Novo BMW X3 chega ao Brasil no primeiro semestre de 2018

Da Redação

P90281723_highRes_the-new-bmw-x3-m40i-Apresentada mundialmente há pouco mais de um mês, durante o Salão Internacional do Automóvel de Frankfurt, na Alemanha, a terceira geração do BMW X3 desembarca no Brasil no primeiro semestre de 2018.

P90281729_highRes_the-new-bmw-x3-m40i-Design renovado, interior luxuoso e altamente conectado, além de características inovadoras, estão entre os principais destaques do novo BMW X3.

P90281779_highRes_the-new-bmw-x3-m40i-Desde o lançamento da primeira geração, pioneira no segmento de SAVs (Sports Activity Vehicle) médios, em 2003, ele acumula mais de 1,5 milhão de unidades vendidas no mundo até o momento.

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Fotos: Uwe Fischer / BMW Group / Divulgação

Novo Polo Highline é testado durante evento itinerante da marca

Amintas Vidal*

Modelo avaliado tem motor 1.0 turbo

Polo - Amintas1O evento itinerante da marca teve como destaque a sexta geração do Polo, lançado no Brasil dia 25 do mês passado. Além da novidade, todo o portfólio da Volkswagen esteve à disposição dos clientes para testes práticos na pista e também em exposição para interessados em adquiri-los.

Aproveitamos a oportunidade para conhecer melhor o novo Polo, analisar alguns detalhes de acabamento e ergonomia mas, principalmente, os seus recursos eletrônicos de segurança, algo que não poderíamos fazer nas estradas paulistas durante o seu lançamento.

O modelo disponibilizado para avaliação foi o Polo Highline 200 TSI (1.0 turbo – R$ 69,19 mil) com câmbio automático de 6 marchas. Em sua configuração básica, sem o Active Info Display, painel digital configurável, seu interior não é tão impressionante, mas é bastante completo.

Ele vem com todos os marcadores analógicos importantes e o sistema Infotainment Composition Touch com tela de 6,5 polegadas, conjunto oferecido de série a partir da versão Comfortline (quando configurado com o painel digital, opcional disponível apenas para a versão Highline, o sistema é o Discover Media, com tela de 8 polegadas e sensor de aproximação).

Interior – A qualidade dos materiais do acabamento interno é boa, assim como o encaixe entre as peças e sua fabricação. O que destoa um pouco, para o segmento premium, é a falta de superfícies macias ao toque, já que todos os materiais são rígidos. Apenas uma pequena parte é revestida em tecido, nos apoios de braço das portas.

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Polo - Amintas3O desenho dos painéis e das demais peças internas é bastante dinâmico. Linhas retas e recortes angulares conferem modernidade e sensação de espaço ao modelo. Se os materiais mais simples que os utilizados na Europa buscam adequar o Polo ao poder aquisitivo do brasileiro, infelizmente, a monocromia a bordo atende ao gosto conservador do mesmo.

No velho continente, as cores da carroceria do Polo invadem a cabine passando do painel para as laterais e para o console, tornando o design interno bem mais interessante.

Por aqui, o “bom e velho” preto, cinza e prata dominam a área. Os bancos são mais firmes, envolventes e acomodam melhor que os do Gol, Fox e up!. A posição de dirigir é correta, alinhada e todos os comandos ficam à mão.

O espaço interno é bom, pois ele é mais largo que o Polo de quarta geração, anteriormente vendido em nosso mercado. Além dos ombros, pernas e cabeças também se acomodam muito bem.

Mas o Polo 2018 é mais baixo que seu antecessor e seus concorrentes diretos, como o Chevrolet Onix e o Fiat Argo. Quem gosta de dirigir mais “vestido” pelo carro, vai aprovar esse purismo da VW, mas entrar e sair dele não é tão confortável assim.

Polo - Amintas4A versão avaliada conta com um apoio de braço na frente que possui guarda-trecos, tomada USB e saída de ar para os passageiros de trás. Tudo muito útil e realmente prático.

Porém, isso diminui o espaço das pernas do ocupante central do banco traseiro, tornando a posição mais apropriada para uma criança.

No mais o carro é bem acertado ergonomicamente e está muito mais para o Golf, o hatch médio da marca, do que para os outros compactos da Volkswagen.

