Kawasaki inicia pré-venda da Ninja H2

Da Redação

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Kawasaki Ninja H2

A Kawasaki dá o start para a pré-venda dos modelos Ninja H2, Ninja H2 Carbon e Ninja H2R, através da rede de Concessionárias Autorizadas Kawasaki em todo o Brasil.

Diferentemente do formato adotado nos anos anteriores, as novas H2, H2 Carbon e H2R serão comercializadas exclusivamente sob encomenda, com prazo para produção no Japão, importação e entrega no Brasil em até seis meses após a efetivação do pedido.

O destaque é para a Ninja H2 Carbon, edição limitada a somente 120 unidades em 2017. Baseada na Ninja H2, a versão Carbon terá carenagem frontal em fibra de carbono similar à da Ninja H2R, uma pintura especial e uma placa com número de série.

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Kawasaki Ninja H2 Carbon

Os três modelos tornaram-se objetos de desejo desde que foram apresentados em outubro no Salão Intermot na Alemanha. Agora no Brasil, está no ar um hotsite exclusivo, com informações e um formulário de contato para iniciar o processo de pré-venda.
A Concessionária Autorizada Kawasaki mais próxima formalizará a reserva e fará o acompanhamento do pedido até a entrega ao cliente.

Lançada pela Kawasaki no Brasil em 2015, a Ninja H2 foi eleita a Moto do Ano pela revista Duas Rodas, além de receber vários outros prêmios internacionais.

Saiba mais em: http://www.kawasakibrasil.com/lancamento/

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Kawasaki Ninja H2R

Fotos: Divulgação / Kawasaki

Preço público sugerido:

Ninja H2 – Modelo 2018 – R$154 mil

Ninja H2 Carbon – Modelo 2017 – R$164 mil

Ninja H2R – Modelo 2018 – R$357 mil

Prazo final para as pré-reservas: 22/02/2017

Honda UNI-CUB é um dispositivo de mobilidade pessoal

Rogério Machado* (Publicado no Diário do Comércio – Edição: 23/12/2016)

de Los Angeles (EUA)

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Foto: Rogério Machado

Durante a apresentação da Honda no Salão de Los Angeles, assistimos à entrada em palco do piloto da F1 Jenson Button para falar um pouco sobre a Honda. Esta foi a última temporada na categoria para o piloto britânico depois de completar 300 Grand Prix.

Ele assinou um contrato de dois anos com a McLaren Honda para assumir o papel de embaixador da equipe. Button não chegou caminhando, mas, sim, assentado em uma Honda UNI-CUB, o assento móvel ou “dispositivo de mobilidade pessoal” da montadora que ganhou uma versão mais baixa e mais prática.

No mesmo dia, satisfazendo a curiosidade mineira, fomos testar o dispositivo da Honda. A UNI-CUB foi projetada para atender à mobilidade individual nas cidades e em grandes ambientes que demandam longos deslocamentos.

Seu desenho compacto se assemelha a um pequeno tamborete com cerca de 50 centímetros de altura. O contato com o solo é feito por duas rodas, a principal localizada exatamente sob o assento e uma menor, montada na parte posterior, que auxilia no equilíbrio e na direção.

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Foto: Divulgação / Honda

As rodas são omni-direcionais ou multidirecionais. Elas se movem no eixo convencional e no eixo perpendicular. Para entender melhor imagine um pneu cuja rotação é a esperada, ou seja, no sentido que a banda de rodagem esteja sempre em contato com o solo.

Na roda omni imagine que, além desta rotação, o pneu também é capaz de girar lateralmente, no eixo a seção do pneu.

 Equilíbrio – A nova versão da Honda UNI-CUB pesa cerca de 18 quilos e sua propulsão elétrica utiliza uma bateria de Litio-Ion que dura uma hora e meia até a próxima recarga. Ele é capaz de carregar pessoas de até 100 quilos a uma velocidade máxima de 6 km/h (o ser humano caminha, normalmente, a 5 km/h).

