New Holland lança novo trator conceito

Da Redação (Publicado no Diário do Comércio – Edição: 11/05/2018)

Montadora apresentou protótipo equipado com motor FPT de rendimento equivalente ao diesel

Vei1 - Emmanuel Bourgois - New Holland - Divulgação

Foto: Emmanuel Bourgois / New Holland / Divulgação

O Brasil é o primeiro país da América Latina a receber o novo trator conceito movido a biometano da New Holland Agriculture. O protótipo simboliza a transformação energética nas propriedades rurais do País, com a possibilidade de o produtor buscar sua independência de combustível.

O novo trator conceito foi construído usando como base os protótipos anteriores do T6 movido a metano para alcançar um avanço tecnológico relevante. “A presença do novo trator conceito no Brasil é significativo por dois motivos: a importância do agronegócio no País, responsável por sustentar o Produto Interno Bruto (PIB) e tirá-lo de uma recessão; e por carimbar o compromisso da New Holland com a produção sustentável, independente e tecnificada”, afirmou Rafael Miotto, vice-presidente da New Holland Agriculture para a América Latina.

O novo trator conceito movido a metano cria um elo vital no ciclo virtuoso que fornece uma produção neutra de CO2, em que a própria fazenda produz a energia que precisa para realizar suas operações, aquecer instalações agrícolas e fazer seus equipamentos funcionarem – conceito de Energy Independent Farm.

O biometano como combustível sustentável é particularmente adequado a fazendas, pois elas têm as matérias-primas e o espaço para abrigar um biodigestor para produzir o gás. “Em 2013, a marca apresentou o primeiro protótipo do trator T6 movido a metano, que vem sendo, desde então, testado com seus clientes. No Brasil, o modelo chegou em 2017 e desde então está em avaliações práticas no campo, como na Chácara Marujo, em Castro (PR)”, explicou Nilson Righi, gerente de marketing para produto.

Mesma eficiência e menos emissões: O novo trator conceito movido a biometano usa motor com uma avançada e eficiente tecnologia de combustão especificamente desenvolvida para aplicações agrícolas pela FPT Industrial, marca que, assim com ao New Holland, pertence à CNH Industrial.

A motorização NEF, de 6 cilindros, desenvolve 180 hp de potência e 740 Nm de torque, o que garante um desempenho equivalente ao modelo movido a diesel. O conceito possui também a mesma durabilidade e intervalos de serviços, mas vai além, gerando uma redução de custos de até 30%, segundo a New Holland.

Vei2 - Hasselblad - New Holland - Divulgação

Foto:  Hasselblad / New Holland / Divulgação

O tanque de combustível tem design inovador e usa uma estrutura tubular em camadas compostas, o que permite um dia inteiro de autonomia – em linha com um modelo equivalente a diesel.

Em condições reais de campo, ele produz, pelo menos, 10% menos de emissões de CO2 e reduz o total de emissões em 80% em comparação com um motor padrão a diesel. Seu desempenho ambiental melhora ainda mais quando alimentado por biometano produzido a partir de restos de colheitas e resíduos de culturas energéticas de origem agrícola, o que resulta em emissões de CO2 próximas a zero.

Estilo reinventado: A New Holland reinventou o estilo de trator, tomando como inspiração o design automotivo, para criar uma aparência totalmente integrada, ao mesmo tempo que acentua elementos de estilo icônicos da marca, como as luzes e as entradas de ar agressivas do capô.

A cabine envidraçada tem uma visibilidade de 360 graus, ou seja, aumento de 20% em comparação com um trator padrão. O teto arqueado de vidro conta com um receptor totalmente integrado de Precision Land Management (PLM), com um interior que oferece um ambiente operacional organizado, com todos os controles essenciais no apoio de braço integrado e parâmetros adicionais controlados por um display interativo.

O conjunto do display, por sinal, é fixo e se move com o volante ajustável, garantindo visibilidade ideal das informações em todas as posições.

Vei4 - Hasselblad - New Holland - Divulgação

Foto:  Hasselblad / New Holland / Divulgação

Motor NEF de 6 cilindros e 180cv

O biodigestor é alimentado com culturas energéticas especificamente produzidas, resíduos animais alimentares ou de culturas. Ele pode usar o lixo coletado de fábricas de alimentos, supermercados e restaurantes, além dos materiais reunidos na fazenda.

O biogás produzido no biodigestor é transferido para uma estação de refinamento, onde é transformado em metano de grau combustível para acionar os veículos e as máquinas da fazenda. O metano também pode ser usado para alimentar um gerador para produzir eletricidade, que pode ser usada na fazenda, além de ser uma fonte elétrica extra para abastecer comunidades locais.