Somente ao vivo é que se percebe o quanto o Polo evoluiu. Seu porte é bem mais avantajado que do seu antecessor e suas linhas bem mais agressivas. Por foto não se percebe tanto, talvez por sua semelhança com o Gol.

A VW reestilizou o Gol com base na identidade visual do Polo e, pelo menos por algum tempo, as pessoas se confundirão mesmo. Suas semelhanças com o irmão menor param por aí.

O Polo está mais para o Golf, muito além da ergonomia já mencionada acima. Para começar, eles utilizam a mesma plataforma, a MQB (Matriz Modular Transversal).

Polo - Amintas5Mecanicamente, o motor TSI 1.0 foi reprogramado e melhorou, rendendo 128 cv de potência, contra os 125 CV do acerto utilizado no Golf. Outra semelhança muito bem-vinda, mas infelizmente pouco valorizada no Brasil, diz respeito à proteção dos ocupantes em caso de colisão do veículo.

Testado pelo LatinNcap, o Polo obteve as desejadas 5 estrelas, tanto para a proteção dos passageiros adultos quanto para as crianças. Suas notas foram tão expressivas que, em relação ao Golf, ficaram apenas alguns décimos abaixo. Contudo, a dupla da VW está entre os três carros mais seguros fabricados no Brasil.

Itens de segurança levados à prova na pista

Fomos à pista do Mega Space para testar os equipamentos que garantem a segurança ativa do novo Polo. Entre eles, podemos destacar o controle de tração (TC), que é de série em todas as versões. Ele atua eletronicamente reduzindo o torque nas rodas para evitar que as mesmas girem sem tracionar, tanto em arrancadas quanto em curvas.

O sistema ABS do Polo está associado ao EBD (distribuição das forças de frenagem entre os dois eixos) e ao ESS (Emergency Stop Signal ou Sinal de Frenagem de Emergência). Esse último faz a luz de freio piscar durante frenagens bruscas e acende o pisca alerta assim que o carro parar totalmente.

O hatch também está equipado com o MSR (Motorschleppmomentregelung ou Controle do Efeito Freio Motor) que é um sistema inverso ao controle de tração. Ele atua aumentando o torque nas rodas para elas não travarem no momento que o condutor tira o pé do acelerador bruscamente ou reduz uma marcha inadequada para a velocidade do veículo.

Abstract concrete geometric structure background. 3D renderingO controle eletrônico de estabilidade (ESC) corta o torque do motor e freia uma ou mais rodas com o objetivo de corrigir a trajetória do veículo quando o mesmo começa a derrapar em curvas ou desvios bruscos da direção.

O Polo Highline também conta com outras tecnologias que auxiliam na segurança: HHC (Hill Hold Control), que mantém o carro freado por 2 segundos para o motorista arrancar em subidas sem deixar o mesmo voltar para trás; EDS (Elektronische Differenzialsperre ou bloqueio eletrônico do diferencial), um mecanismo que freia eletronicamente uma roda que está sem tração para que o diferencial mande torque para o que está tracionando.

Já o XDS+ é uma função integrada ao controle eletrônico de estabilidade que atua nas rodas que estão do lado de dentro das curvas para aperfeiçoar o contorno das mesmas. O BSW (Bremsscheibewischer – Limpeza Automática dos Discos de Freio) atua em velocidade acima de 70km/h e com o limpador de para-brisa acionado, aproximando as pastilhas do disco de freio para que elas sequem, aumentando assim a eficiência do sistema.

O monitoramento da pressão dos pneus trabalha em conjunto com o ESC, fazendo a leitura do sensor do ABS em todas as rodas, identificando o pneu com menos pressão por este perder diâmetro e assim girar mais rápido que os demais.

Por último temos o GMA (Giermomentaufbauverzögerung ou Controle do Momento de Giro), que diminui a possibilidade de derrapagem do veículo em piso com diferentes níveis de atrito. Ele aplica diferentes forças de frenagem no momento da desaceleração até que a rotação das rodas seja equalizada. Pusemos parte dessa tecnologia em ação na pista.

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Fotos e Imagem: Volkswagen do Brasil / Divulgação

Testando a segurança – Foram apenas dois exercícios, mas úteis para testar a segurança ativa do VW Polo. Na parte inferior do circuito, composta por uma grande reta (a outra reta foi isolada para o segundo exercício) e um miolo com quatro curvas e quatro pequenas retas, passamos três vezes no limite da aderência.