O dispositivo possui um computador ligado a sensores que fazem com que você, e ele, se equilibre. É a mesma lógica do Segway, porém nos dois sentidos.

A UNI-CUB estava desligada quando tomei a posição. Uma alavanca de acionamento fácil, localizada atrás do assento, liga e recolhe dois suportes anteriores que se transformam em apoios para os pés.

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Foto: Rogério Machado

Para fazê-la se mover você simplesmente se inclina para a frente ou na direção que quiser. Desta forma, o dispositivo o levará a uma velocidade variável, de acordo com a inclinação.

A adaptação é rápida e, diferentemente de uma bicicleta, a UNI-CUB buscará sempre manter o equilíbrio e você não cairá.

Os deslocamentos exigem certo aprendizado, que é muito rápido, e em pouco tempo você estará dominando o dispositivo de forma sutil, aprendendo a fazer curvas suaves ou, até mesmo, mais ousadas na velocidade máxima.

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Foto: Rogério Machado

Acredito que a UNI-CUB possa oferecer uma opção de deslocamento fácil para alguém que possua alguma dificuldade de mobilidade ou mesmo para os mais preguiçosos. Além disso, é mais uma aplicação que servirá para desenvolver cada vez mais a tecnologia de baterias e do próprio sistema omni.

O veículo deve ser utilizado em superfícies regulares e isto o torna pouco útil no Brasil, cujo cenário urbano apresenta calçadas com buracos e emendas que, até mesmo nas ruas, desafia a mobilidade dos automóveis.

*Colaborador

Toyota aposta em energia alternativa

Rogério Machado* (Publicado no Diário do Comércio – Edição: 23/12/2016)

de Los Angeles

Mirai é o primeiro automóvel comercializado com a tecnologia FCV, que utiliza o hidrogênio

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Foto: Divulgação / Toyota / David Dewhurst

Uma sessão de testes, em Los Angeles (EUA), nos colocou em contato com a última geração do Toyota Mirai. O sedan de quatro portas se tornou o primeiro automóvel comercializado com a tecnologia FCV (Fuel Cell Vehicle) que utiliza o hidrogênio como fonte de energia.

Mirai é um termo japonês que significa “futuro” e a Toyota aposta nessa alternativa para o mundo pós-combustíveis fósseis.

Mas a marca japonesa não começou a trilhar esse caminho agora, já se passaram 20 anos desde que colocou o hidrogênio como foco de seus estudos.

O Mirai utiliza um motor elétrico montado na parte anterior, tracionando as rodas dianteiras. Porém, a eletricidade é gerada no próprio veículo através de uma reação química entre o hidrogênio e o oxigênio.

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Foto: Rogério Machado

Essa reação acontece dentro de uma câmara chamada de “Célula de Combustível” que utiliza platina nas superfícies de reação e está localizada sob os bancos anteriores.

A eletricidade gerada pela célula de combustível é utilizada para alimentar o motor elétrico e o excedente vai para a bateria. Durante a frenagem, ou desaceleração, o motor torna-se um gerador, produzindo eletricidade que é acumulada pela bateria reduzindo, assim, o consumo do hidrogênio.

O hidrogênio em forma de gás é armazenado em dois tanques muito robustos, porém leves, compostos de fibra de carbono, enquanto o oxigênio é admitido com o próprio ar.

Um dos tanques está localizado sob o assento traseiro e, o outro, logo atrás do eixo traseiro, ocupando parte do porta-malas. Sobre este último está instalada a bateria.

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Foto: Rogério Machado

O abastecimento do hidrogênio leva cerca de cinco minutos e é feito através de postos de combustível que, nesse caso, são estações específicas.

Por enquanto existem em pequeno número no Japão, no estado da Califórnia (EUA) e alguns locais da Europa. O índice de poluição é zero e, além de gerar eletricidade, o processo produz água, aproximadamente 73ml para cada quilômetro rodado.

A água é drenada automaticamente através de um orifício sob o porta-malas já que o Mirai não possui a descarga convencional. Esta drenagem pode ser feita através do acionamento de um botão no painel de comandos.

