinação, guinada e de distância entre o eixo e a marcha da motocicleta, assim como o índice de suas mudanças.

Isso permite o ajuste instantâneo da entrega de potência e torque, além do ajuste eletrônico dos modos de suspensão, controle de tração e ABS.

MULTISTRADA 1200 S Volcano Grey (chapada)

Fotos: Ducati / Divulgação

Resultados da indústria automobilística em julho

Da Redação

A Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores, Anfavea, apresentou na sexta-feira, 4, em São Paulo (SP), o desempenho de julho da indústria automobilística.

No sétimo mês do ano a produção de autoveículos alcançou 224,8 mil unidades, alta de 17,9% sobre as 190,6 mil do mesmo mês do ano anterior e de 5,9% ante as 212,3 mil de junho passado.

O período acumulado da produção aponta para alta também: 22,4% ao se comparar às 1,49 milhão de unidades de 2017, com as 1,22 milhão de 2016.

No licenciamento de autoveículos novos, julho registrou 184,8 mil unidades, diminuição de 5,2% na análise com as 195,0 mil de junho e aumento de 1,9% sobre as 181,4 mil de julho do ano passado.

Na soma dos primeiros sete meses as vendas chegaram em 1,20 milhão de unidades, acréscimo de 3,4% frente as 1,17 mil de 2016.

Para Antonio Megale, presidente da Anfavea, o cenário de vendas continua estável e há uma boa expectativa com a melhoria de alguns indicadores econômicos:

“Este foi mais um mês que comprovou a estabilidade das vendas. A média diária continua próxima da casa das 9 mil unidades e ficamos acima do mesmo mês do ano passado, apesar da base de comparação ser baixa. Entretanto, o cenário econômico tem apresentado sinais positivos, como a forte queda da inflação e também da taxa básica de juros. Com as próximas reformas, esse panorama pode melhorar cada vez mais”.

As exportações de autoveículos mantiveram ritmo crescente: as 65,7 mil unidades enviadas para outros países em julho representam elevação de 42,5% no comparativo com as 46,1 mil de igual mês de 2016, mas uma leve baixa de 2,4% contra as 67,4 mil de junho.

Nesses sete meses, 439,6 mil unidades foram exportadas, alta de 55,3% quando analisado com as 283,1 mil do ano passado. O resultado acumulado de 2017 permanece como o melhor da série histórica.

Caminhões e ônibus

As vendas de caminhões novos subiram 7,5% na comparação das 4,5 mil unidades de julho com as 4,2 mil de junho, mas caíram 3,2% sobre as 4,7 mil do mesmo mês do ano anterior. No acumulado do ano o registro é de baixa de 14,1%: 26 mil unidades foram negociadas nesse ano e 30,3 mil em 2016.

A produção do segmento em julho ficou em 7,2 mil unidades – acréscimo de 6% em relação as 6,8 mil de junho e de 41,5% quando defrontado com as 5,1 mil de julho do ano passado. Até o último mês, 43,2 mil caminhões foram produzidos, 19% acima dos 36,3 mil de 2016.

Os fabricantes de caminhões exportaram no último mês 3 mil unidades, resultado superior em 6,2% em comparação com as 2,8 mil de junho e maior em 57,3% ante as 1,9 mil de julho de 2016. No acumulado do ano, os dados apontam crescimento de 47,4%: foram 16,6 mil este ano contra 11,3 mil um ano antes.

No segmento de ônibus, as vendas em julho somaram 1,2 mil unidades, baixa de 1,0% ante as 1,3 mil de junho e de 27,0% em relação as 1,7 mil de julho do ano passado. Nos sete primeiros meses deste ano 6,1 mil unidades foram comercializadas, número menor em 16,9% contra as 7,4 mil de 2016.

Na produção, 2,3 mil chassis para ônibus saíram das linhas de montagem em julho, leve alta de 2,9% no comparativo com as 2,2 mil de junho, e salto de 40,7% ante as 1,6 mil de julho de 2016.

No ano, até agora 12,3 mil unidades foram fabricadas, crescimento de 12,9% com relação as 10,9 mil unidades do ano passado.

As exportações de ônibus no acumulado estão estáveis em 4,9 mil unidades, mesmo resultado registrado em 2016.