No meio de cada reta do miolo, cones demarcavam desvios de trajetórias. Apesar do seu acerto de suspensão ser mais confortável que do Gol, Fox e up!, ele se mostrou muito mais estável e esportivo que esses modelos.

O hatch não sai nem de frente, nem de traseira. Começa a deslizar nas quatro rodas e a eletrônica recupera a direção com muita eficiência. Outro ponto positivo foi o câmbio. Mesmo sendo convencional, com conversor de torque, ele traciona rapidamente sem apresentar os deslizes comuns entre seus pares.

As trocas de marchas também são suaves e relativamente rápidas, mas nada como as trocas do câmbio DSG de dupla embreagem que ainda equipa modelos mais sofisticados da marca.

O outro teste foi de arrancada e frenagem. Nele pudemos comprovar que o controle de tração garantiu uma saída sem derrapagem e sem desvios de trajetória. O giro do motor sobe rápido, pois sua turbina é pequena e de baixa inércia.

Contudo, ele ganha velocidade rapidamente e acelera como poucos carros “normais” disponíveis no mercado. Com freio a disco nas quatro rodas, o Polo freia com eficiência, sem desvios de trajetória e com pouca trepidação.

Talvez ajudado pelas rodas de 17 polegadas com pneu 205/50, opcionais para a versão, que garantem muita aderência e pouca atuação do ABS.

O novo Polo não tem o design mais original e está longe de ter o melhor acabamento, características muito valorizadas pelos brasileiros. Em compensação, ele é o compacto mais seguro do país e, pelo que conhecemos deste motor usado no up! e no Golf, é um dos mais econômicos também.

Uma “carta na manga” ele tem: o painel digital configurável que, apesar de opcional e custar R$ 4,5 mil no pacote chamado Tech Pack, é inédito na categoria e tem mais funções que os oferecidos pela marca premium do grupo Volkswagen, a Audi.

*Colaborador

Citroën Jumpy é a aposta da montadora para o segmento de utilitários leves

Da Redação

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Citroen Jumpy1A Citroën deu o primeiro passo em sua ofensiva no segmento de veículos utilitários leves no mercado brasileiro e lançou o novo Citr Jumpy.

O Jumpy chega ao Brasil com um bom currículo: são mais de 600 mil unidades comercializadas e inúmeros prêmios conquistados ao redor do mundo.

O veículo foi projetado para atender aos mais diversos tipos de públicos, desde os empreendedores que atuam nos ramos de serviços, e-commerce, delivery e logística em geral, até os que precisam de um veículo para tarefas pesadas, como os que trabalham na construção civil. O utilitário estará disponível em duas versões.

“Estamos trazendo para o mercado brasileiro um produto inovador e muito versátil, mas que será conhecido também pela sua atratividade comercial e seu baixo custo de manutenção. Mais que um novo produto, ele dá início à abertura de uma nova fronteira comercial da Citroën no país, que passa a ter seu foco também na comercialização de veículo comerciais”, afirmou Paulo Solti, vice-presidente do Grupo PSA e diretor geral da Citroën do Brasil.

Citroen Jumpy2O novo Jumpy reúne os seguintes atributos, de acordo com a Citroën:

  • Modularidade inédita no segmento com o Moduwork, que possibilita o transporte de materiais de 4 metros de comprimento sobre o assoalho plano. O mecanismo amplia o espaço interno ao levantar o assento do passageiro contra a divisória existente entre a cabine e o compartimento de carga;
  • “Mesa-escrivaninha” orientável embutida no banco central, que transforma o Jumpy em um verdadeiro escritório móvel;
  • Arquitetura adaptada a todas as necessidades e a serviço da funcionalidade, da praticidade e da ergonomia. A plataforma modular EMP2 reforçada assegura uma carga útil de 1.500 kg e um PBT total de 3.219 kg, além de um compartimento de carga de 6,1 m³ (que pode chegar a até 6,6 m3 com o Moduwork);
  • Compacidade de carroceria, com 5,31 metros de comprimento, 2,20 metros de largura e distância entre-eixos de 3,28 metros. A altura, de 1,93 metro, permite o acesso a garagens subterrâneas, como estacionamentos de shoppings, aeroportos e estacionamentos privativos;
  • Portas traseiras com abertura de até 180o, que facilitam o carregamento e os movimentos ao redor do veículo;
  • Porta lateral deslizante com 935 mm, que permite acesso fácil ao compartimento de carga, assim como a colocação de materiais por meio de empilhadeiras;
  • Capacidade de transporte de três pessoas com conforto e segurança;
  • Tecnologias como ESP (Controle de Estabilidade), Hill Assist (Assistente de partida em rampas), limitador e regulador de velocidade, ar-condicionado, volante com regulagem de altura e profundidade, retrovisor com ajuste elétrico, banco do motorista com regulagem de altura, entre outros;
  • Novo motor 1.6 turbo diesel, que alia desempenho, baixo consumo de combustível e baixos índices de emissões. Ele gera potência máxima de 115 cv a 3.500 rpm e torque máximo de 30 kgfm a 1.750 rpm. Este motor assegura grande autonomia ao modelo (até 820 km em ciclo misto);
  • Uma base mecânica moderna e robusta: uma caixa de câmbio manual de seis marchas, um conjunto de suspensões adaptado à realidade brasileira, uma direção precisa e progressiva.