Os subprodutos da biodigestão podem ser usados como fertilizantes naturais nos campos da fazenda. Segundo a Empresa de Pesquisa Energética (EPE), o potencial energético das biomassas (matéria orgânica usada como fonte de energia) no Brasil chegará a cerca de 460 milhões de TEP (Tonelada Equivalente de Petróleo) em 2050.

Já a Associação Brasileira de Biogás e Biometano (Abiogás) considera que o potencial nacional é de cerca de 20 bilhões de metros cúbicos ao ano nos setores sucroalcooleiro e na produção de alimentos.

No setor de saneamento básico, resíduos sólidos e esgotos domésticos é de três bilhões de metros cúbicos ao ano.

A New Holland foi a primeira fabricante a oferecer 100% de compatibilidade com biodiesel, em 2006. Em 2009, desenvolveu o primeiro conceito de trator movido a hidrogênio do mundo, o NH2, oferecendo a viabilidade de sua tecnologia de emissão zero para o futuro.

Vei3 - Aldo Ferrero - New Holland - Divulgação

Foto: Aldo Ferrero / New Holland / Divulgação

Este foi um elemento-chave do conceito Energy Independent Farm da marca, lançado ao mesmo tempo. A empresa continuou a explorar combustíveis alternativos que poderiam oferecer emissões reduzidas e baixar os custos.

Em 2012, criou o seu primeiro trator protótipo movido a propano e, agora, está desenvolvendo um T6 que pode ser abastecido com propano, em parceria com o Propane Education & Research Council (Perc). Em 2013, a New Holland apresentou o primeiro protótipo do trator T6 movido a metano, que vem sendo, desde então, desenvolvido e testado com seus clientes.

Motor NEF 6 da FPT Industrial – O motor NEF de 6 cilindros utiliza uma avançada e eficiente tecnologia de combustão especificamente desenvolvida para aplicações agrícolas pela FPT.

Os 180 cv de potência e 740 Nm de torque são os mesmos do motor equivalente a diesel. Além disso, a motorização NEF 6 tem a mesma durabilidade e os mesmos intervalos de serviços, mas com uma redução de custos de até 30%.

A tecnologia estequiométrica, adotada pela FPT desde 1995, garante o correto equilíbrio químico entre o ar e o biometano em todas as condições de trabalho, garantindo combustão limpa e baixas emissões. A tecnologia é possibilitada pelo design de pistões específicos e injeção multiponto.

Menos ruídos e vibrações traduzem operação silenciosa O motor do protótipo conceito movido a biometano tem ainda o benefício de uma operação mais silenciosa, com nível de ruído reduzido em até 5 dBA. Isso se traduz em uma redução de cerca de 50% nos ruídos e vibrações, o que o torna ideal para operações na cidade, em jardins e de transporte.

Outras vantagens do uso do biometano são a sustentabilidade ambiental, já que o motor não emite CO2, um sistema de Pós Tratamento de Gases (ATS) de baixo custo, com catalizador de três vias, e o fato de o biometano ser um combustível renovável.

Hyundai lança a linha 2019 do HB20

Da Redação

HB20_MY19 (4)A linha 2019 do HB20 chega às concessionárias da Hyundai Motor Brasil a partir deste fim semana, com preços que variam entre R$43,99 mil e R$72,29 mil.

As principais mudanças ficam por conta da ampliação da oferta de central multimídia com TV digital e a alteração na denominação da versão Comfort, que passa a se chamar Unique. Pequenos retoque visuais também foram feitos

O HB20 (hatch) e o HB20S (sedan) receberam nova grade frontal com contorno cromado, à exceção do HB20 Turbo 1.0, que ganha grade frontal com aletas e contorno cromado.

Mudam ainda as rodas de liga de leve diamantadas de 15 polegadas, presentes nas configurações Premium do HB20, e Style e Premium do HB20S.

Na traseira, são novas as lanternas escurecidas nas versões 1.0 do hatch. Já as 1.6 contam com lanternas Clear Type, as mesmas que equipam todas as configurações do sedan.

HB20_MY19 (2)O aventureiro e o esportivo da família também apresentam novidades. O HB20X tem rodas de liga leve diamantadas de 16 polegadas que recebem detalhes em preto, enquanto o HB20 R spec passa a contar com grade frontal e farol de neblina com contorno na cor preto brilhante e rodas de liga leve de 15 polegadas em preto.

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Fotos Externas: Renato Frasnelli / Hyundai Motor Brasil / Divulgação

Além disso, toda a linha 2019 do HB20 (exceto Unique), HB20X e HB20S ganham painel de instrumentos Supervision Cluster Sport, com disposição dos novos elementos internos, padrão de iluminação e tela LCD; e tecla de reconhecimento de voz no volante, disponível nas versões equipadas com central multimídia.

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HB20_MY19 (5)Um dos destaques da linha 2019 é a central multimídia com TV digital. Antes exclusividade da série especial HB20 Copa do Mundo FIFA, agora o recurso de TV fica disponível em todas as versões equipadas com o sistema.

