Nova Amarok chega às concessionárias Volkswagen

Da Redação

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Foto: Divulgação / Volkswagen /Holger Wild

Uma das novidades apresentadas pela Volkswagen no Salão do Automóvel de São Paulo de 2016, a nova Amarok começa a chegar às concessionárias.O modelo, agora, traz os sistemas de infotainment capazes de espelhar o celular com as plataformas MirrorLink, Google Android Auto e Apple Carplay.

Disponível em seis versões, a Amarok tem preços sugeridos que partem de R$ 113,99 mil, para a versão S Cabine Simples.

A picape média oferece, entre outros, bancos com ajustes elétricos, hastes de troca de marcha atrás do volante (shift paddles) e sistema de freios Post- Collision Braking (sistema de frenagem automática pós-colisão). Fora isso, mantém uma série de itens que continuam exclusivos na categoria, como a tração 4×4 permanente, o ABS off-road e a transmissão automática de oito velocidades.

A Volkswagen anunciou a chegada da série inédita Extreme para a Amarok, com componentes mais ousados e diferenciados. Posicionada acima da versão Highline, a nova configuração topo de linha tem preço sugerido de R$177,99 mil.

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Foto: Divulgação / Volkswagen / Ingo Barenschee

A linha 2017 da picape Volkswagen será oferecida no mercado brasileiro nas versões S (cabine simples e cabine dupla – esta com preço de R$126,99 mil), SE (R$130,99 mil), Trendline (R$148,99 mil), Highline (R$167,99 mil) e Highline Série Extreme (estas sempre com carroceria de cabine dupla). A versão S conta com o motor 2.0 turbodiesel com 140 cv de potência e 34,7 kgfm (340 Nm) de torque, sempre associado ao câmbio manual de seis marchas.

As demais configurações são equipadas com o motor 2.0 diesel com dois turbocompressores com potência de 180 cv e torque de 40,8 kgfm (400 Nm) com câmbio manual (versão SE) e 42,8 kgfm (420 Nm) com transmissão automática de oito velocidades (item de série nas demais versões).

Todas as versões da Nova Amarok contam com sistema de alarme acústico e visual para os cintos de segurança não afivelados nos bancos dianteiros. Uma nova tomada de 12V posicionada atrás do apoia braço dos bancos dianteiros equipa as versões Highline e Highline Série Extreme.

A versão Highline passa a contar (de série) com o indicador de perda de pressão dos pneus. Esse sistema (composto de 4 sensores instalados nas válvulas de enchimento dos pneus) mede diretamente a pressão de cada pneu e aciona um alerta no quadro de instrumentos se um deles tiver a pressão abaixo do valor recomendado. Resultado: maior segurança – aumentando a vida útil dos pneus – e menor consumo de combustível.

Outra novidade é que airbags laterais de tórax e de cabeça para motorista e passageiro e faróis bixenônio com luz de condução diurna (DRL) em LED passam a ser equipamentos de série nessa versão.

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Foto: Divulgação / Volkswagen / Hasselblad H5D

O para-choque dianteiro traz linhas retilíneas, destacando as bordas laterais com aparência 3D em torno dos faróis de neblina. As novas tomadas de ar em formato de colmeia seguem as linhas retangulares que moldam toda a parte frontal.

A grade do radiador passa a contar com frisos cromados (dependendo da versão), conferindo um ar mais refinado à picape. Na versão Trendline, por exemplo, a grade do radiador é em preto fosco, com um friso cromado duplo na parte inferior.

Na versão Highline, a grade do radiador passa a ser em preto brilhante. Há dois frisos cromados duplos e seis frisos cromados verticais, em sintonia com os novos faróis de neblina, que também têm moldura cromada na versão de topo.
Nas laterais o destaque fica por conta da nova família de rodas de liga-leve de 16, 17, 18, 19 e 20”.

A Série Extreme traz rodas de 20 polegadas e pneus 255/50, uma exclusividade no segmento no mercado nacional. O adesivo “4MOTION“ nas laterais da caçamba (está em todas as versões, desde a cabine simples) e o santantônio esportivo na cor da carroceria realçam a esportividade da picape.