O veículo é 10 mm mais alto em relação ao produto europeu, fato que, somado aos bons ângulos de ataque e saída, facilitam a rodagem nas grandes cidades brasileiras.

Citroen Jumpy4“Este acerto de suspensão permitiu a obtenção de um ótimo compromisso entre comportamento dinâmico e conforto, tanto vazio como carregado, assegurando grande dirigibilidade, estabilidade e segurança ao modelo”, afirmou Fábio Alves, gerente de produto da Citroën do Brasil.

O Jumpy apresenta uma suspensão dianteira independente, tipo Pseudo McPherson, com molas helicoidais, amortecedores hidráulicos e barra estabilizadora.

Já a traseira é independente, com braço triangular, molas helicoidais, amortecedores hidráulicos e barra estabilizadora.

O utilitário é equipado, entre outros, com: coffee cup alert – indicador de fadiga: este sistema emite um alerta ao motorista após duas horas ininterruptas de condução a uma velocidade média de 65 km/h. Caso o motorista não faça uma pausa e siga dirigindo por mais uma hora, um segundo aviso é enviado através do computador de bordo; day running light (DRL) – luz diurna de segurança: que aumenta a visibilidade e a segurança do modelo durante o dia; GSI – indicador de troca de marcha: que indica o momento ideal para a troca de marcha, sempre buscando a redução do consumo de combustível; sistema de freios com ABS e duplo airbag.

Citroen Jumpy3Como informamos no início, o utilitário leve chega ao mercado em duas versões: Jumpy Furgão e Jumpy Furgão Pack. A versão base traz de série direção eletro-hidráulica, computador de bordo, roda de aço 215/65 R16 com estepe homogêneo, volante com regulagem de altura e profundidade, duplo airbag (com proteção para os três ocupantes), freios ABS, ESP, Hill Assist, limitador e regulador de velocidade, GSI – Indicador de troca de marcha, rádio FM/AM/MP3, vidros e travas elétricas,tTomada 12V, separador de carga, banco do motorista com regulagem de altura, protetor de cárter, entre outros.

O Jumpy Furgão Pack soma aos itens da versão base: Moduwork, ar-condicionado, retrovisores elétricos, travamento seletivo do compartimento de carga, vidros com função one touch, tomada 12V no compartimento de carga, faróis de neblina, entre outros.

Os preços sugeridos são os seguintes: Jumpy Furgão – R$79,99 mil e Jumpy Furgão Pack – R$87,99 mil.

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Fotos: Pedro Bicudo / Citroën / Divulgação

 

Ducati lança a Multistrada 950

Da Redação

Ducati1A Ducati apresentou a nova Multistrada 950. De acordo com a fabricante, a Multistrada 950 é para aqueles que desejam embarcar no turismo (e talvez aproveitar a companhia de um passageiro) e querem um moto ágil e divertida, ideal para o uso diário.

Mais leve do que a Multistrada 1200, e com 840 mm de altura do assento, a 950 ressalta o excelente desempenho dinâmico de suas “irmãs mais velhas”. A roda dianteira em liga leve de 19 polegadas garante conforto e diversão em qualquer superfície de estrada, asfaltada ou não.