Com tela de 7 polegadas sensível ao toque, oferece conectividade com Apple CarPlay e Google Android Auto, este último capaz de reproduzir o aplicativo de trânsito e navegação Waze.

Possui conexão bluetooth com streaming de áudio, acesso a agenda e histórico de chamadas, MP3 player, reprodutor de fotos e vídeos, conexões USB, auxiliar, comandos de áudio e bluetooth no volante e botão de reconhecimento de voz.

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Fotos Internas: Cacalo / Hyundai Motor Brasil / Divulgação

A opção de entrada do HB20 hatch, comercializada até então como Comfort 1.0, passa a se chamar Unique 1.0.

Assim, a partir de agora, a gama de versões do HB20 passa a ser, pela ordem, Unique (preço a partir de R$43,99 mil), Comfort Plus (preço a partir de R$47,59 mil), e Premium (preço a partir de R$66,79 mil).

Preços e Versões:

HB20 Unique 1.0 (manual 5 machas) – R$43,99 mil

HB20 Comfort Plus 1.0 (manual 5 marchas) – R$47,59 mil

HB20 1.0 Turbo (manual 6 marchas) – R$51,79 mil

HB20 Comfort Plus 1.6 (manual 6 marchas) – R$ 54,55 mil

HB20 Comfort Plus 1.6 (automático) – R$ 58,95 mil

HB20 R spec 1.6 (automático) – R$63,69 mil

HB20 Premium 1.6 (automático) – R$66,79 mil

*Preço dos bancos revestidos em material sintético que imita couro para a versão Premium: acréscimo de R$1,6 mil

HB20S Comfort Plus 1.0 (manual 5 marchas) – R$51,59 mil

HB20S Turbo 1.0 (manual 6 marchas) – R$57,59 mil

HB20S Comfort Plus 1.6 (manual 6 marchas) – R$60,15 mil

HB20S Comfort Plus 1.6 (automático) – R$64,65 mil

HB20S Style 1.6 (automático) – R$66,09 mil

HB20S Premium 1.6 (automático) – R$70,69 mil

*Preço dos bancos revestidos em material sintético que imita couro para a versão Premium: acréscimo de R$1,6 mil

HB20X Style 1.6 (manual 6 marchas) – R$63,10 mil

HB20X Premium 1.6 (automático) – R$71,70 mil

**As versões que não contam com a central multimídia como item de série têm acréscimo de R$1,8 mil no preço informado.

Virtus se destaca pelo espaço e motor 1.0 turbo

José Oswaldo Costa       (Publicado no Diário do Comércio)

Sedan da Volkswagen foi lançado em janeiro no Brasil e vem conquistando números expressivos de vendas

GEDSC DIGITAL CAMERAO novo Volkswagen Virtus foi lançado no fim de janeiro. Até o fim do mês de março, emplacou 4.600 unidades. Seu concorrente direto, o Fiat Cronos, emplacou 1.657 unidades no mesmo período. Os números são da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).

Tivemos a oportunidade de avaliar a versão topo de linha do sedan, a Highline. A dianteira do Virtus é idêntica à do seu “irmão” Polo.

Pode-se dizer que a traseira é uma mistura, muito interessante, do VW Jetta com o Audi A3 sedan. Mesmo que o estilo seja conservador, no que diz respeito ao fato da montadora alemã ter ficado na sua zona de conforto, sem ousadias, mantendo as tradicionais linhas de seus outros modelos, o design é moderno e agrada.

Interessante que, mesmo sendo um modelo derivado do Polo, a VW optou por alterar o entre eixos para ampliar o espaço interno. Dessa forma, ele passou de 2,56 metros (hatch) para 2,65 metros no sedan.

Essa medida é exatamente a mesma do Jetta. Muito boa para um sedan do segmento de compactos. E isso o coloca em condições de disputar mercado no segmento de sedans-médios. Estratégia interessante.

Na lateral, dois destaques: as belas rodas em liga-leve de 17 polegadas (opcionais por R$1,20 mil) e o vinco que se estende das caixas das rodas dianteiras, passando pelas maçanetas das portas, até o porta-malas. Esse último conta com um pequeno spoiler em sua tampa.

GEDSC DIGITAL CAMERAInterior – Por dentro, o maior destaque é, com certeza, o quadro de instrumentos totalmente digital. Ele também é opcional e está no pacote Tech High ao preço de R$3,30 mil.

Além do quadro de instrumentos digital, que recebeu o nome de Active Info Display, o pacote inclui sistema multimídia com tela colorida sensível ao toque de 8 polegadas, indicador de controle de pressão dos pneus, sistema de frenagem automática pós-colisão, detector de fadiga, câmera de ré, porta-malas com sistema de ajuste variável de espaço, sensores de chuva e crepuscular e sensores de estacionamento dianteiros.

