Nova BMW G 310 R chega agora, em agosto, nas concessionárias da marca

Da Redação

P90244547_highRes_the-bmw-g-310-r-on-lA nova motocicleta da BMW Motorrad já tem data de lançamento no mercado brasileiro: dia 12 de agosto. As primeiras unidades já saíram da fábrica do BMW Group, em Manaus, para abastecer a rede de 39 concessionárias da marca no Brasil.

De acordo com a BMW, todas as motocicletas dedicadas para a pré-venda foram vendidas em apenas três semanas e serão entregues em agosto para os clientes que optaram por esta compra.

Em setembro, começarão as entregas para os motociclistas que optarem pela aquisição na Rede BMW Motorrad.

“Estamos orgulhosos com a qualidade de produção atingida no Brasil. Em menos de um ano de operação com a nossa fábrica própria, conseguimos consolidar a manufatura e estamos prontos para novos desafios”, afirmou Alejandro Echeagaray, diretor da BMW Motorrad para a América Latina e Caribe.

Apresentada como conceito no Salão Duas Rodas de 2015, em São Paulo, a G 310 R começou a ser produzida em maio deste ano na fábrica de Manaus e, neste mês, teve a sua pré-vendas esgotada em menos de três semanas.

Compacto, leve e ágil, o modelo tem motor monocilíndrico de 313 cm³ de 34 cv de potência a 9.500 rpm e um torque máximo de 28 Nm a 7.500 rpm. O preço sugerido é de R$21,90 mil.

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Fotos: Joerg Kuenstle / BMW Morrad / Divulgação

BMW convoca proprietários das R 1200 GS e R 1200 GS Adventure

Da Redação  (Publicado no Diário do Comércio – Edição: 14/07/2017)

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Foto: BMW do Brasil / Divulgação

A BMW do Brasil está convocando os proprietários das motocicletas BMW modelos R 1200 GS e R 1200 GS Adventure, fabricadas entre 28/10/2013 e 04/07/2017.

Eles devem entrar em contato com um concessionário autorizado para agendarem gratuitamente a verificação e o reparo dos cilindros internos da suspensão dianteira, em decorrência de possível folga destes cilindros com o componente denominado mesa superior.

Tal folga decorre de impactos severos em grandes obstáculos e buracos em alta velocidade, por exemplo, a depender do modo de condução e tipo de terreno.

Manifestada a falha, poderão ocorrer leves vazamentos de óleo, ruídos no sistema de suspensão e, no pior cenário, a perda da estabilidade da direção.

Nessas hipóteses, não se descarta a possibilidade de ocorrência de danos físicos e materiais aos ocupantes da motocicleta e a terceiros.

A verificação e o reparo poderão ser realizados a partir de 31/07/2017, conforme agendamento com o cliente, e sua duração é de cerca de 2 horas.

Os códigos de chassis, não seqüenciais, envolvidos na campanha são:

Modelo: R 1200 GS – De: Z133576 /  Até: ZE62597

Modelo: R 1200 GS Adventure – De: Z200595 / Até: ZG05507

Cinto de segurança deve ser usado pelos passageiros do banco traseiro

Da Redação   (Publicado no Diário do Comércio – Edição: 14/07/2017)

O Cesvi Brasil (Centro de Experimentação e Segurança Viária) desenvolveu esse boletim técnico, muito interessante, que trata sobre o uso – e a importância – do cinto de segurança no banco traseiro.

Para muita gente, isso é algo desnecessário. Tanto que grande parte das pessoas simplesmente não tem o hábito de usar esse equipamento de segurança – que é de extrema importância.

Em alguns táxis, por exemplo, você nota que os cintos traseiros permanecem escondidos embaixo dos bancos – o passageiro nem tem a opção de utilizá-lo, e isso comprova que nesses carros o dispositivo é completamente ignorado.

Esse descaso todo tem uma explicação: uma sensação de (falsa) segurança por parte de quem está no banco de trás. Essa pessoa considera que, no caso de uma colisão, o banco da frente servirá de apoio e amortecerá o impacto.

Nada mais longe da verdade: nos casos de capotamento, por exemplo, os passageiros sem cinto no banco de trás podem ser arremessados para fora do veículo – o que pode ser fatal.

A verdade que muitos custam a reconhecer é que o uso do cinto no banco de trás é tão importante quanto a utilização na frente. É esse uso que garantirá que o passageiro, na eventualidade de uma batida de trânsito, ficará preso ao banco, sem se chocar contra as partes rígidas do interior do veículo, como colunas, volante, painel e até mesmo o para-brisa.