Isto pode ser útil para evitar que a água não seja lançada em um local indesejado (na garagem, no elevador, em piso de madeira, etc.). A água que sai pelo dreno é tão pura quanto o ar atmosférico.

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Foto: Rogério Machado

 Design – O Mirai chama atenção externamente pelas duas grandes tomadas de ar triangulares na parte frontal com os LEDs das luzes diurnas na vertical delas.

As entradas de ar provocam reações nem sempre positivas, mas segundo a Toyota, possuem caráter funcional devido à demanda de ar. A sigla da Toyota exibe fundo azul, enfatizando o apelo ecológico do carro.

Na traseira, por opção de estilo, a forma triangular se repete em menores dimensões nas lanternas. As laterais são marcadas por linhas e relevos, evidenciando uma forma bastante fluida com rodas de 17 polegadas.  O tamanho é praticamente o mesmo do modelo Camry, mas o peso assusta no primeiro momento: são 1.850 kg (300 kg a mais que o Camry).

O acabamento é oferecido em uma só versão e o padrão de referência é semelhante ao da família Lexus, a divisão luxuosa da Toyota. Isto inclui os bancos de couro, ajustes de ergonomia elétricos e um sistema de som, conforto e navegação de última geração.

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Foto: Rogério Machado

O painel lembra um pouco do layout do modelo Prius, com uma faixa superior estreita na qual estão montados os indicadores de velocidade e demais dados.

As linhas do painel também lembram ondas fluidas no mesmo tema do exterior do carro. O console é composto por um grande painel inclinado que concentra os comandos dos equipamentos de conforto e áudio, além da pequena alavanca de câmbio com as posições tradicionais dos automáticos.

Deslocando-a para a direita e para baixo entra em ação o freio motor para grandes declives, funcionando como frenagem regenerativa na qual o motor recarrega as baterias. O volante pode ser regulado eletricamente na altura e na profundidade.

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Foto: Divulgação / Toyota / David Dewhurst

Teste foi feito na área urbana de Los Angeles

O roteiro de testes foi desenvolvido na área urbana de Los Angeles (EUA) com um trânsito de média densidade. Antes de deixar o estacionamento pressionei o botão “Power”, localizado entre o volante e o painel de LCD, ligando os sistemas.

O próximo passo foi desativar o freio de estacionamento através de um botão à esquerda da alavanca de câmbio. Saímos para as ruas e pude perceber que o motor de 113 Kw não reclama do peso do carro, reagindo prontamente, porém, não esperem um desempenho esportivo. É comparável ao de um sedan médio convencional.

A suspensão é adequada e confortável, administrando muito bem o grande peso do carro. Os componentes que mais influenciam nesse aspecto (célula de combustível e tanques de hidrogênio) estão montados próximos ao assoalho. Sendo assim, o baixo centro de gravidade favorece a estabilidade em curvas.

O motor elétrico, acoplado a um câmbio de uma marcha, fornece toda a força necessária para uma condução suave, além de desacelerar o veículo quando o acelerador é aliviado. Embora tudo seja bastante previsível, gostamos muito do comportamento do carro.

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Imagem: Divulgação / Toyota

Na Califórnia estão disponíveis cerca de 40 estações de reabastecimento de hidrogênio e, com o Mirai apresentando uma autonomia de 500 quilômetros, isto não deve ser um grande problema, exigindo somente um maior planejamento por parte do usuário.

Este número de estações aumentará gradativamente, mas enquanto isso, a fábrica oferece 3 anos de combustível gratuito para incentivar os usuários. Quanto maior o número de veículos, maior será o feed-back para melhorar a tecnologia.

O Mirai e oferecido a um valor de US$57 mil, aproximadamente o dobro do preço de um Toyota Camry, o que nos Estados Unidos é relativamente caro, ainda mais com a gasolina barata.