Ducati2A Suspensão com 170 mm de curso e braço oscilante duplo mantém bons níveis de conforto. Além disso, o tanque de 20 litros permite rodar muitos quilômetros entre as paradas para reabastecimento.

O motor Testastretta de 937 cm3 produz 113 hp (83,1 kW) a 9.000 rpm e um torque máximo de 9,8 kgm (96,2 Nm) a 7.750 rpm. São quatro modos de pilotagem: Turismo, Esporte, Urbano e Enduro.

Ducati4A Multistrada 950 oferece um pacote de segurança que inclui o mais recente ABS MP Bosch 9.1, com 3 níveis de ajuste, e Controle de Tração Ducati com 8 níveis. Esses sistemas de segurança aplicam diferentes níveis de intervenção, dependendo do modo de pilotagem selecionado.

Preço Sugerido: R$59,90 mil

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Fotos: Ducati / Divulgação

Suzuki Jimny recebe sistema multimídia e outras novidades para a linha 2018

Da Redação

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Foto: Tom Papp / Suzuki / Divulgação

Compacto, robusto e 4×4. O Suzuki Jimny, na versão 2018, o utilitário esportivo ganhando novos elementos tecnol[ogicos.

A parte interna passou por uma modernização, já que recebeu um sistema multimídia com tela de 7 polegadas que permite o espelhamento de celulares com sistemas Android e IOS, além de possibilitar a instalação de acessórios, como câmera de ré e tv digital.

323092_737211_jimny_multimedia_01O volante de três raios agora tem novo desenho e, na versão 4Sport, é revestido em couro.

Outra novidade da linha 2018 é o painel de instrumentos totalmente reestilizado, com novo grafismo e elementos prateados. O cluster recebeu uma tela digital, dando mais visibilidade e fácil acesso as informações, como relógio, odômetro parcial A e B, odômetro total, temperatura do fluído de arrefecimento e volume de combustível no tanque.

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Fotos (internas): Fábio Aro / Suzuki / Divulgação

Um dos destaques do Jimny é a valentia fora de estrada. Contando sistema 4×4, a mudança da tração é feita com um simples toque no botão. No total, são 15 combinações de marcha, de acordo com a Suzuki: 2WD para uso urbano com tração traseira, 4WD com tração nas quatro rodas e 4WD-L que dobra o torque e permite enfrentar diversos obstáculos off-road com tração 4×4 com reduzida.

Ainda segundo a montadora, o Jimny é “nota A” quando o assunto é consumo de combustível.

O visual chama a atenção por onde passa, graças a tomada de ar no capô, snorkel e molduras em grafite nas caixas de roda e laterais do veículo que reforçam o aspecto robusto e off-road.

As rodas são de liga leve, aro 15 polegadas. O raio de giro é de apenas 4,9 metros, o que auxilia nas manobras até nos lugares mais estreitos, seja em uma trilha em uma região inóspita, ou mesmo em uma vaga de garagem.

O veículo possui chassi heavy duty, motor em alumínio e suspensão independente com eixo rígido.

323092_737214_jimny2018_tompapp_6539O Jimny, de acordo com a Suzuki, é o 4×4 mais barato à venda no Brasil. A versão 4Work custa R$67,49 mil e traz, além da tração nas quatro rodas com a mudança através de botão, ar-condicionado, direção hidráulica, vidros elétricos, rádio AM/FM, CD player com MP3, WMA, USB e Bluetooth.

Além dela, o Jimny conta com outras três versões, todas fabricadas no Brasil: 4All, 4Sport e 4Work Off Road.

A altura livre do solo é de 200 mm, o ângulo de entrada é de 35º e, o de saída, 45º. A versão 4Sport conta ainda com engate traseiro de série. O Jimny 4Sport vem equipado com snorkel, ideal para atravessar trechos alagados.


Motor e Transmissão – O Suzuki Jimny é equipado com um motor em alumínio 1.3 (DOHC) a gasolina, com 16 válvulas, 4 cilindros em linha, 85 cv de potência a 6.000 rpm. O torque máximo é de 11,2 kgfm a 4.100 rpm.

A injeção é multiponto sequencial e, a transmissão, manual de cinco marchas. A corrente de comando, velas de longa duração e escape de aço inox garantem confiabilidade para toda a vida útil do veículo, informa a Suzuki.