Os outros opcionais da versão Highline, presentes na unidade avaliada, são o banco do passageiro dianteiro rebatível – para levar cargas longas, como uma escada, por exemplo – por R$300 e bancos revestidos em material sintético que imita o couro, por R$800.

Mesmo que esteja na média dos modelos oferecidos no mercado nacional, ou seja, não é uma exclusividade da Volkswagen, o material utilizado no acabamento decepciona para um veículo na faixa dos R$80 mil.

O plástico do painel e do console central, mesmo sendo rígido, poderia apresentar melhores texturas e aparência. Em resumo, mais capricho. Nesse quesito, ele está muito mais próximo de um Voyage do que de um Jetta, para melhor exemplificarmos.

GEDSC DIGITAL CAMERAE isso é ruim se pensarmos que seu preço, com todos os opcionais, se aproxima muito de um Toyota Corolla GLi (preço sugerido de R$89,99 mil), que conta com acabamento superior.

Powertrain – Nesse quesito reside o grande trunfo do Virtus frente à concorrência. O motor é o 1.0 turbo, de três cilindros, de 115/128 cv (gasolina/etanol).

O torque é de 200 Nm, seja qual for o combustível escolhido. Desse número foi retirada a nomenclatura “200 TSI” da versão.

A aceleração de 0 a 100 km/h é feita em 9,9 segundos e, a velocidade máxima, é de 194 km/h (abastecido com etanol), de acordo com a montadora.

Além de econômico, principalmente no trânsito urbano, esse propulsor confere grande agilidade ao sedan em qualquer situação. Ultrapassagens são feitas com muita segurança.

A transmissão é automática de 6 marchas, com “borboletas” atrás do volante para trocas manuais. As trocas manuais também podem ser feitas na própria alavanca do câmbio.

GEDSC DIGITAL CAMERAO motorista também conta com o modo de acionamento esportivo (posição S), que altera os momentos das trocas de marchas para rotações mais elevadas, proporcionando aceleração mais rápida e um comportamento mais dinâmico.

O conjunto da suspensão foi bem calibrado, o que garante boa assimilação das irregularidades sem o comprometimento de uma tocada mais esportiva.

Itens de Série – dentre outros, a versão Highline do Virtus conta com controle de tração (ASR), bloqueio eletrônico do diferencial (EDS), controle eletrônico de estabilidade (ESC), assistente de partidas em rampas (HHC), volante multifuncional com “borboletas” (paddle shifts) para trocas manuais de marchas, abertura e fechamento das portas sem a necessidade da chave e botão de partida, controle automático de velocidade, sensores de estacionamento traseiros e ar-condicionado digital.

Também são de série os 4 airbags (dois frontais e dois laterais) e o sistema Isofix para fixação de cadeirinhas infantis. No quesito segurança, é muito importante destacar que o Virtus recebeu 5 estrelas do Latin NCAP nos testes realizados.

Os opcionais para essa versão foram destacados ao longo do texto.

Na tabela da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), o preço do VW Virtus Highline 200 TSI 1.0 é R$80,30 mil. Ou seja, equipado com todos os opcionais oferecidos, como na unidade avaliada, o preço do modelo ultrapassa os R$85 mil.

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Fotos: José Oswaldo Costa

Ficha Técnica

✔ Velocidade máxima — 194 km/h (etanol)

✔ 0 a 100 km/h — 9,9 segundos (etanol)

✔ Potência — 115 / 128 cv (gasolina/etanol)

✔ Consumo Médio Gasolina — 11,3 km/l (cidade) e 14,5 km/l (estrada)

✔ Consumo Médio Etanol — 8,0 km/l (cidade) e 10,6 km/l (estrada)

✔ Distância entre eixos —2,65 metros

✔ Comprimento — 4,48 metros

✔ Largura — 1,75 metro

✔ Altura — 1,47 metros

✔ Capacidade do porta-malas — 521 litros

✔ Capacidade do tanque — 52 litros

✔ Pneus/ Rodas — 205/50 R17 / Liga leve 17 polegadas

L200 Triton Sport ganha novas versões

Amintas Vidal*      (Publicado no Diário do Comércio – Edição: 07/05/2018)

A nova HPE-S , de topo de linha, e a GLS automática juntam-se às demais versões da picape Mitsubishi

Vei 01 Tom Papp DivulgaçãoJá comentamos aqui, em outras oportunidades, que a demanda por picapes tem origem remota, nos anos 80, quando os modelos nacionais modificados de cabine simples para cabine dupla eram a bola da vez.

Na década seguinte, com as importações liberadas, surgiram picapes e SUVs que fizeram os modelos transformados nacionais sumirem do mercado. A empresa Souza Ramos, transformadora que detinha uma grande fatia desse bolo, também sucumbiu aos importados.