Além disso, é um fator de diminuição de risco também para os passageiros da frente, que não serão atingidos pelos corpos dos de trás – um peso maior do que se costuma imaginar.

Isso porque, numa batida, o peso de corpos e objetos projetados dentro do veículo se multiplica, aumentando muito o risco de uma fatalidade.

Numa colisão a 50 km/h, por exemplo, um adolescente de 50 kg sem cinto no banco traseiro pode ser arremessado contra os passageiros da frente com um peso aproximado de 1,25 tonelada. Seria como se um filhote de elefante te esmagasse dentro do veículo.

E as crianças? – Meninos e meninas soltos dentro do carro também representam um enorme risco. Crianças devem ser transportadas usando equipamentos de retenção de acordo com a idade e o peso de cada uma – e sempre no banco de trás.

Esses equipamentos devem contar com o cinto de três pontos para a sua correta fixação. Para cadeirinhas e assentos infantis, também há dispositivos, como o ISOFIX, que eliminam a necessidade de utilização do cinto de segurança.

Para crianças maiores de 10 anos, o cinto poderá ser utilizado diretamente, sem os equipamentos específicos de retenção. Mas preste atenção se eles não estão próximos demais do pescoço da criança.

O condutor que não estiver fazendo uso do cinto de segurança no banco dianteiro ou transportando passageiros sem cinto pode ser autuado com uma multa grave no valor de R$ 197,23, além de ganhar 5 pontos na Carteira Nacional de Habilitação.

Kicks passa a ser produzido no Brasil

Utilitário esportivo da Nissan conta, agora, com quatro versões de acabamento e câmbio manual

José Oswaldo Costa*      (Publicado no Diário do Comercio – Edição: 07/07/2017)

de Resende (RJ)

Vei1A Nissan informou, em evento realizado na planta de Resende (RJ), que as pouco mais de 20 mil unidades do Kicks, que foram importadas do México desde o lançamento no Brasil, foram totalmente vendidas no País.

Inclusive, houve um boom de vendas no mês de março que abalou os estoques do SUV compacto para os meses seguintes, fazendo com que perdesse espaço na briga do segmento.

Realmente, os números da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) comprovam isso. Foram 3.501 unidades emplacadas do modelo em março.

Até o fim do de junho, o Kicks acumulou 12.766 unidades vendidas, o que dá uma média de cerca de 2.127 unidades/mês. Esses números, e a limitação imposta pela importação, o colocam na quinta colocação entre os mais vendidos do segmento de utilitários esportivos compactos.

Ele fica atrás do Honda HR-V, do Jeep Renegade, do Hyundai Creta e do Ford EcoSport, líderes nessa ordem. Lembrando que o Kicks foi lançado em julho do ano passado, sendo o carro oficial das Olimpíadas do Rio de Janeiro.

Vei2O SUV já é o modelo da Nissan mais vendido no Brasil. Antes da queda do número de unidades disponíveis, que atrapalharam as vendas, o Kicks chegou a ser o 3º utilitário compacto mais vendido, com 14,9% de market share.

Disposta a melhorar no ranking, a Nissan aposta, agora, na nacionalização do modelo. Até porque, sua produção na planta da montadora em território nacional permite não somente o aumento de unidades disponíveis para o mercado como, também, mais opções de versões.

O Kicks também passa a oferecer outras cores, como o vermelho, além de novas opções com o teto em cor diferenciada. Agora, além da já conhecida carroceria cinza com teto laranja, há outras quatro: prata com teto preto, branco com teto preto, cinza com teto preto e preto com teto cinza.

Além do já conhecido câmbio CVT, o Kicks passa a ter opção pelo câmbio manual de 5 marchas. O motor permanece o mesmo para todas as versões: 1.6 16V capaz de render até 114 cv e 15,5 kgfm de torque.

O consumo na cidade para o câmbio manual, de acordo com medições do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), é de 7,8 km/l (etanol) e 11,1 km/l (gasolina).

Vei4Na estrada, também equipado com câmbio manual, são 9 km/l (etanol) e 13 km/l (gasolina). Com câmbio CVT, as médias são de 7,7 km/l na cidade e 9,4 km/l na estrada, com etanol, e 11,4 km/l na cidade e 13,7 km/l na estrada, com gasolina.

Versões e preços:

S – câmbio manual de 5 marchas (R$70,50 mil): Equipada, de série, com airbag duplo, volante multifuncional com assistência elétrica, freios com ABS, EBD e assistência de frenagem, rádio com entrada para MP3 player, conector USB e Bluetooth, travamento central das portas, vidros dianteiros e traseiros elétricos, entre outros.