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Foto: Divulgação / Volkswagen

O novo painel de instrumentos chama a atenção. O quadro de instrumentos com iluminação vermelha, nas versões S e SE, dá lugar a um novo conjunto com iluminação branca, de leitura ainda mais fácil. As saídas de ar passam a ter formas retangulares.

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Foto: Divulgação / Volkswagen

Freios com ABS off road, que otimizam a ação do ABS em solo solto (por exemplo, pedras e areia), sistemas ISOFIX para fixação de cadeiras para criança no banco traseiro, de auxílio ao motorista como o BAS (Sistema de Assistência à Frenagem), ASR (Controle de Tração) e EDS (Bloqueio Eletrônico do Diferencial) são equipamentos de série da picape Volkswagen.

Juntamente com o Controle Eletrônico de Estabilidade (ESC), a Nova Amarok dispõe para o motorista os sistemas HDC (Hill Descent Control ou Controle Automático de Descida) e HSA (Hill Start Assist ou Assistente para Partida em Subida).

Grupo BMW, Daimler AG, Ford e Grupo Volkswagen, com Audi e Porsche, planejam “joint venture” em rede de recarga ultrarrápida de alta potência para carros elétricos nas principais rodovias da Europa

Da Redação

O Grupo BMW, a Daimler AG, a Ford e o Grupo Volkswagen, junto com a Audi e a Porsche, assinaram um memorando de intenções para criar a rede de recarga com maior potência da Europa. O objetivo é a construção rápida de um número considerável de estações de recarga que permita aos motoristas fazer viagens de longa distância com veículos elétricos. Este é considerado um passo importante para facilitar a adoção em massa desses veículos no mercado.

Essa rede de recarga ultrarrápida e alta potência, de até 350 kW, será significativamente mais rápida que os sistemas mais potentes existentes hoje. Sua construção está prevista para começar em 2017, com cerca de 400 pontos na Europa.

Até 2020, os consumidores deverão ter acesso a milhares de pontos de recarga de alta potência instalados em estradas e rodovias para viagens de longa distância, o que não é possível hoje para a maioria dos motoristas. A expectativa é evoluir a experiência de recarga e torná-la tão conveniente quanto o reabastecimento nos postos de combustível convencionais.

A rede será baseada no padrão de tecnologia conhecido como Sistema de Carga Combinado (CCS – Combined Charging System). A infraestrutura planejada expande o padrão técnico existente de recarga de veículos elétricos em corrente alternada (CA) e corrente contínua (CC) para um novo nível de capacidade, com recarga rápida em CC de até 350 kW. Veículos elétricos projetados para operar com essa potência, independentemente da marca, podem ser recarregados em uma fração do tempo que os elétricos atuais. A rede foi criada para atender todos os veículos equipados com sistema CCS e facilitar a sua adoção na Europa.

Grupo BMW

“Essa rede de recarga de alta potência dá aos motoristas outro forte argumento para mudar para a mobilidade elétrica”, diz Harald Krüger, presidente do Conselho de Administração da BMW AG. “O Grupo BMW iniciou inúmeros projetos de infraestrutura de recarga pública nos últimos anos. O projeto conjunto é outro marco importante, demonstrando claramente que os concorrentes estão unindo forças para acelerar a mobilidade elétrica”.

Daimler AG

“O avanço da mobilidade elétrica requer duas coisas: veículos convincentes e uma infraestrutura de recarga abrangente. Com nossa nova marca EQ, estamos lançando nossa ofensiva de produtos elétricos: até 2025, nosso portfólio incluirá mais de dez carros de passageiros totalmente elétricos. Junto com nossos parceiros, estamos instalando agora a infraestrutura de recarga de maior potência na Europa”, diz Dr. Dieter Zetsche, presidente do Conselho de Administração da Daimler AG e chefe de Carros da Mercedes-Benz. “A disponibilidade de estações de alta potência vai permitir a mobilidade elétrica de longa distância pela primeira vez e convencer cada vez mais clientes a optar por um veículo elétrico.”

Ford

“Uma infraestrutura de recarga ultrarrápida confiável é importante para a adoção em massa dos consumidores e tem potencial para transformar o avanço da direção elétrica”, diz Mark Fields, presidente e CEO da Ford Motor Company. “A Ford está empenhada em desenvolver veículos e tecnologias que melhorem a vida das pessoas e essa rede de recarga tornará mais fácil e prático para os consumidores de toda a Europa possuir veículos elétricos.”