Porém, paralelamente, seus proprietários associaram-se à Mitsubishi para comercializar seus veículos importados e posteriormente produzir alguns no Brasil.

Hoje, a empresa HPE é acionista e controladora da Mitsubishi Motors do Brasil e, além de importar diversos modelos da marca e da Suzuki, monta na planta de Catalão (GO) os modelos Mitsubishi L200, Lancer e ASX, além do Suzuki Jimny.

Nessa planta, local escolhido para apresentação deste lançamento, trabalham 2.200 colaboradores. Ela tem flexibilidade para produzir um mix de até 30 versões de diversos modelos e uma capacidade anual para montar até 120 mil unidades.

No complexo são empregados diversos processos produtivos de ponta, principalmente na área de pintura, que garantiram ao parque nacional o menor índice de defeitos de produção entre todas as unidades fabris da Mitsubishi instaladas fora do Japão.

Vei 04- Tom Papp DivulgaçãoL200 Triton Sport é o nome padronizado para as picapes Mitsubishi na linha 2019, que passa a contar com cinco versões: GL MT 2.4 Diesel (R$ 120,99 mil – vendida apenas para frotistas), GLX MT 2.4 Diesel (R$126,99 mil), GLS AT 2.4 Diesel (R$137,99 mil), HPE AT 2.4 Diesel (R$154,99 mil) e HPE-S AT 2.4 Diesel (R$174,99 mil).

Todas são comercializadas com cabine dupla e caçamba, não havendo opção de cabine simples ou cabine com chassi. Suspensões e motor também são únicos. A suspensão dianteira SDS II tem braços triangulares duplos, barra estabilizadora expandida, molas helicoidais mais rígidas e amortecedores hidráulicos. Na traseira, eixo rígido, molas semielípticas e amortecedores hidráulicos defasados.

O motor diesel tem 2.442cm³, injeção eletrônica direta Common Rail com turbo-compressor e intercooler, desenvolve 190cv de potência a 3.500 rpm e 43,9 kgfm de torque às 2.500 rpm.

Fabricado em alumínio, pesa cerca de 30 quilos a menos que os similares feitos em ferro. Sua baixa taxa de compressão reduz as vibrações. Turbina de geometria variável e o sistema MIVEC, com atuação dinâmica no comando de válvulas, são outras tecnologias que aumentam a sua eficiência energética. As versões com câmbio manual contam com seis marchas e, as automáticas, com cinco.

Suas dimensões são: comprimento – 5,28 metros, largura – 1,79 metro, altura – 1,82 metro, distância entre eixos – 3,0 metros. Sua capacidade de carga é de uma tonelada. O tanque de combustível comporta 75 litros. Em aptidão para o fora de estrada o modelo apresenta os mesmos números para todas as versões: ângulo de entrada: 30°, ângulo de saída: 22°, ângulo de rampa: 26°, inclinação lateral: 45°, altura livre do solo: 220 mm e travessia com água: 600 mm.

Vei 03 - Tom Papp Divulgação4×4 – Todas as versões contam com tração 4×4 comutada por comando elétrico através de botão no console central, mas com tecnologias distintas. Nas três versões de entrada, equipadas com o sistema EasySelect, apenas a tração 4×2 pode ser usada no asfalto.

A 4×4 e a 4×4 reduzida, somente na terra. Já as nas versões HPE e HPE-S o sistema SuperSelectII tem um segundo modo 4×4 que pode ser usado no asfalto. Em ambos os sistemas a mudança da tração 4×2 para 4×4 pode ser realizada até os 100 km/h. Já no modo 4×4 com reduzida em 2,566 vezes, apenas parado e com a marcha em neutro ou ponto morto.

Desenhos das grades e acabamentos externos sem pintura, pintados ou cromados diferenciam as versões. Internamente, materiais como forrações em tecido ou couro, plásticos simples ou com acabamentos metalizados e em preto brilhantes são as variáveis que dão distinção às opções.

Todas as versões apresentam um pacote completo de equipamentos básicos de série: ar-condicionado, direção hidráulica, vidros, travas e retrovisores elétricos, duplo airbag e ABS com distribuição eletrônica de frenagem.

Vei 07- Tom Papp (51)Na GL, o sistema de som é opcional e básico. Nas demais é de série e ganham recursos em cada versão: vão do rádio com CD, conexão bluetooth e entrada USB ao mais sofisticado sistema multimídia com tela touchscreen capacitiva de 7 polegadas, CarPlay&AndroidAuto, AppWaze + Spotfy. GPS/NAVI (off-line) Wi-Fi, comando de voz, bluetooth com áudio streaming, entrada USB, auxiliar, SD Card e conexão para subwoofer.