Renault Kwid chega com preços agressivos

José Oswaldo Costa*  (Publicado no Diário do Comércio – Edição: 04/08/2017)

Modelo subcompacto da montadora francesa disputará clientes com VW up! e, principalmente, Fiat Mobi 

Renault Kwid. Foto: Rodolfo Buhrer / La Imagem / RenaultA Renault apresentou, na noite da última quarta-feira, um dos mais esperados lançamentos do ano: o subcompacto Kwid.

O modelo chega ao mercado com uma proposta agressiva de preços, partindo do valor de R$ 29,90 mil (versão Life). Inclusive, na apresentação à imprensa especializada, a diretoria da montadora francesa informou que esse preço, até então considerado como de pré-venda, será mantido. Ao menos nesse primeiro momento.

A Renault trata o Kwid como o “SUV dos compactos”. Isso levando em conta sua posição de dirigir elevada e a altura livre em relação ao solo (18 cm), além dos ângulos de entrada (24º) e saída (40º). São os melhores números da categoria, mas isso não o torna, obviamente, um utilitário esportivo.

Interessante a jogada de marketing de lançamento. O primeiro cliente a adquirir o modelo (de um lote inicial de 2 mil unidades), morador do Balneário Camboriú (SC), foi chamado ao palco.

A confirmação da compra feita por ele, de acordo com a montadora, ocorreu com 4 minutos da campanha, via site, iniciada em junho. Para sua surpresa, foi informado que estava ganhando o carro e que não pagaria nada por ele. Surpreendente.

Renault Kwid. Foto: Rodolfo Buhrer / La Imagem / RenaultO Renault Kwid utiliza, em todas as versões (Life, Zen e Intense), motor 1.0 12V, de três cilindros, capaz de render 66/70 cv (gasolina/etanol) e 9,4/9,8 kgfm de torque (gasolina/etanol). O câmbio é manual de cinco marchas.

De acordo com a Renault, os números de consumo são os seguintes: 14,9 km/l (gasolina) e 10,3 km/l (etanol) no trânsito urbano. Já em rodovias, 15,6 km/l (gasolina) e 10,8 km/l (etanol).

A aceleração de 0 a 100 km/h é feita em 15,5 segundos e 14,7 segundos, com gasolina e etanol, respectivamente.

Essas são as medidas do mais novo modelo do mercado nacional, desenvolvido em parceria pelos centros de design da marca no Brasil, França e Índia: entre-eixos – 2,42 metros; comprimento – 3,68 metros; altura – 1,47 metro e largura – 1,58 metro. O tanque de combustível tem capacidade para 38 litros e, o porta-malas, para 290 litros (1.100 litros com os bancos rebatidos).

Segundo a montadora, o Kwid passou por mais de 200 mil horas de desenvolvimento, 35 crash-tests e 1 milhão de quilômetros de rodagem de validação em diferentes condições de uso. Também contou com uma equipe de 290 pessoas inteiramente dedicada ao seu desenvolvimento no Brasil.

Renault Kwid. Foto: Rodolfo Buhrer / La Imagem / RenaultO Kwid traz de série, para todas as versões, 4 airbags, sendo dois frontais e dois laterais. O sistema Isofix para fixação de cadeirinhas de bebê também está presente. A direção é eletricamente assistida, sendo opcional para a versão de entrada (a partir do mês de setembro).

A suspensão dianteira é do tipo MacPherson, com triângulos inferiores, amortecedores hidráulicos telescópicos e molas helicoidais. Na traseira, eixo rígido, com molas helicoidais e amortecedores hidráulicos telescópicos verticais.

A versão topo de linha, Intense, conta com: 4 airbags (laterais e frontais), sistema Isofix, alerta sonoro de faróis acesos,  alerta visual e sonoro de não-utilização do cinto de segurança, faróis de neblina, maçanetas na cor da carroceria,  retrovisores na cor da carroceria, rodas em liga leve de 14 polegadas, abertura interna da tampa do porta-malas, ar-condicionado, computador de bordo, retrovisores com regulagem elétrica, travas e vidros dianteiros elétricos, sistema multimídia (tela sensível ao toque de 7 polegadas) com câmera de ré integrada, 2 alto-falantes, chave do tipo canivete, entre outros.

Alguns desses itens estão disponíveis para a versão intermediária Zen.