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Fotos (externas): Tom Papp / Suzuki / Divulgação

Graças ao chassi heavy duty, que garante maior robustez e durabilidade, o Jimny pesa 1.060 kg. A tecnologia do comando variável de válvulas (VVT) otimiza o torque para todas as faixas de rotação e proporciona resposta rápida nas acelerações..

O sistema 4×4 tem roda livre pneumática com caixa de transferência sincronizada e gerenciamento eletrônico. Com isso, é possível fazer a mudança de tração com apenas um toque no botão, que fica localizado facilmente no painel. É possível realizar as mudanças entre os modos 2WD e 4WD em velocidades de até 100 km/h.

As suspensões dianteira e traseira são independentes com eixo rígido e molas helicoidais, que garantem reduzido custo de manutenção e aumentam a longevidade.

Segurança – O Jimny possui barras de proteção lateral, para maior segurança dos passageiros, e o motorista ainda dispõe de coluna de direção retrátil em caso de colisão. Os cintos são de três pontos e encostos de cabeça ajustáveis para todos os ocupantes.

Os freios a disco na dianteira possuem as pinças em posição mais elevada. Assim, facilitam a transposição em trechos alagados, ao trazer eficiência de frenagem com o escoamento de água, e evitam retenção de terra ou lama.

Na traseira, o freio a tambor com válvula sensível a carga (LSVB) traz controle de frenagem e direção mais eficiente.

 A direção hidráulica progressiva é leve nas manobras e firme à medida que a velocidade aumenta.

O veículo é fabricado no Brasil desde 2012. São três anos de garantia e o modelo tem revisão programada com preço fixo.

Preços Sugeridos:

Jimny 4All – R$68,89 mil

Jimny 4Sport – R$76,69 mil

Jimny 4Work – R$67,49 mil

Jimny 4Work Off Road – R$75,29 mil

Nova Frontier está pronta para a disputa

José Oswaldo Costa  (Publicado no Diário do Comércio – Edição: 06/10/2017)

Picape da Nissan conta, agora, com bom pacote tecnológico, conforto e powertrain de respeito

GEDSC DIGITAL CAMERAA nova Nissan Frontier foi lançada no mês de março. Em seis meses de “venda cheia” – de abril a setembro – vendeu 1.943 unidades, ou seja, algo em torno de 324 unidades/mês. Os números são da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).

Tivemos duas oportunidades para avaliar a picape: trecho totalmente de rodovia asfaltada, em viagem realizada ao interior do Estado, e trecho misto (asfalto e terra), em uma expedição realizada pela montadora para a região de Lagoa Santa e Serra do Cipó.

Em ambas, tivemos a chance de verificar as boas qualidades da Frontier. Nos mais de mil quilômetros que percorremos no asfalto, o motor 2.3 16V bi-turbo com intercooler, injeção direta e movido a diesel, capaz de render 190 cv e 45,9 kgfm de torque, mostrou-se totalmente adequado para a picape.

As retomadas, em qualquer velocidade, são vigorosas e dão muita segurança para as ultrapassagens. O câmbio, bem escalonado, é automático de 7 marchas com possibilidade de trocas sequenciais através da própria alavanca. Lembrando que, na geração antiga, a transmissão era de cinco marchas e sem a opção por trocas manuais.

Uma boa novidade, ainda mais com a caçamba vazia, é a nova suspensão traseira. Foi adotado o sistema multilink com molas helicoidais que trabalham em conjunto com um eixo rígido. Traduzindo: conforto no rodar (menos solavancos no interior) e boa estabilidade.

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Fotos: José Oswaldo Costa

Além disso, a mudança faz com que a picape fique com a traseira menos “arisca” em pisos ruins. Nesse quesito, se aproximou muito do conforto ao rodar oferecido pela Fiat Toro, uma picape menor com dirigibilidade similar à de um sedan.

O eixo traseiro foi reposicionado para ficar protegido contra os danos causados por pedras ou colisão com o piso.

A tração 4×4 também está presente, com opção pela integral ou reduzida: 4×2, 4×4 High e 4×4 Low. Ela pode ser acionada por meio de um botão giratório no painel com o veículo em velocidade de até 100 km/h. Uma boa novidade para o off-road é o limitador de diferencial (LSD), que evita que as rodas patinem.