AUDI AG

“Pretendemos criar uma rede que permita aos nossos clientes em viagens de longa distância usar uma pausa para o café para recarregar”, diz Rupert Stadler, presidente do Conselho de Administração da AUDI AG. “Serviços confiáveis de recarga rápida são um fator chave para os motoristas escolherem um veículo elétrico. Com essa cooperação, queremos impulsionar a adoção da mobilidade elétrica no mercado e acelerar a mudança para uma direção livre de emissões.”

Porsche AG

“Há dois aspectos decisivos para nós: a disponibilidade de recarga ultrarrápida e a colocação das estações nos lugares certos”, afirma Oliver Blume, presidente do Conselho Executivo da Porsche AG. “Juntos, esses dois fatores nos permitem viajar em um carro totalmente elétrico como num veículo com motor a combustão convencional. Como fabricante de automóveis moldamos ativamente nosso futuro, não só desenvolvendo veículos totalmente elétricos, mas também construindo a infraestrutura necessária.”

Os fabricantes de veículos pretendem fazer investimentos substanciais na criação da rede, destacando a confiança de cada empresa no futuro da mobilidade elétrica. Os sócios fundadores – Grupo BMW, Daimler AG, Ford e Grupo Volkswagen – terão participação igual na joint venture, e outros fabricantes serão incentivados a participar da rede para ajudar na criação de soluções convenientes de recarga para os consumidores de veículos elétricos. A joint venture também está aberta à cooperaração com parceiros regionais.

A formação da joint venture está sujeita à realização dos acordos definitivos e aprovação do controle de fusões em várias jurisdições.

Intel anuncia investimento em direção autônoma

Rogério Machado* (Publicado no Diário do Comércio – Edição: 25/11/2016)

de Los Angeles (EUA)

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Foto: Rogério Machado

O CEO da multinacional da computação Intel, Brian Krzanich, anunciou durante a conferência AutoMobility, no Salão do Automóvel de Los Angeles (EUA), que sua empresa irá investir US$ 250 milhões durante os próximos dois anos na tecnologia de direção autônoma.

A Intel torna publico, pela primeira vez, seu envolvimento no setor, indicando que este mercado assumira posição de destaque para a empresa. Krzanich considera que os dados transmitidos entre os equipamentos eletrônicos e os consumidores têm, hoje, importância semelhante à do petróleo no século 20 e que será necessário utilizar novas tecnologias para tratar e interpretar a verdadeira inundação de dados que estarão em trânsito entre equipamentos.

O executivo explicou que, em média, um usuário da internet provoca o tráfego de aproximadamente 1,5 Gigabytes por dia enquanto um carro autônomo irá demandar o trânsito de cerca de 4.000 Gigabytes por dia.

A soma de todos os usuários e automóveis autônomos irá gerar um movimento impressionante de dados em altíssima velocidade.

A estratégia da Intel é desenvolver seus sistemas em quatro grandes grupos:

– Administração do volume de dados (são capturadas diariamente milhões de horas de dados que devem ser interpretados e transformados em informação);

– Velocidade de transmissão (dados atrasados podem provocar acidentes);

– Segurança no compartilhamento (preservação de informações privativas do cliente);

– Escalabilidade (capacidade do sistema de crescer de acordo com o número de usuários).

Krzanich evidenciou que os estudos serão voltados para a Internet das Coisas (IOT, Internet of Things) que se trata da conexão de dispositivos eletrônicos utilizados no dia-a-dia à internet.

Nos próximos anos, a frota de carros autônomos chegará rapidamente a 1 milhão de unidades e em termos de dados isto será equivalente a acrescentar 3 bilhões de usuários de internet no mundo.

A qualidade da análise dos dados de radares, sensores e câmeras de captura de imagem será diretamente proporcional à segurança dos veículos. Quanto maior o número de dados analisados, melhor será o algoritmo e, por consequência, teremos um carro mais seguro.