Renault Kwid. Foto: Rodolfo Buhrer / La Imagem / Renault

Renault Kwid. Foto: Rodolfo Buhrer / La Imagem / Renault

O Kwid oferece os mesmos três anos de toda a linha Renault. O modelo tem um plano de manutenção com menos de R$ 1,00 por dia durante três anos para a versão Life.

Preços e versões:

Life – R$ 29,99 mil

Principais itens de série: rodas de aço de 14 polegadas, quatro airbags (laterais e frontais), Isofix, predisposição para rádio e indicadores de troca de marcha e de condução.

Zen + rádio – R$ 35,39 mil

Principais itens de série: mesmo itens da versão Life acrescidos de direção elétrica, ar-condicionado, travas e vidros dianteiros elétricos, rádio com Bluetooth e entradas USB e AUX. Rodas em liga leve de 14 polegadas são opcionais.

Intense + Pack Connect – R$ 39,99 mil

Principais itens de série: mesmos itens das versões anteriores com acréscimo de retrovisores elétricos, faróis de neblina cromados, multimídia com câmera de ré, abertura elétrica do porta-malas, rodas em liga leve de 14 polegadas e chave dobrável.

Renault Kwid. Foto: Rodolfo Buhrer / La Imagem / Renault

Fotos: Rodolfo Buhrer / Renault / Divulgação

*O jornalista viajou a convite da Renault

Fiat Mobi tem fraco desempenho em testes realizados pelo Latin NCAP

Da Redação

IMG_1946O Fiat Mobi, produzido no Brasil, ganhou uma estrela para a proteção do ocupante adulto e duas estrelas para a proteção do ocupante criança. O Mobi proporcionou proteção marginal ao peito dos adultos no teste de impacto frontal, estrutura estável nesse impacto, sendo fraca a proteção proporcionada ao peito do adulto no impacto lateral.

O desempenho estrutural do Mobi no impacto lateral mostrou uma alta penetração igual que no modelo do Chevrolet Onix, recentemente publicado. A falta de airbags laterais, junto com o ruim desempenho estrutural, explica a baixa pontuação obtida.

A porta traseira se abriu no teste de batida de impacto lateral, expondo os ocupantes a potenciais riscos. A falta de cintos de segurança de três pontos em todas as posições dos bancos, bem como o fato de não contar com ancoragens ISOFIX padrão, preocupa o Latin NCAP, já que isso limita a instalação dos SRIs.

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Fotos: Latina NCAP / Divulgação

Alejandro Furas, Secretário Geral do Latin NCAP, disse:

“É decepcionante que, depois de passados sete anos da Década de Ação para a Segurança Viária da ONU, nenhum país da América Latina ainda conte com regulamentação efetiva obrigatória de ESC e de proteção contra impactos laterais.

Os governos latino-americanos estão, ainda hoje, mais de 20 anos retrasados quanto às regulamentações europeias e estadunidenses a respeito da segurança dos veículos. De um lado, parte desses governos estão dispostos a melhorar, de outro, infelizmente, aquelas que assinam as decisões estão influenciadas pelo lobby da indústria para adiar ou bloquear as regulações.

Isso deve parar. O Latin NCAP mostrou a capacidade de impulsionar o mercado para obter carros mais seguros além das exigências governamentais. Os governos devem ter uma cooperação mais ativa com o Latin NCAP e fazer obrigatórias a regulamentações dos testes de batida sem que as estelas sejam uma limitante para vender os veículos”.

Ricardo Morales Rubio, Presidente da Comissão Diretora do Latin NCAP, disse:

“Preocupa muito que, ainda no ano 2017 e prestes a finalizar a Década de Ação para a Segurança Viária, nossos governos continuem a permanecer indiferentes em relação à problemática que implica uma fraca legislação nacional ou sua total carência.

Ela deveria se focar nos consumidores para eles contarem com veículos mais seguros, bem como para serem informados objetivamente acerca dos níveis e condições de segurança próprios nos quais estão fazendo elevados investimentos.

Daqui eu faço um chamado a nossos governantes, fabricantes e a sociedade mesma para podermos continuar a trabalhar juntos a respeito disso, adotando uma posição firme sobre a segurança dos carros comercializados em nossos países”.