No Brasil, usando o preço do Camry como referência, o modelo Mirai poderia atingir os R$ 300 mil, sem considerar incentivos relacionados à ecologia.

Acreditando no protagonismo dos propulsores a hidrogênio no futuro, a Toyota já assinala seu projeto de lançar, em 2020, durante a edição das Olimpíadas de Tóquio, uma nova versão do Mirai, com menores dimensões e com preço muito mais baixo. Veremos nas Olimpíadas…

*Colaborador

Can-Am Maverick X3 chega ao mercado

Da Redação

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Foto: Divulgação / Can-Am / BRP / Larry Chen

O Can-Am Maverick X3 acaba de chegar ao mercado. O lançamento da marca, assinada pela BRP, eleva a outro nível a capacidade de um UTV esportivo de alto rendimento, pronto para enfrentar qualquer tipo de terreno sem perder o conforto e o pleno controle da máquina.

O DNA de competição já vem de fábrica e é referência na família de veículos Can-Am Maverick, atual tetracampeã da categoria para UTVs no Rally dos Sertões. De cara, o X3 traz visual agressivo e inconfundível, o qual molda a cabine Ergo-Lok, responsável por colocar o piloto em contato direto com o “coração” do UTV.

Construída ao redor dos ocupantes, a nova cabine traz assentos baixos para diminuir o centro de gravidade.

Ao iniciar o projeto pela melhor posição de pilotagem, a equipe de desenvolvimento Can-Am construiu o X3 ao redor de sua cabine inovadora. Foi necessário revolucionar em todos os itens para garantir tamanha potência: pilotagem, reações da suspensão e até a instalação de um grande espelho retrovisor.

cam-am-2O novo sistema de suspensão e os amortecedores Fox Podium eliminam os obstáculos. O X3 oferece experiências ainda mais desafiadoras com extrema segurança e estabilidade, e o domínio fica completo com uma suspensão capaz de enfrentar todos os desafios do ambiente off-road.

Grande destaque, a nova suspensão traseira de quatro links TTX dispõe de curso de 20 a 24 polegadas nos modelos X3. O sistema apresenta braço oscilante de três pontos de conexão, dedicados a controlar a inclinação, o que permite geometria perfeita e ininterrupta mesmo em final de curso.

Os resultados são a incomparável transferência de potência às rodas, sem solavancos, a resposta precisa da direção e a maior confiança em altas velocidades.

De acordo com testes internos, a máquina de 154 HP chega de zero a 85km/h em apenas 4,9 segundos, impulsionada pelo motor de Eficiência Avançada de Combustão (ACE) Rotax com turbo e intercooler.

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Fotos: Divulgação / Can-Am / BRP

O lançamento da Can-Am está disponível em três versões: Maverick X3 Turbo R (Preço sugerido: R$99,99 mil), Maverick X3 X DS (Preço sugerido: R$109,99 mil) e Maverick X3 X RS (Preço sugerido: R$119,99 mil).

O Can-Am Maverick X3 X RS, versão topo de linha, é o primeiro UTV de fábrica com 182,9 cm de largura, perfeito para andar nas dunas e desertos.

O modelo traz amortecedores dianteiros FOX Podium RC2 2.5 HPG Piggyback com bypass e compressão de dupla velocidade. Na parte de trás, possui amortecedores FOX Podium 3.0 RC2 HPG com bypass, reservatório remoto e ajustes de retorno e compressão.

A suspensão traseira com braços oscilantes (TTX) completa o rendimento preciso do Can-Am Maverick X3 X RS.

Nove dicas para uma viagem segura

Da Redação

A preferência dos brasileiros por viagens de carro cresceu em 2016. Segundo uma pesquisa realizada pelo Ministério do Turismo, o número de turistas que pretendem viajar com automóveis até dezembro aumentou de 23,6%, em 2015, para 27,3%.

Com o objetivo de reduzir acidentes e colaborar para a melhoria do trânsito durante as festas de fim de ano e férias de verão, a Arval Brasil, empresa especializada em locação de longa duração de frotas leves e subsidiária do grupo BNP Paribas, preparou 9 dicas básicas que podem evitar problemas e acidentes durante as viagens.