As versões HPE e HPE-S apresentam os equipamentos mais diferenciados. Ar-condicionado digital de duas zonas, paddle shifts grandes e fixados na coluna de direção para troca de marchas, chave presencial para abertura das portas e partida do motor, revestimento em couro, assistente de partida em rampa e para condução de trailer, controle de estabilidade e controle de tração, controle automático de velocidade, entre muitos outros.

A HPE-S, além desses equipamentos, tem rodas aro 17, nove airbags, o sistema multimídia mais completo citado acima e a grade frontal cromada com elementos horizontais e, não, os polêmicos verticais que se assemelham às picapes indianas e ainda estão presentes nas outras quatro versões.

Vei 06 - Tom Papp (50)Test-drive – A Mitsubishi organizou um test-drive off-road de verdade, passando por estradas de terra e trilhas que cortam fazendas nos arredores da fábrica em Catalão.

Também circulamos por vias asfaltadas e a versão testada foi a HPE-S. O comportamento das suspensões foi o destaque. O conjunto, mais firme que o usual, faz a picape absorver os impactos com pouca oscilação da carroceria, tanto lateralmente como longitudinalmente. Mesmo assim é confortável e transmite segurança ao motorista.

Vei 02 Tom Papp DivulgaçãoEm algumas lombadas a picape decolava e pousava sem pular ou perder a trajetória ao tocar o solo, mesmo pesando 2 toneladas. Nas curvas, a L200 também não inclina lateralmente em excesso e o sistema SuperSelectII garantiu boa tração em todos os tipos de pisos.

Apesar de copiar bem as irregularidades do solo, a L200 é uma tradicional picape com chassi e transmite vibrações para a cabine, mas esse é o preço que se paga por uma base rígida, adequada ao fora de estrada.

Entre as suas concorrentes, é a mais confortável que já avaliamos em estradas esburacadas. Também circulamos por trilhas com diversos obstáculos e ela apresentou a mesma competência ao transpô-los, com o auxílio da reduzida com bloqueio do diferencial.

É um desempenho que faz jus ao “DNA4x4”, conceito apregoado pela Mitsubishi e reforçado em diversos ralis de regularidade e de velocidade organizados pela marca.

No asfalto, o câmbio de apenas 5 marchas é insuficiente para acompanhar a elasticidade do motor. Mesmo assim, o desempenho é satisfatório, mas para manter velocidades mais altas, é preciso andar em rotações elevadas para um propulsor a diesel.

A Mitsubishi L200 Triton Sport entrega o melhor equilíbrio entre desenvoltura no fora de estrada e conforto, ideal para quem mora em cidades e também “foge” do asfalto com frequência.

Vei 05 - Tom Papp Divulgação

Fotos: Tom Papp / HPE Autos / Divulgação

*o colaborador viajou à convite da HPE Autos

No Salão de São Paulo, a evolução do automóvel

Chico Lelis*

MEU LOGO

Quem é fã das máquinas sobre quatros rodas aguarda ansiosamente. Faltam sete meses para a abertura oficial da 30ª edição do Salão Internacional do Automóvel de São Paulo, que será realizado entre os dias 8 e 18 de novembro no São Paulo Expo, na capital paulista (KM 1 da rodovia dos Imigrantes).

Como acontece tradicionalmente desde a primeira edição realizada no Parque Ibirapuera em 1.960, o Salão deste ano certamente será muito melhor do que o último, promovido em 2016.

E o que faz com que a cada dois anos a mostra seja cada vez melhor é o compromisso público dos fabricantes com a satisfação e o entusiasmo dos seus clientes, dos simpatizantes das suas marcas, colecionadores, fãs e dos “loucos” por automóveis, picapes, vans e utilitários.

São milhões de reais investidos anualmente para o aprimoramento, modernização e evolução dos veículos que, prontos para entrar no mercado ou na condição de protótipos ou veículos conceito, habitualmente são mostrados em primeira mão nos estandes de salões realizados em vários países do mundo, durante o ano todo.

Vale destacar que, atualmente, “as meninas dos olhos” dos fabricantes, e do consumidor,  são os SUVs, os carros híbridos, como o Prius e o Lexus, os  elétricos e os autônomos.

Toyota mostra sua linha

E a Toyota reinventando o futuro

Instalada no Brasil desde 1958, e participante do Salão de São Paulo a partir da terceira edição, em 1962, ocasião em que mostrou para o público o seu primeiro veículo Land Cruiser, na modalidade CKD, que recebeu o nome de Bandeirante, a Toyota do Brasil fará a diferença no Salão de São Paulo 2018.

O Land CruiserAlém de expor as últimas versões dos modelos Corolla, Etios, Camry, Hilux, RAV 4, SW4 e apresentar o novíssimo Yaris, a marca japonesa vai aproveitar a importante vitrine que atrai as atenções do mundo todo para renovar publicamente seus compromissos com a evolução tecnológica, a proteção e preservação ambiental e a garantia de um futuro melhor para todos nós.