O sistema mostrou ótimo desempenho nos trechos de terra em que rodamos em Lagoa Santa e na Serra do Cipó. Qualquer obstáculo era transposto sem a menor dificuldade. Além disso, a tração deu o equilíbrio necessário para que a picape ficasse “nas mãos” nas estradas de terra batida que apresentavam muito pó solto, devido ao clima extremamente seco, e cascalho.

Interior, igual aos sedans, se destaca

Vei4 - Nissan - Divulgação

Foto: Nissan / Divulgação

Internamente, a Frontier ganhou um novo sistema multimídia com tela de 6,2 polegadas. Ele possui 2 GB de espaço e conexão à internet por meio de Wi-Fi pela plataforma Android e download de aplicativos. A chave é presencial e a picape conta com botão Push Start para dar a partida.

Falando em interior, as mudanças o tornaram bem mais confortável e aconchegante. O quadro de instrumentos é bem mais moderno e lembra bastante o que é utilizado no sedan Sentra.

São dois relógios (velocímetro à esquerda e conta-giros à direita) com o computador de bordo entre eles.

Aliás, como vem ocorrendo com as picapes disponíveis no nosso mercado, o interior lembra muito o de um sedan no que diz respeito à qualidade dos materiais utilizados e acabamento.

A Frontier utiliza couro, material cromado imitando alumínio e o já conhecidíssimo black piano (preto brilhante).

Bons exemplos são o banco do motorista, que conta com ajustes elétricos, e o sistema de ar-condicionado, de duas zonas, que agora possui saídas para o banco traseiro. Além disso, os dois bancos dianteiros possuem sistema de aquecimento. Todos são forrados em couro.

O volante multifuncional tem boa pega e o diâmetro é adequado para manobras e para o peso do veículo. Além dos porta-copos presentes no console central, existem mais dois, escamoteáveis, abaixo das saídas de ar laterais.

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Foto: José Oswaldo Costa

No interior da caçamba, a Nissan oferece duas boas novidades: uma tomada 12V e os quatro ganchos para amarração que são móveis, o que facilita a amarração de cargas dos mais diferentes tipos e tamanhos.

Interessante que tomada de 12V é o que não falta na picape. Além da tradicional, posicionada abaixo do botão seletor da tração 4×4 no console central (próxima ao câmbio), uma segunda foi instalada no alto do painel, acima das saídas centrais do sistema de refrigeração.

Nesse primeiro momento, a picape está sendo vendida exclusivamente na versão LE, importada do México. Quando passar a ser importada da Argentina, a gama de opções será ampliada. Na tabela da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) seu preço é R$ 162,51 mil.

Dentre outros, a nova Nissan Frontier LE 4×4 2.3 Turbodiesel conta com duplo airbag, retrovisores externos com rebatimento elétrico, volante multifuncional com iluminação dos botões, câmera de ré, sensor de estacionamento traseiro, controle de tração, sistema que controla descidas em rampas (HDC), sistema de partidas em rampas (HSA), freios ABS com controle eletrônico de frenagem (EBD) e assistência de frenagem (BA), computador de bordo, sistema multimídia com GPS, rádio, CD/DVD, Bluetooth e entrada USB, ar-condicionado digital de duas zonas com saídas para o banco traseiro, faróis de neblina, bancos revestidos em couro, banco do motorista com ajustes elétricos, chave presencial, botão de partida (start/stop) e rodas em liga leve.

Com as modificações feitas na nova geração, a Nissan Frontier se mostra uma rival à altura de todas as suas concorrentes. Até então, a mais defasada do mercado, hoje esbanja tecnologia embarcada, conforto, bom acabamento e powertrain respeitável. Motivos de sobra para a concorrência se preocupar.

Ficha Técnica:

✔  Velocidade máxima — 180 km/h

✔  0 a 100 km/h — 12,5 segundos

✔  Potência — 190 cv

✔  Consumo médio — 8,7 km/l (cidade) e 10,4 km/l (estrada)

✔  Distância entre-eixos — 3,15 metros

✔  Comprimento — 5,25 metros

✔  Largura — 1,85 metro

✔  Altura — 1,86 metro

✔  Ângulo de entrada — 31,6º

✔  Ângulo de saída — 27,2º

✔  Vão livre do solo — 292 mm

✔  Capacidade da caçamba — 1.054 litros

✔  Capacidade do tanque — 80 litros

✔  Pneus/ Rodas — 255/70 R16 / Liga leve 16 polegadas