Para Nuno Silva, General Manager da Arval Brasil, é necessário que a população adote a cultura de prevenção e segurança no trânsito.

“Neste período de festas e férias, aumenta o fluxo de veículos nas estradas em todo o Brasil e, consequentemente, o número de acidentes. Apesar da falha humana ser o principal causador de acidentes, a falha mecânica também acarreta em muitas ocorrências’, explica o executivo.

É muito importante que os condutores chequem constantemente as condições de seus veículos, além de ficarem atentos às informações do manual do proprietário e aos indicadores do painel”, ressalta Nuno.

Confira abaixo as nove dicas de prevenção da Arval:

1 – Cansaço: evite dirigir com a sensação de olhos pesados e bocejos constantes. Isso pode causar falta de concentração. Se a viagem for longa, faça pequenas paradas para um café ou suco pelo menos a cada 90 minutos;

2 – Respeito à sinalização: a sinalização está presente para garantir a segurança de quem dirige e dos pedestres. Respeite-a;

3 – Pneus: verifique o estado dos pneus antes de viajar. É recomendável calibrá-los sempre a cada 15 dias. Além disso, o alinhamento e balanceamento devem ser realizados de acordo com o manual do carro ou quando sentir que o volante está “puxando” ou “trepidando”. Para verificar o estado geral dos pneus da frente, esterce o volante para um dos lados primeiro. Desta forma você terá a visão total da banda de rodagem;

4 – Óleo do motor: cheque o nível do óleo e confira a hora de fazer a troca pela quilometragem do veículo. Use sempre a especificação recomendada pelo fabricante;

5 Excesso de velocidade: a velocidade segura para trafegar está associada à capacidade de frear caso algo inesperado esteja no caminho do condutor; você ganhará no máximo alguns minutos e muito provavelmente causará desconforto aos demais passageiros do veículo;

6 – Uso de celular: aumenta em até 400% o risco de acidentes no trânsito;

7 – Ingestão de álcool: causa reações mais lentas do que o normal e a falta de noção quanto à velocidade;

8 – Freios: é necessário verificar desgastes de discos e pastilhas de freio, possíveis vazamentos e o nível do fluido de freio, que deve ser trocado, em média, a cada 24 meses;

9 – Palhetas do parabrisa: cheque se estão com ruído ou trepidação. Neste caso, é recomendável trocá-las. Ao pegar a estrada com chuva, a visibilidade proporcionada por palhetas que funcionam é fundamental para a segurança na viagem.

Piaggio aposta no mercado nacional

Rogério Machado*  (Publicado no Diário do Comércio – Edição: 16/12/2016)

de São Paulo (SP)

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Foto: Rogério Machado

O grupo Piaggio, detentor da marca Vespa, também mantém uma linha com o seu nome e, agora, chegou a vez de a marca estabelecer o seu espaço no mercado brasileiro. Para o grupo italiano, representado aqui pela Asset Baclly, a Vespa ocupa o segmento premium dos scooters, enquanto a Piaggio possui uma gama com maior amplitude, atendendo a mobilidade urbana, mas sem esquecer das estradas e soluções para maior conforto.

A demanda crescente por scooters, identificada pela marca italiana, motiva o seu posicionamento em um cenário desafiador para o Brasil, enquanto no cenário internacional algumas indicações apontam pela gradativa substituição das motocicletas por esses veículos, fenômeno que também deverá acontecer por aqui.

A Asset Baclly estabeleceu como meta vender 12.000 unidades no próximo ano, incluindo aí os produtos Vespa que deverão participar com 40% desse volume.

Os quatro produtos oferecidos neste retorno da marca são chamados na Itália de “roda alta” devido a adoção de rodas maiores na dianteira, entre 16 e 17 polegadas, comparadas com as de “roda baixa”, que medem entre 12 e 14 polegadas.