Com certeza, será no Salão de São Paulo que a Toyota apresentará ao público o primeiro veículo do mundo que combina um propulsor elétrico e outro flexível a gasolina e etanol, um novíssimo híbrido flex, ou a terceira geração do Prius.

O novo hibrido flex, que está em fase de avaliações e testes indispensáveis para a validação do produto, é resultado de um projeto que colocou lado a lado as equipes de engenharia da Toyota Motor Corporation, no Japão, e da Toyota do Brasil, e que conta com o apoio da ÚNICA – União da Indústria de Cana-de-Açúcar.

Prius Hibrido Flex

Fotos: Divulgação (responsabilidade do editor da Coluna)

Para quem é louco por carro e quer conhecer a “reinvenção do futuro”, uma dica: a organização do 30º Salão Internacional do Automóvel de São Paulo já colocou no ar uma página no site do evento para quem quiser se inscrever para ser informado sobre o início das vendas dos ingressos.

Basta acessar: http://www.salaodoautomovel.com.br/Ingressos.

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 *chicolelis – chicolelis@gmail.com – Jornalista com passagens pelos jornais A Tribuna  (Santos), O Globo e Diário do Comércio. Foi assessor de Imprensa na Ford, Goodyear e, durante 18 anos, gerenciou o Departamento de Imprensa da General Motors do Brasil. Assina a coluna “Além do Carro”, na revista Carro, onde mostra ações do setor automotivo nos campos social e ambiental.

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Comunicado

Prezados(as) Leitores(as),

Sou o jornalista responsável por todas as publicações feitas no blog DC Auto.

Com a matéria sobre o lançamento do Ford Mustang, publicada há pouco, faço uma pausa para recarregar as baterias. É hora de descanso e férias.

Dessa forma, conto com a compreensão de todos vocês, uma vez que o blog não será atualizado até o meu retorno, no mês de maio.

Nesse período da minha ausência, o DC Auto continuará sendo publicado, toda sexta-feira, na versão impressa do Diário do Comércio.

Essas matérias poderão ser acessadas, também, no site do jornal: http://www.diariodocomercio.com.br

Nos revemos em breve, com muitos assuntos e matérias interessantes sobre o apaixonante mundo dos motores.

Forte abraço,

José Oswaldo Costa

Ford Mustang é apresentado oficialmente

José Oswaldo Costa*   (Publicado no Diário do Comércio – Edição: 06/04/2018)

de São Paulo / SP

Esportivo icônico, lançado em 1964, chega ao Brasil em versão única GT com motor 5.0 V8 de 466 cv

Vei1 - Pedro Bicudo - Ford - DivulgaçãoUm ícone da indústria automotiva mundial está, oficialmente, entre nós. A Ford lançou, nessa semana, o Mustang. Lançado nos Estado Unidos em abril de 1964, o muscle car chega ao Brasil em sua 6ª geração.

Segundo a Ford, ele é o modelo esportivo mais vendido dos EUA nos últimos 52 anos. Na Europa, onde chegou em 2015, teve 9,3 mil pedidos durante sua pré-venda (em 2014) e, desde o lançamento oficial, já emplacou mais de 33 mil unidades.

No Brasil, sua pré-venda teve 275 pedidos sendo que, desses, 187 unidades já foram emplacadas. Interessante destacar que, desse volume, 30% foi dar cor vermelha, 20% na cor preta e 15% na cor branca. Importante informar que todas as 11 cores do catálogo do Mustang estão disponíveis para o consumidor nacional.

Comercializado, hoje, em mais de 140 países, ele desembarca no País em versão única, a GT. O preço, promocional de lançamento, é R$ 299,90 mil. Essa versão, nos Estados Unidos, é vendida por US$ 54 mil, segundo informou a Ford.

Usina de Força – O ronco do motor do Ford Mustang GT é de arrepiar qualquer amante de automóveis. Verdadeira música para os ouvidos. É difícil imaginar que o seu dono realmente aproveitará o sistema de som, incorporado ao multimídia – com tela de 8 polegadas sensível ao toque e com acesso ao Apple CarPlay e ao Android Auto –,  já que o motor 5.0 V8 é tudo o que se quer ouvir quando estamos ao volante.

Vei2 - Pedro Bicudo - Ford - DivulgaçãoEsse motor, denominado pela Ford como Coyote, é de 3ª geração. Ele é capaz de gerar 466 cv e 556 Nm de torque (a 4.625 rpm). Interessante que o “nosso” Mustang tem mais cavalos do que o norte-americano.

Lá, ele possui 460 cv. Segundo a Ford, o ganho de 6 cv se deve à alta concentração de etanol, que é misturado na composição da nossa gasolina. O motor conta com sistema de injeção de combustível direta e indireta e duplo comando de válvulas variável.