Ford EcoSport quer recuperar terreno

José Oswaldo Costa*    (Publicado no Diário do Comércio – Edição: 28/07/2017)

do Recife

Com nova geração, objetivo da montadora é figurar entre os líderes do segmento que ajudou a criar

Vei31 - Pedro Bicudo - Ford - DivulgaçãoO segmento de utilitários esportivos compactos é o que mais cresce no Brasil. Em 2003, quando a Ford inaugurou este nicho no País com o EcoSport, a participação no mercado total de veículos vendidos era de apenas 2%.

Em 2015, passados 12 anos, pulou para 5%. E agora, a previsão é de que, encerrado o ano, ele seja responsável por nada menos que 13% do mercado. Um grande salto.

O EcoSport reinou absoluto por doze anos. Tanto que, em 2009, chegou à marca de 500 mil unidades vendidas. Porém, a concorrência se mexeu e Honda HR-V e Jeep Renegade se tornaram os “xodós” do consumidor brasileiro.

Disposta a recuperar o terreno perdido, a Ford acaba de apresentar a nova geração do EcoSport. Modelo mundial, que chegará a mais de 140 países, tem o Brasil como seu mercado de estreia.

A aposta no modelo é grande. Tanto que a diretoria da empresa informou, na apresentação do modelo à imprensa especializada, que “com o novo EcoSport vamos voltar para as cabeças, vamos voltar a figurar entre os líderes de vendas”. Aposta alta em um segmento tão concorrido.

Vei32 - Pedro Bicudo - Ford - DivulgaçãoNovo motor – Para tanto, além das profundas mudanças realizadas na dianteira e no interior, sobre as quais falaremos posteriormente, a montadora aposta na utilização de um outro lançamento mundial: o motor 1.5 de 3 cilindros, aspirado, que equipará algumas versões do SUV.

Ele é capaz de render 130/137 cv (gasolina/etanol) e conta com torque de 153/158 Nm (gasolina/etanol). De acordo com a Ford, é o motor naturalmente aspirado com a maior potência específica do mercado: 91,5 cv por litro.

Ainda segundo a montadora, na versão manual, faz 8,3 km/l (etanol) e 11,6 km/l (gasolina) no trânsito urbano. Em rodovias, 9,0 km/l (etanol) e 13,1 km/l (gasolina). Na versão automática, os números são os seguintes: 7,1 km/l (etanol) e 10,4 km/l (gasolina) na cidade e 8,9 km/l (etanol) e 12,8 km/l (gasolina) na estrada.

Falando em câmbio, outra novidade. A transmissão automatizada Powershift dá lugar a uma automática de 6 marchas. Com esse câmbio, a montadora passa a oferecer paddle shifts (borboletas) no volante para trocas manuais. A outra opção é o câmbio manual de 5 marchas.

O modelo continua sendo equipado, em sua versão topo de linha (Titanium) com um motor 2.0. É o mesmo utilizado no Focus e apresenta duplo comando de válvulas variável e direção direta de combustível.

Vei33 - Pedro Bicudo - Ford - DivulgaçãoEle é capaz de render 170/176 cv (gasolina/etanol) e apresenta torque de 202/221 Nm (gasolina/etanol). A Ford informa que, como ele, o EcoSport leva 9,5 segundos para sair da imobilidade e atingir os 100 km/h. Já o consumo informado é de 6,1 km/l (etanol) e 8,8 km/l (gasolina) na cidade. Nas estradas, 8,3 km/l e 12,0 km/l, etanol e gasolina, respectivamente.

Interior renovado e requintado se destaca

O interior do EcoSport foi totalmente modificado e ganhou materiais de qualidade superior. O painel passa a ser em material soft touch, macio ao toque e que aposenta o plástico duro comum a veículos de categoria inferior.

Quadro de instrumentos, volante e bancos dianteiros são totalmente novos. A versão Titanium apresenta painel bicolor, com a parte inferior em tom mais claro, realçando com o preto da parte superior. Mudança que traz bastante requinte. As fotos que ilustram essa matéria são dessa versão.

O computador de bordo do quadro de instrumentos é de 4,2 polegadas. Já a nova tela do sistema multimídia, posicionada de forma pronunciada para facilitar o uso e a ergonomia, é de 8  ou 6,5 polegadas, dependendo da versão.