A “roda alta” confere maior estabilidade e conforto no caso de ruas e estradas esburacadas, qualidade que se aplica plenamente ao nosso cenário, enquanto a “roda baixa” se torna mais sensível aos buracos devido ao pequeno diâmetro.

Dois scooters possuem motorização de 150cc, equipados com novos motores batizados de iGet, atendendo aspectos relativos a emissões, lançados este ano na Itália. O projeto iGet é modular e permite que seja montado tanto com refrigeração líquida quanto com refrigeração a ar forçado, além de atender diferentes cilindradas (na Itália é oferecido com 50cc, 125cc e 150cc).

Na classe superior, que pode encarar a estrada, a Piaggio trouxe o Beverly 300 e o MP3 300. Os quatro modelos apresentam desenhos e propostas próprias conforme descreveremos a seguir.

Liberty 150 e a Medley 150

vei1-liberty-150-divulgacao-piaggioA Liberty pode ser considerada a versão de entrada e utiliza um motor quatro tempos iGet com três válvulas, refrigerado a ar com injeção eletrônica produzindo 13cv a 7.750rpm (13Nm de torque a 5.250 rpm) e transmissão automática. O freio anterior é ABS enquanto o traseiro é mecânico, a tambor.

A Medley possui formas um pouco mais elaboradas e pode abrigar dois capacetes sob o assento. Utiliza um motor monocilíndrico quatro tempos iGet com quatro válvulas, refrigerado a água com injeção eletrônica produzindo 15cv a 7.750rpm (14,4Nm de torque a 6.500rpm) e transmissão automática.

vei2-medley-150-divulgacao-piaggioO freio é ABS de dois canais (anterior e posterior). Uma novidade é a presença da função start-stop, geralmente associada aos automóveis e que reduz o consumo e as emissões.

Estas diferenças tecnológicas, além do tamanho ligeiramente maior da Medley (o entre-eixos é maior 50 mm) estabelece também duas linhas de preços. Enquanto a Liberty é vendida por R$ 15,90 mil, a Medley custa R$ 26,90 mil.

Beverly 300

vei3-beverly-300-divulgacao-piaggioPara quem quer maior potência e conforto, a Piaggio dotou o modelo Beverly de conteúdos mais sofisticados, além de dimensões notadamente maiores com 2.190 mm de comprimento e entre-eixos de 1.535 mm.

O motor é um monocilíndrico quatro tempos de refrigeração líquida que produz 21cv a 7.250rpm (22,5Nm de torque a 5.750 rpm), apropriado ao peso de 183 kg em ordem de marcha e dotado de câmbio automático.

Um ótimo conteúdo enriquece e deixa a Beverly mais segura, os freios ABS com dois canais são completados pelo ASR, que impede que a roda traseira deslize em arrancada sobre superfície mais lisa, o que representaria uma queda.

Além disso, ela possui um telecomando que permite a abertura eletrônica do assento e o acionamento do pisca alerta que facilita a localização do veículo, muito útil na Itália e países asiáticos com dezenas de motos e scooters estacionados nas ruas.

Pensando nos gadgets eletrônicos, a Beverly possui uma tomada USB para recarga e ligação de dispositivos, além de um útil porta-objetos na carenagem anterior. O modelo está à venda por R$ 34,90 mil.

MP3 300

O MP3 é um scooter com três rodas e, diferentemente de um triciclo, as duas rodas anteriores são articuladas, permitindo que ele se incline nas curvas. A presença de uma roda a mais na frente faz com que ele ganhe grande estabilidade e aderência e, o volume anterior, oferece bastante proteção ao usuário, seja com relação a água ou poeira.

O MP3 possui um comando no guidão que trava a articulação das rodas anteriores, mantendo-as na vertical, o que pode ser útil em uma parada em sinal de trânsito. Nesta posição, o usuário pode colocar os dois pés no piso do scooter e, ao arrancar, desbloquear com facilidade.

