Renault Captur ganha opção pelo câmbio CVT

Da Redação      (Publicado no Diário do Comércio – Edição: 23/06/2017)

Somente as versões do utilitário equipadas com motor 1.6 foram contempladas com a tecnologia

Renault CAPTUR XTRONIC CVT. Foto: Rodolfo Buhrer / La Imagem / RenaultO Renault Captur passa a oferecer, a partir de agora, a opção pelo câmbio CVT, que proporciona mais conforto aliado à economia de combustível.

A transmissão X-Tronic está disponível no Captur com motorização 1.6. O casamento do câmbio continuamente variável – que tem opção de seis marchas simuladas – com o novo motor garante um rodar suave e silencioso em velocidade de cruzeiro.

Como este câmbio não tem trocas de marchas, a condução é sempre suave. Além disso, o motor pode ser mantido em rotação constante, auxiliando no menor consumo de combustível.

O Captur CVT é fruto do desenvolvimento da equipe de engenharia da Renault Tecnologia Américas (RTA), que tem como objetivo desenvolver produtos voltados às necessidades e ao perfil do consumidor latino-americano.

De acordo com a montadora, o Captur rodou mais de 1,5 milhão de quilômetros apenas no Brasil.

Renault CAPTUR XTRONIC CVT. Foto: Rodolfo Buhrer / La Imagem / RenaultAgora o SUV conta com duas opções de motorização e três de câmbios: 1.6 manual, 1.6 CVT e o 2.0 16V com transmissão automática.

O câmbio CVT (Continuously Variable Transmission) oferece relações de marcha continuamente variáveis, ou seja, tem “marchas infinitas”. O maior diferencial em relação ao câmbio automático tradicional é a ausência de engrenagens.

Como característica, este câmbio é econômico e permite aceleração contínua, sem trancos, o que dá a impressão de que o carro nunca troca de marchas.

Seu funcionamento acontece da seguinte forma: uma correia metálica liga duas polias com sulco em forma de “V” e largura variável. A primária, também conhecida como condutora, recebe o torque do motor, enquanto a secundária transmite ao diferencial.

Cada polia tem dois cones que podem se afastar ou se aproximar por meio de um sistema hidráulico, diminuindo ou aumentando a largura do canal onde passa a correia. De acordo com a demanda do motorista, este afastamento ou aproximação dos cones aumenta ou reduz a velocidade do carro.

Renault CAPTUR XTRONIC CVT. Foto: Rodolfo Buhrer / La Imagem / RenaultQuando os cones estão juntos, o canal fica mais estreito e o raio da polia aumenta. Em marcha reduzida, a polia primária apresenta um raio menor, enquanto a polia secundária fica com raio maior.

Na medida em que o carro acelera, o movimento das polias se inverte e a relação de marcha fica maior. A distância entre as polias é fixa. Assim, o câmbio CVT apresenta uma infinidade de marchas entre as menores e maiores relações.

Trocas manuais – Um dos diferenciais do câmbio utilizado pela Renault é um software de gerenciamento que dá a opção ao condutor de reproduzir seis marchas virtualmente. A transmissão X-Tronic oferece, em todas as versões, a possibilidade de troca manual na alavanca de câmbio.

a (10)Ao motorista, cabe posicionar a manopla à esquerda para assumir o controle. A opção traz vantagem em performance, especialmente nas ultrapassagens e arrancadas.

Esta transmissão traz relações mais longas em comparação a outros câmbios do mercado, sem abrir mão de desempenho e prazer ao dirigir.

As acelerações são constantes e eficientes. O desenvolvimento desta transmissão foi baseado em três pilares: linearidade, agilidade e dirigibilidade.

O efeito pode ser percebido em retomadas de velocidade ou saídas de semáforo, por exemplo. Para os passageiros, a sensação é de conforto, sem que haja qualquer tranco.

Pensando no conforto, há o sistema Lock-up com Active Slip Control. Neste sistema, a polia é liberada de forma gradual para que o torque seja transmitido de forma linear.

Essa característica garante acelerações com respostas mais vigorosas e sem alternâncias, pois “segura” a polia e a solta de forma gradual para que o torque seja transmitido de forma linear e rápida.

Renault CAPTUR XTRONIC CVT. Foto: Rodolfo Buhrer / La Imagem / Renault

Fotos: Rodolfo Buhrer / Renault / Divulgação

A caixa que equipa o Captur é produzida pela Jatco, empresa da Aliança Renault-Nissan.

O Captur tem garantia de fábrica de 3 anos ou 100 mil quilômetros rodados, prevalecendo o que ocorrer primeiro. Clientes que optarem pelas facilidades de financiamento via Banco Renault têm 5 anos de garantia total.

O plano de manutenção do modelo prevê revisões periódicas a serem feitas em intervalos de 10 mil quilômetros ou a cada ano de uso.

Além disso, a rede de concessionárias Renault oferece para os proprietários o programa “Revisão com Preço Fechado” e o “Pacote de Preço Fechado de Peças”, que reúne os principais itens de desgaste e manutenção.

Esses dois serviços permitem aos clientes saberem de forma antecipada quanto gastarão para a realização de reparos, já que os preços sugeridos dos dois pacotes incluem os valores de peças e mão de obra.

Vale ressaltar que a taxa de financiamento melhora quando o cliente opta pelo contrato de manutenção já no momento de compra do veículo.

Os proprietários dos modelos também contam com o apoio do Renault Assistance, um serviço de atendimento emergencial e de socorro mecânico disponível 24 horas por dia, em todo território nacional.

Esta assistência oferece técnico para reparo no local, remoção do automóvel para a concessionária mais próxima, meio de transporte alternativo aos ocupantes do veículo, entre outros. Para os veículos de passeio, o serviço é oferecido, gratuitamente, por 24 meses após a compra e 12 meses para veículos utilitários.

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