Acrescentado R$ 1,2 mil ao preço, o cliente leva o pacote denominado Pack Safety que inclui controles de estabilidade e tração e sistema de partidas em rampas (HSA). As fotos que ilustram essa matéria (Kicks branco e do interior) são dessa versão.

S – câmbio CVT (R$ 79,20 mil): Todos os equipamentos da versão anterior. Nesse caso, o Pack Safety já está incluído no preço. Acrescenta rodas em liga-leve de 16 polegadas e pneus 205/60 R16.

SV – câmbio CVT (R$ 85,60 mil): Vem de série com todos os equipamentos das versões S. Eles são acrescidos de: câmera traseira de ré, chave presencial, botão de partida que elimina a chave, faróis de neblina, retrovisores externos com regulagem elétrica, rodas em liga-leve de 17 polegadas e pneus 205/55 R17, sensor de estacionamento, sistema de navegação integrado ao painel e sistema multimídia com tela sensível ao toque de 7 polegadas, entre outros.

O Pack Plus, que tem o preço de R$ 3 mil, inclui acabamento em couro para os bancos e airbags laterais do tipo cortina.

Vei6SL – câmbio CVT (R$ 94,90 mil): Como de praxe, inclui todos os equipamentos das versões anteriores. Essa versão topo de linha acrescenta acabamento em couro para os bancos, acendimento automático dos faróis, airbags laterais e do tipo cortina, ar-condicionado automático digital, visão de 360º do carro através de 4 câmeras (para-choque dianteiro, traseiro e retrovisores externos), detector de objetos em movimento, controle dinâmico de chassis, maçanetas cromadas, painel multifuncional em HD de 7 polegadas e 12 funções, retrovisores externos automaticamente rebatíveis, entre outros.

Pelo preço de R$ 2,4 mil o comprador pode adquirir o Pack Tech para essa versão, que traz: alerta de colisão com assistente inteligente de frenagem e faróis dianteiros com assinatura em LED.

A Nissan também passa a disponibilizar uma versão para pessoas portadoras de deficiência (PcD) e para taxistas. Com o nome de S Direct, ao preço sugerido de R$ 68,64 mil, ela vem de série equipada com câmbio CVT, controles de estabilidade e tração, sistema de partidas em rampas, airbag duplo, ar-condicionado, direção elétrica, bancos forrados em tecido, rodas em aço (com calotas) de 16 polegadas, entre outros.

Vei3Interessante essa última versão tendo em vista os números apresentados pela Nissan durante o evento de lançamento na fábrica de Resende. De acordo com a montadora, são cerca de 40 milhões de pessoas, no Brasil, que podem adquirir seu veículo nessas condições (PcD).

E, em 2015, foram apenas 106 mil unidades vendidas para esse público. Mesmo tendo alcançado um aumento de 26,5% na comparação com 2014, o potencial de crescimento é realmente incrível.

O Nissan Kicks nacional, em algumas versões, já estará disponível nas concessionárias da marca ainda nesse mês.

A produção do Kicks no complexo industrial da Nissan, em Resende (RJ), é parte dos investimentos que a companhia vem fazendo no Brasil para aumentar a sua presença no país. Para fabricar o modelo em solo nacional, a Nissan investiu R$ 750 milhões.

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Fotos: Pedro Danthas / Nissan / Divulgação

Com capacidade para produzir até 200 mil veículos e 200 mil motores por ano, a planta de Resende é fundamental para os objetivos de crescimento com foco na qualidade da Nissan no Brasil. Trata-se de uma das mais modernas e sustentáveis fábricas da empresa no mundo.

* O jornalista viajou a convite da Nissan

Nissan Kicks passa a ser produzido em Resende (RJ)

José Oswaldo Costa*

de Resende / RJ

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Foto: José Oswaldo Costa

O Nissan Kicks, até então importado do México, passa a ser fabricado na planta da montadora em Resende (RJ).

Agora, o SUV conta com quatro versões: S (1.6 / câmbio manual de 5 marchas) – R$70, 50 mil; S (1.6 / câmbio CVT) – R$79,20 mil; SV (1.6 / câmbio CVT) – R$85,60 mil e SL (1.6 / câmbio CVT) – R$94,90 mil.

Também passa a oferecer uma versão para o uso de pessoas com deficiência (PcD) e táxis: S Direct (1.6 / câmbio CVT) – R$68,64 mil.

Veja todas as novidades, como a nova cor vermelha da foto que acompanha esse texto, no DC Auto (Diário do Comércio), sexta-feira.

*o jornalista viaja a convite da Nissan