*Colaborador

Nova Harley-Davidson Roadster chega o nosso mercado

Da Redação (Publicado no Diário do Comércio – Edição: 25/11/2016)

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Foto: Divulgação / Harley-Davidson / Kevin Netz

O lineup Dark Custom da Harley-Davidson conta agora com uma novidade. Com um design fastback minimalista, inspirado nas motocicletas clássicas de corrida, a Harley-Davidson Roadster irá inspirar uma nova geração de pilotos a tomar as ruas de todo o Brasil.

“Desde a sua introdução em 1957, a família Sportster provou ser capaz de ser reinventada constantemente, e a Roadster escreve um novo capítulo dessa história”, disse o diretor de estilo da Harley-Davidson, Brad Richards. “Nós vimos nossos clientes levarem suas Sportster em muitas direções diferentes. A Roadster é um mash-up de gêneros de estilo, mas a intenção era construir uma motocicleta de um cavaleiro, ou seja, uma Sportster com formato slim e que fosse poderosa a ponto de conectar o piloto à estrada”, comentou.

O mais novo membro da linha Dark Custom combina desempenho moderno e estilo de inspiração retrô com componentes de suspensão premium, um motor de 1200 cilindradas V-Twin Evolution refrigerado a ar, que proporciona um forte impulso de torque de gama média e um perfil remanescente das antigas motocicletas de corrida das décadas de 1950 e 1960.

“Queríamos dar à Roadster um DNA composto a partir dos modelos KHR de alto desempenho de meados dos anos 1950, somado às Sportster das corridas drag”, disse Richards. “Essas motos tinham para-lamas cortados para os suportes, um pequeno tanque de combustível, e algumas de suas principais características foram adaptadas para alcançar o excelente desempenho da motocicleta”.

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Foto: Divulgação – Harley-Davidson – Brad Chaney

A roda dianteira de 19 polegadas e traseira de 18 polegadas de alumínio fundido de 5 raios e estilo offset-split foram projetadas especificamente para a Roadster. A motocicleta coloca o piloto em uma postura agressiva com um novo guidão low-rise e pedaleiras com comandos centrais, que auxiliam na centralização do peso do condutor sobre o perfil clássico do tanque de combustível Sportster de 12,5 litros.

“As rodas raiadas são um clássico, de inspiração em antigos modelos da H-D, e são de alumínio fundido. São as rodas mais complexas que já criamos”, disse o designer industrial da Harley-Davidson, Ben McGinley. “Os raios de entrelaçamento vão para fora e em lados opostos da roda, criando um efeito visual robusto. Essas rodas são também muito leves para o seu tamanho, o que contribui para o desempenho de pilotagem da Roadster”, afirmou.

A suspensão é reforçada por novos garfos invertidos de 43 mm de cartucho único com molas progressivas montadas em uma robusta mesa e a suspensão traseira pressurizada e com pré-carga ajustável. A força de frenagem é conquistada graças ao sistema ABS com duplo disco de 299,72 mm na dianteira.

Seguindo com seu estilo despojado, o para-choque traseiro foi diminuído em 1,5 polegadas em relação ao para-lamas anteriores das Sportster. As capas da correia e dos escapamentos têm design exclusivo e o suporte do painel de instrumentos é montado à frente do guidão com um velocímetro digital e conta-giros analógicos.

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Foto: Divulgação / Harley-Davidson / Kevin Netz

As luzes indicadoras de direção montadas diretamente na estrutura de suporte do paralama e o assento duplo estilo fastback, além de proporcionar um visual exclusivo para a traseira da motocicleta, contribui para que o piloto fique em posição de aceleração.

O modelo Roadster será oferecido em quatro opções de cores: Vivid Black com pinstripe da cor Charcoal Denim; Black Denim com pinstripe vermelho; Velocity Red Sunglo com pinstripe vermelho; e com dois tons Billet Silver / Vivid Black com pinstripe na cor de vinho.

As concessionárias Harley-Davidson estão realizando test ride da nova Roadster ou de qualquer uma das motocicletas modelo 2017.

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Foto: Divulgação / Harley-Davidson / Kevin Netz

 

Honda convoca proprietários do Fit para substituição preventiva do tanque de combustível

Da Redação

Campanha afeta 842 unidades com início de atendimento em 30 de novembro de 2016.