O Mustang GT leva 4,3 segundos para sair da imobilidade e atingir os 100 km/h. A velocidade máxima, limitada eletronicamente, é de 250 km/h.

A transmissão automática, com possibilidade de trocas manuais por meio de “borboletas” (paddle shifts) atrás do volante, é de 10 marchas. De acordo com a montadora, as trocas são realizadas em menos de 0,5 segundo.

Ford Mustang GT Premium 2018_Estúdio (4)A suspensão adaptativa não precisou passar por alterações para que o esportivo possa rodar em nossas ruas e estradas. Isso devido à tecnologia MagneRide, que utiliza amortecedores com fluido viscoso eletromagnético e sensores que monitoram as condições da pista mil vezes por segundo para oferecer a melhor resposta em cada situação de rodagem, conforme explicou a montadora.

Tecnologias – O Ford Mustang GT é equipado com seis modos de direção. Eles permitem um ajuste diferenciado para a direção, para a resposta da aceleração, para as configurações da transmissão e do controle de estabilidade.

São eles: Normal, Esportivo, Esportivo+, Pista, Drag e Neve/Molhado, além de uma seleção que o condutor pode personalizar ao seu gosto (MyMode).

Mesmo sendo um legítimo esportivo, o modelo conta com tecnologias semiautônomas. Podemos destacar o piloto automático adaptativo, o alerta de colisão com assistente autônomo de frenagem e detecção de pedestres, o assistente de frenagem de emergência e o sistema de permanência em faixa com detecção de fadiga.

O Mustang GT também vem equipado com o Track Apps, função que permite registrar vários dados de performance do veículo, como aceleração, tempo de volta e frenagem. O Line Lock, que bloqueia eletronicamente as rodas dianteiras para o preaquecimento dos pneus traseiros em largadas, o famoso burnout, é um recurso exclusivo para as pistas.

Vei5 - Pedro Bicudo - Ford - DivulgaçãoNo quesito segurança, destacamos a presença de 8 airbags (frontais, laterais, do tipo cortina e de joelhos); freios esportivos Brembo, controles eletrônicos de estabilidade e tração, assistente de partidas em rampas, câmera de ré, farol alto automático, sensor de chuva, sensor de estacionamento traseiro e sensor de monitoramento da pressão dos pneus.

Habitáculo é muito confortável

O quadro de instrumentos, totalmente digital, é de 12 polegadas. Ele é configurável e permite selecionar várias telas. Além disso, oferece 27 opções de cores.

Como dissemos anteriormente, o sistema multimídia (SYNC 3) conta com tela sensível ao toque de 8 polegadas. Ela apresenta conexão bluetooth e duas entradas USB do tipo smart charge.

O multimídia é equipado com assistência de emergência que faz uma ligação automática para o Samu em caso de acidentes com acionamento dos airbags ou corte de combustível. Esse sistema fornece a localização do veículo e dados como velocidade, tipo do acidente e o uso dos cintos de segurança e dos airbags para auxiliar o atendimento.

Caso o proprietário se canse do ronco do poderoso motor (será?!), poderá utilizar o sistema de som Shaker Pro PremiumSound. Ele tem 390 W de potência e 12 alto-falantes, incluindo um subwoofer de 8 polegadas.

Vei3 - Pedro Bicudo - Ford - DivulgaçãoOs bancos revestidos em couro são equipados com sistemas de aquecimento e refrigeração. A maioria dos ajustes são elétricos, mas o do encosto é manual.

De acordo com a Ford, o Mustang rodou, no Brasil, mais de 48.500 km para testes. Foram avaliados, principalmente, a durabilidade, as emissões de poluentes, os ruídos (internos e externos) e a eficiência energética. Além disso, foi feita a calibração do motor para o combustível nacional.

As revisões do muscle car têm preço fixo durante os três anos de garantia: R$2,88 mil. O comprador do modelo pode optar em estender a garantia para 4 ou 5 anos através dos planos de manutenção chamados de Ford Protect. Ele podem ter quatro ou cinco revisões. Esses planos têm os preços de R$ 4,43 mil e R$ 5,57 mil, respectivamente.

Nas revisões, os itens verificados são os seguintes: óleo do motor, fluido de freio, filtro de óleo do motor, filtro de combustível, elemento filtro de pólen da caixa de ventilação, elemento filtro de ar e vela de ignição.

Apesar do seu já belíssimo design, os proprietários ainda contam com alguns acessórios para diferenciá-lo. São eles: entrada de ar para as janelas traseiras, entrada de ar para os para-lamas traseiros, rodas de 19 polegadas de alumínio com acabamento em pintura de níquel brilhante, tapete protetor para o porta-malas e capa externa para proteção do veículo contra intempéries.

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Fotos: Pedro Bicudo / Ford / Divulgação

*o jornalista viajou à convite da Ford