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Fotos: Pedro Bicudo / Ford / Divulgação

Como dissemos anteriormente, a dianteira do EcoSport passou por profundas mudanças. Elas incluem novo capô, para-choque e faróis redesenhados, faróis de neblina de série e grade dianteira maior e elevada. Esta última é usada também como traço diferenciador das versões: cinza metálica na SE, cinza escuro na Freestyle e cromada na Titanium.

Na traseira, apenas o para-choque foi modificado. E o estepe continua presente na tampa do porta-malas. A justificativa da montadora para isso é que ele se tornou um elemento característico do modelo, um elemento que identifica imediatamente o utilitário para o público e que já faz parte de sua silhueta característica.

Certo é que, em outros mercados, ele já foi abandonado e não é muito prático para o dia a dia, seja por questão de segurança (roubo), seja por questões de durabilidade das peças envolvidas (como a tampa do porta-malas e o próprio pneu).

Tanto que já é muito comum vermos o modelo nas ruas sem o estepe na tampa. Alguns proprietários chegam, até mesmo, a retirar a peça metálica que o sustenta e passam a utilizar o porta-malas para guardar o sobressalente.

Preços e Versões:

SE (motor 1.5 e câmbio manual) – R$73,99 mil

Vem com sete airbags, controle de estabilidade e tração, multimídia SYNC 3 com tela de 6,5 polegadas, sensor de pressão dos pneus, sensor de estacionamento traseiro e rodas de liga leve de 15 polegadas, entre outros.

SE (motor 1.5 e câmbio automático) – R$ 78,99 mil

Acréscimo da nova transmissão automática de seis marchas.

Freestyle (motor 1.5 e câmbio manual) – R$ 81,49 mil

Mesmo pacote da SE acrescido de sistema multimídia com tela de 8 polegadas, câmera de ré, ar-condicionado automático e digital, faróis com luzes diurnas de LED, tela multifuncional de 4,2 polegadas, bancos revestidos em tecido e material sintético e rodas de liga leve de 16 polegadas.

Freestyle (motor 1.5 e câmbio automático) – R$ 86,49 mil

Acréscimo da nova transmissão automática de seis marchas.

Titanium (motor 2.0 e câmbio automático) – R$ 93,99 mil

Mesmo pacote das versões anteriores com adição dos seguintes itens: teto solar elétrico, sensor de ponto cego com alerta de tráfego cruzado, acesso inteligente capacitivo, sistema de partida sem chave, faróis de xênon, sistema Sony Premium com 9 alto-falantes, bancos de couro e rodas de liga leve de 17 polegadas.

É interessante destacar, quanto à segurança, que todas as versões do SUV compacto contam com 7 airbags e controles de tração e estabilidade. Ponto para a Ford.

O novo EcoSport estará disponível nas concessionárias da Ford entre a segunda quinzena de agosto e o início do mês de setembro, dependendo da região.

* O jornalista viajou a convite da Ford

Nova BMW G 310 R chega agora, em agosto, nas concessionárias da marca

Da Redação

P90244547_highRes_the-bmw-g-310-r-on-lA nova motocicleta da BMW Motorrad já tem data de lançamento no mercado brasileiro: dia 12 de agosto. As primeiras unidades já saíram da fábrica do BMW Group, em Manaus, para abastecer a rede de 39 concessionárias da marca no Brasil.

De acordo com a BMW, todas as motocicletas dedicadas para a pré-venda foram vendidas em apenas três semanas e serão entregues em agosto para os clientes que optaram por esta compra.

Em setembro, começarão as entregas para os motociclistas que optarem pela aquisição na Rede BMW Motorrad.

“Estamos orgulhosos com a qualidade de produção atingida no Brasil. Em menos de um ano de operação com a nossa fábrica própria, conseguimos consolidar a manufatura e estamos prontos para novos desafios”, afirmou Alejandro Echeagaray, diretor da BMW Motorrad para a América Latina e Caribe.

Apresentada como conceito no Salão Duas Rodas de 2015, em São Paulo, a G 310 R começou a ser produzida em maio deste ano na fábrica de Manaus e, neste mês, teve a sua pré-vendas esgotada em menos de três semanas.

Compacto, leve e ágil, o modelo tem motor monocilíndrico de 313 cm³ de 34 cv de potência a 9.500 rpm e um torque máximo de 28 Nm a 7.500 rpm. O preço sugerido é de R$21,90 mil.

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Fotos: Joerg Kuenstle / BMW Morrad / Divulgação