A Honda Automóveis do Brasil está convocando os proprietários dos modelos Fit, relacionados a seguir, a comparecerem de imediato a uma das concessionárias da marca para a substituição gratuita do tanque de combustível.

Em alguns casos, poderá haver uma falha na solda próxima ao bocal do tanque, o que aumenta a probabilidade de vazamento de combustível. Em situações extremas, o defeito poderá causar incêndios, danos materiais, lesões graves, ou até mesmo fatais, aos ocupantes e/ou terceiros.

A substituição do item deverá ser realizada em qualquer concessionária autorizada da marca. Antes de agendar o serviço, é importante verificar a necessidade do reparo de acordo com o número do chassi, uma vez que nem todos os veículos dentro dos intervalos relacionados acima estão envolvidos na campanha.

Caso o seu veículo esteja afetado, faça o agendamento no site www.honda.com.br/recall ou na Central de Atendimento: 0800-701-3432 (segunda a sexta-feira, das 08h às 20h – horário de Brasília).

Fiat lança Mobi com motor de 3 cilindros

Amintas Vidal* (Publicado no Diário do Comércio – Edição: 25/11/2016)

de Atibaia / SP

vei1-divulgacao-fiat-chrysler-automobiles-studio-cerriNo lançamento do Mobi foram apresentadas seis versões: Easy, Easy On, Like, Like On, Way e Way On. Eram versões básicas e suas variantes mais equipadas, que chegaram gradativamente às concessionárias.

No Salão Internacional do Automóvel de São Paulo, há pouco mais de uma semana, o Mobi Drive foi apresentado como um dos destaques da montadora. Alardeado como o carro com motor aspirado mais econômico do Brasil, o caçula da montadora foi posto à prova em uma verdadeira maratona de eficiência energética.

Cinco jornalistas do setor automotivo fizeram o percurso entre as cidades de Betim (MG), sede da Fiat, até São Paulo (SP). Nos 564 km percorridos a melhor média foi de ótimos 27,1 km/l, com velocidade média acima de 80 km/h.

Agora, em evento com outro teste de economia para os demais jornalistas, porém em pista fechada e test drive em estrada por 27 km, a montadora apresentou a versão equipada com o motor Firefly 1.0 de três cilindros em detalhes. Partindo de R$ 39,87 mil, ela ficou posicionada entre a Like e a Like On.

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Fotos: Divulgação / FCA / Sudio Cerri

Equipamentos – A versão Drive vem equipada de série com ar-condicionado, direção elétrica, chave canivete com telecomando, vidros elétricos nas portas dianteiras e trava elétrica nas quatro portas com função one touch e antiesmagamento, limpador, lavador e desembaçador do vidro traseiro, abertura interna da tampa do tanque de combustível e do porta-malas, volante com regulagem em altura, cintos de segurança dianteiros com regulagem em altura, banco traseiro bipartido, cargo box (caixa para organizar objetos no porta-malas), lane change (recurso que ativa a seta cinco vezes com um simples toque na haste satélite), ESS (sinalização de frenagem de emergência que ativa o pisca alerta quando se pisa bruscamente no freio), e pneus “superverdes” que ajudam na economia de combustível.

Como opcionais existem dois pacotes que levam os nomes das centrais multimídia que eles oferecem: Live On, por R$ 4,65 mil e o Rádio Conect, R$ 4,50 mil. As duas são opções de centrais multimídia com comandos no volante e conexões Bluetooth.

A Fiat Live On é uma central projetada para os usuários de smartphones com sistemas Android ou iOS. Nela, o próprio celular é fixado no meio do painel através de garras com engate rápido e prático (apenas com uma mão é possível fixar e retirar o aparelho) e se torna o display do carro.

vei5-divulgacao-fiat-chrysler-automobilesA integração é feita por meio de um aplicativo específico que está disponível gratuitamente. Por uma tela inicial própria, com atalhos, ou por meio dos botões no volante, o rádio (embutido no sistema e acessível mesmo sem o smartphone) e outros recursos do celular como navegação, músicas e estações de rádio pela internet poderão ser comandados.

O Eco Drive Live e o Car Parking foram dois recursos do Fiat Live On destacados na apresentação. O primeiro analisa como o motorista está dirigindo em termos de economia e orienta-o para uma condução mais eficiente energeticamente.