Além disso, ele é dotado de um freio de estacionamento, localizado do lado interno da carenagem, logo abaixo do guidão. Por último, o MP3 possui um pedal que aciona simultaneamente as rodas anteriores e a posterior, porém, o usuário poderá optar pelas manetes do guidão e fazer uso independente.

Para adequar o veículo a rotina de uso, estão disponíveis duas opções de chassis, um longo e um mais curto, cada uma delas com duas versões de acabamento de acordo com a seguinte descrição:

MP3 Yourban e Yourban Sport

vei4-mp3-yourban-divulgacao-piaggioA MP3 de entrada tem o chassis curto, com 1.440 mm, oferecido na versão Yourban e Yourban Sport. Elas são dotadas de motor monocilíndrico 278cc, 4 tempos com 4 válvulas produzindo 23cv a 7.750rpm (24Nm de torque a 5.750rpm).

vei5-mp3-yourban-sport-divulgacao-piaggioItens de segurança incluem ABS e ASR. A disponibilidade de acessórios permite uma boa dose de personalizações. Para-brisas, bagageiro traseiro, protetores de punho, pacote multimídia, antifurto e protetor de pernas, entre outros. A Yourban Sport custa R$ 38,80 mil e a Yourban LT é vendida a R$ 39,80 mil.

MP3 LT Sport e LT Business

O chassis mais longo confere maior conforto e maior estabilidade direcional. Assim como na Yourban, elas vêm com freios a disco ABS nas três rodas. Oferecem o que há de melhor em segurança de frenagem e o controle de tração (ASR) evita que a roda de tração deslize em pisos escorregadios.

vei6-mp3-sport-divulgacao-piaggioA mecânica é a mesma da Yourban, bem como amplo conjunto de acessórios que contemplam também a conectividade. A LT Sport custa R$ 47,80 mil e a LT Business tem o preço de R$ 49,80 mil.

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Fotos: Divulgação / Piaggio

Motoplex – Posto de venda, convívio e assistência técnica

Os locais de venda da Piaggio inauguram uma nova lógica de relacionamento com o consumidor. A estratégia inclui lojas em shoppings, lojas de rua e uma sofisticada unidade capaz de reunir até quatro marcas do Grupo Piaggio (Piaggio, Vespa, Aprilia, Moto-Guzzi, Derbi e Gilera) em um só espaço.

Por enquanto temos por aqui somente duas marcas, a Piaggio e a Vespa, mas o espaço já está pronto.

A nova estrutura comercial foi denominada Motoplex, concentrando um showroom das marcas, uma área de convívio e uma oficina de assistência técnica. Existem poucas no mundo, entre elas, a unidade de São Paulo (SP).

*O colaborador viajou a convite do Grupo Piaggio

Jaguar F-Type SVR já está a venda no Brasil

Da Redação

jagftypesvrcoupestudio17021638O novo Jaguar F-Type SVR, apresentado pela primeira vez ao público brasileiro durante o Salão do Automóvel de São Paulo, no mês passado, já está disponível para venda no mercado brasileiro.

Apenas cinco unidades do modelo estão disponíveis no País com preço de R$883,11 mil.

O F-Type SVR chega ao Brasil como o mais rápido e dinâmico Jaguar em produção e como o primeiro veículo da marca a ser desenvolvido pela Divisão de Veículos Especiais da Jaguar Land Rover (SVO).

jagftypesvrcoupestudio17021641Totalmente focado em performance, o modelo é capaz de chegar aos 321 km/h ao mesmo tempo em que mantém suas características que permitem seu uso no dia a dia.

Mais leve, potente e beneficiado por um pacote aerodinâmico exclusivo, o modelo está disponível no mercado brasileiro na versão coupé com tração integral.

O esportivo traz debaixo do capô um motor 5.0 V8 Supercharged recalibrado para desenvolver 575 cv de potência ― 25 a mais do que a versão R ― e 700Nm de torque, suficientes para fazê-lo acelerar, da imobilidade aos 100 km/h, em apenas 3.6 segundos.

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Fotos: Divulgação / Jaguar Land Rover