O segundo ajuda a lembrar onde o carro foi estacionado, além de informar sobre restrições de trânsito, como o rodízio de placas paulistano. Este pacote acrescenta faróis de neblina, volante multifuncional, sensor de estacionamento traseiro, rodas em liga leve, alarme com telecomando, console no teto, retrovisor externo com sistema tilt down (ao engatar a marcha ré, o espelho do lado direito abaixa-se para o motorista ver o passeio ao estacionar) e personalização interna com acabamento premium.

O Rádio Conect tem o mesmo pacote de opcionais descrito acima. Ele é o sistema B7 convencional que conta com entradas USB e auxiliar, o mesmo usado no Uno e no Jeep Renegade. Resumindo, quem gosta de conectividade e interação, por R$150 a mais, deve optar pelo Live On. Já quem gosta de um sistema mais convencional, opta pelo segundo.

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Diferencial – O grande diferencial do Mobi Drive é mesmo o motor Firefly 1.0 de três cilindros e apenas 6 válvulas. Ao contrário da concorrência, que apostou nos motores de 3  cilindros com duplo comando e 4 válvulas por cilindro, a Fiat optou em diminuir o número de peças e, consequentemente, atrito e peso na busca por eficiência e confiabilidade.

Para alcançar a eficiência dos motores de três cilindros da concorrência, a montadora agregou outras tecnologias ao seu motor com apenas duas válvulas por cilindro: sistema de combustão com alto nível de turbulência e posição otimizada das velas que permitiram estabelecer a mais alta taxa de compressão da categoria (13,2:1), variador de fase hidráulico que atua no comando de válvulas otimizando o funcionamento do motor quando ele não é muito exigido pelo condutor (diminuindo ainda mais o consumo), virabrequim descentralizado que permite ângulos variados das bielas nas diferentes fases de funcionamento do motor.

O comando é feito por corrente que não exige manutenção por toda a vida útil do motor e os bicos injetores dispensam o uso do tanquinho de gasolina para partidas a frio, operando normalmente em até -5ºC de temperatura.

Toda essa tecnologia resultou no motor 1.0 com maior torque da categoria, 10,4 / 10,9 kgfm, sempre aos 3.250 rpm com gasolina e etanol, respectivamente.  A potência é 72 / 77 cv, sempre aos 6.000 rpm com gasolina e 6.250 com etanol.

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Fotos: Divulgação / FCA

Avaliando o desempenho do Mobi Drive

Já tínhamos testado este motor no lançamento do Uno 2017, primeiro modelo da marca a receber a família Firefly, composta também por um motor 1.3 de quatro cilindros. Eles são claramente superiores aos antigos Fire 1.0 e 1.4.

A motorização 1.0 Firefly surpreendeu por contradição: ao ser ligado ele vibra mais que os concorrentes, mas depois de ligado, e em marcha lenta, ele é o que menos vibra entre todos, condição também observada no Mobi.

O câmbio manual de cinco marchas continua bem escalonado, mas ainda apresenta um curso de alavanca longo e engates um pouco imprecisos. Por ser mais leve que o Uno, ele mostrou um pouco mais de fôlego, principalmente em arrancadas e em giro baixo.

Acima dos 3.500 giros ele perde um pouco do ânimo, o que só confirma o acerto da engenharia em fazer um carro ágil e econômico para ambientes urbanos. Já em conforto de marcha ele se equivale ao Uno, mesmo sendo o entre eixos do Mobi menor.

Apenas em pisos muito irregulares e em lombadas é que sua suspensão oscila em frequência mais alta, característica de carros subcompactos.

Este motor já era esperado por todos em abril, no lançamento do modelo. Chegou agora em uma única versão e, apesar de a montadora jurar de pés juntos que só ela contará com o Firefly, acreditamos que ele chegará às outras seis versões no fim do próximo ano como modelos 2018.

A expectativa da montadora é vender apenas 20% nesta versão, mas se acontecer como o VW Gol, que só voltou à lista dos mais vendidos quando aboliu o motor de quatro cilindros para adotar o de três, o Mobi Drive deverá se tornar a versão mais vendida e poderá antecipar a adoção do Firefly para o restante da linha.

*O colaborador viajou a convite da Fiat Chrysler Automobiles (FCA)

Dez cuidados importantes antes de colocar o carro na estrada nessas férias

Da Redação (Publicado no Diário do Comércio – Edição: 25/11/2016)

As férias se aproximam e para driblar as dificuldades econômicas, uma das estratégias utilizadas pelos brasileiros é a substituição de viagens, antes realizadas de avião, por rotas mais curtas feitas de carro. Para que não haja contratempos com o veículo é fundamental uma revisão no automóvel, por isso, David Fernandes, supervisor de franquias da Bono Pneus – rede com mais de 20 anos de mercado e única franquia multimarcas de pneus – preparou uma lista com 10 itens que devem ser checados antes de se pegar a estrada:

1.Pneus

Todos os pneus devem ser inspecionados, inclusive o estepe. Se houver algum pneu com problemas como bolhas, desgaste acentuado ou irregular, ele deve ser substituído imediatamente, pois não apresenta um nível de segurança aceitável para a viagem.

Deve-se checar a pressão dos pneus e atentar à quantidade de passageiros e bagagem que o carro irá carregar, pois quase todos os modelos exigem pressões diferentes para estas condições.

2.Rodas

Faça uma análise visual nas rodas, em caso de rodas amassadas, enferrujadas ou trincadas, deve ser feito o reparo ou, em algumas situações, sua substituição.

3.Triângulo, macaco e chave de roda

Verifique se estes itens estão no veículo e se estão em condições de uso.

4.Alinhamento da suspensão e balanceamento das rodas

A realização destes serviços se faz necessário, pois seus sintomas costumam aparecer somente em velocidades mais altas, como por exemplo, vibrações ao volante e o carro puxando para um dos lados. Isso gera muito desconforto durante a viagem.

5.Barulhos na suspensão

No caso de rangidos, batidas secas ou barulho como se fosse algo frouxo devem ser verificados, muitas vezes são folgas ou defeitos em peças que garantem uma boa dirigibilidade e estabilidade do veículo.

6.Fluidos

Para evitar falhas no motor, no sistema de freios e no câmbio durante a viagem é importante checar o nível e a validade de todos os fluidos e filtros dos veículos. Verificar possíveis vazamentos no líquido de arrefecimento, óleo do motor e transmissão, fluido de freio, direção hidráulica e embreagem. Se o prazo de troca de filtros e fluidos estiver próximo, não há mal em adiantá-lo.

7.Sistema elétrico

Confira se as lanternas, faróis e piscas estão funcionando corretamente e se não há lâmpadas queimadas.

8.Sistema de limpeza dos vidros

Verifique o funcionamento dos limpadores e desembaçadores, confira o nível do reservatório de limpeza e o estado das palhetas. Limpe bem os vidros, pois a sujeira reflete luz e dificulta a visão.

9.Freios

Faça uma revisão completa em todo o sistema de freio, dianteiro e traseiro, garantindo que todos os componentes estejam em perfeito funcionamento. A troca do fluido de freio deve ser feita de tempos em tempos conforme recomendação das montadoras, que pode ser feita a partir de 10.000 km ou dois anos.

10.Correia dentada

A substituição preventiva desse elemento, segundo os fabricantes, deve ser efetuada (em média) a cada 50 mil km. Mas uma verificação em cada 15 mil km pode apontar trincas e desgastes indicando a necessidade de troca. O rompimento desta peça pode danificar gravemente o motor.

 A recomendação é realizar as verificações a cada 10.000 km ou quando for identificado algum sinal de falha. Fernandes também explica que existem dois tipos de manutenções: a corretiva e preventiva. “A corretiva consiste em substituir peças ou componentes que se desgastaram ou falharam e que levaram o veículo a uma parada. A preventiva é aquela que indica as condições reais de funcionamento das peças com base em dados que informam o seu desgaste ou processo de degradação. A manutenção preventiva além de ser a mais recomendada é sem dúvidas a mais barata”.

Para ajudar os motoristas, as lojas da Bono Pneus estão equipadas e preparadas para realizar as revisões necessárias antes de uma viagem, todos os serviços feitos nas unidades contam com revisões programadas com 30, 60 e 90 dias a partir da data de execução.